Um dos partidos vencedores das Legislativas 2009 foi o PCTP-MRPP, do histórico Garcia Pereira, entre outros, advogado de Paulo Portas (a política tem destas ironias).
Vencedor porque foi o maior dos mais pequenos, porque ultrapassou a barreira dos 50 mil votos e porque vai passar a receber subvenção estatal - uma espécie de rendimento mínimo dos partidos. Vencedor, porque dobrou os votos do MEP, partido elevado à condição de parlamentável pela comunicação social e que, nestas eleições, provou a máxima de que "uma cara conhecida (Laurinda Alves) não faz um partido" - assinalável humildade de Rui Marques, ontem, por ter sido o único líder a não falar depois de conhecidos os resultados.
Voltando ao PCTP-MRPP, como comprova esta foto, tirada hoje perto da estação de Metro do Campo Grande, em Lisboa, o segredo do sucesso é bem claro. Persistência, e sedução e batom. Rosa, a cor de um dos outros vencedores da noite.
PS - (post scriptum, e não Partido Socialista) Alguém reparou na campanha a la Obama, que o PS anunciou há uns tempos? E afinal o que é isso? Alguém faz ideia? Foi mais visível e óbvia a inspiração Sarah Palin na campanha do PSD, como, aliás, demonstram os resultados de ontem.
Recentemente, e por duas vezes em contextos distintos, dei comigo a pensar nos títulos que a profissão traz. Somos accounts, assessores, consultores, relações públicas, executivos de contas. Escolham a agência e ela responderá com uma hierarquia feita à medida de egos e ideais fundadores. Na prática, vai dar tudo ao mesmo. Nem entro nas escadinhas do júnior, sénior, coordenador e director. Já são tricas e não gosto de me meter nelas. Faz-me espécie, confesso, que se possa ser sénior do que quer que seja com dois anos de experiência. Mas isso são outras águas.
Esta confusão na denominação do profissional reflecte, a meu ver, uma esquizofrenia que em tudo empobrece a classe e nada faz pela valorização do nosso trabalho junto do cliente. Sejamos francos, e aqui entre nós que ninguém nos ouve, um cliente que pague, vá, mil e quinhentos euros a uma agência para que esta lhe faça os press releases pedidos, comunique os eventos que ele, cliente, idealiza e concretiza, nos timings que o cliente sugere, é um cliente roubado.
Explico: fazer um press release é coisa que qualquer recém-licenciado sabe fazer - ou devia (um dia faço um post sobre a preparação dos jovens que chegam ao mercado de trabalho). Obedecer a um director de marketing ou de comunicação que já delineou estratégia é um trabalho que não tem porque custar muito. Redigir press releases, construir bases de dados, fazer convites e follow ups, não é coisa que peça profissionais de luxo, pagos a peso de ouro.
Ser capaz de olhar para um plano de marketing e criar uma estratégia eficaz que seja uma mais valia na obtenção de resultados, talvez requeira capacidades intelectuais, conhecimento do mercado e da marca, dos consumidores, dos jornalistas, dos meios. E este know how deve ser pago a peso de ouro. Porque este conhecimento é fundamental para construção da reputação e reconhecimento de uma marca.
Um consultor, um bom consultor, deve dominar o básico, sim, ser capaz de preparar um bom press, saber onde param os jornalistas - ainda para mais num tempo em que as redacções estão em constante mudança. Deve ser persuasivo e um bom representante das marcas. Mas o consultor deve ainda conhecer o mercado e a concorrência das suas marcas, o mercado editorial, os consumidores, as campanhas, o que se faz por cá e o que se faz lá fora. Um consultor não se limita a "fazer" notícias - um consultor traça um caminho que contribui para os (bons) resultados da marca. Um consultor planeia e observa, reagindo aos movimentos de jornalistas, consumidores e concorrência. Observa as tropas da colina.
Mesmo que depois, e por quinhentos euros, sejam outros a manejar a espada.
Tom e Tim Muller fizeram recentemente esta campanha para a nova fragrância da Diesel - Only The Brave. Munto 3D a flutuar no espaço, munta estranheza e mistério a pairar. A voz do astronauta Daved Scott ainda adiciona mais mística e envolvência.
...That's one small step for man, one giant leap for mankind...
é incrível como apenas uma sugestão sonora nos leva para tão longe.. e, neste caso, dá tanta força ao grafismo.
"O jornalismo cada vez pensa menos", diz Vasco Ribeiro. Eu concordo. Durante a entrevista, ele culpa a "pressão sistemática destes profissionais da comunicação" por esse facto*. Eu discordo. Na medida em que, creio, a culpa do enfraquecimento do jornalismo advém da falência do sistema de financiamento da imprensa: menos receitas publicitárias, menores vendas em banca, aumento da concorrência via citizen journalism e consequente redução da importância do jornalista enquanto curador da informação, agregação livre dos conteúdos jornalísticos online por parte dos motores de busca, perda de relevância da distribuição de info. diária VS informação em real-time, o cada vez menor peso da informação "generalista" face às necessidades cada vez mais específicas dos consumidores de informação... etc.
Meaning: os jornais (e meios generalistas de informação, de uma forma geral...) precisam de encontrar um novo modelo para subsistirem, uma vez que o preço da informação é cada vez menor (não confundir com o preço da opinião). Só encontrando um modelo de negócio diferente ( e nem o Rupert Murdoch parece saber qual é...), que acompanhe a evolução da peça noticiosa é que esta se tornará novamente rentável, económica e socialmente. E, naturalmente, essas instituições noticiosas tornar-se-ão mais resistentes a pressões, porque passarão a poder colaborar novamente com bons profissionais e garantir alguma estabilidade na sua produção de conteúdos.
Naturalmente que os profissionais das agências de comunicação e assessores e tal e coisa veiculam a informação que entendem ser a que mais beneficia os seus interesses, tentando divergir a atenção de temáticas que prejudicam as suas instituições. Não é natural que, numa instituição, se queira controlar qual é a posição e a mensagem de uma empresa, sabendo que essa mensagem representa uma estratégia de negócio, reputação, marketing, política que irá ter um impacto nos objectivos da instituição?
Obviamente que, se a informação distribuída for falsa, isso deverá ser alvo de penalização, já que impacta o valor percebido de uma empresa/instituição/pessoa e está a adulterar a realidade. Tal como a contabilidade criativa tem os seus limites, também a "assessoria criativa" deveria ter os seus - falta talvez um código de conduta "à séria" para regular a profissão, ou um certificado ISO-qualquer-coisa para certificar as agências de comunicação. Mas estandardizar, aconselhar e dirigir a informação é uma arte muito antiga e surpreende-me o espanto que causa a existência de lobbystas nessa área. Os bons políticos são, eles próprios, spinners. Os bons CEO's são directores de comunicação (steve jobs, anyone??). Tal como os publicitários, gestores de marca, assistentes de venda, opinion makers, jornalistas, etc controlam ou podem controlar a informação das suas marcas, empresas, projectos, intenções.
Interessa a todos um jornalismo forte. E interessa uma verdadeira discussão sobre este tema, de forma a fortalecer a transparência de processos. Interessa assim ao sector da comunicação - composto por meios e por agências e por opinion makers e bloggers e jornalistas e cidadãos e tudo e tudo e tudo - deixar de lado o umbigismo e a atribuição de culpas de parte a parte, e começar a discutir como raio é que se cria um sistema sustentável para que o processo de informar se torne novamente rentável e digno e, consequentemente, que torne ainda mais digno e diferenciador o trabalho dos lobbystas, que terão também eles de sofisticar as suas ferramentas de comunicação.
Se quiserem contar com a ajuda do Buzzófias para o efeito, ao oferecer esta plataforma, o seu conteúdo e as inacreditáveis carolas dos seus colaboradores para contribuir para a melhoria do estado da arte, let us know.
* Não li ainda o livro de Vasco Ribeiro, mas pretendo fazê-lo em breve, porque a temática me parece importante. Ainda mais despertou o meu interesse com a entrevista que deu, que conduziu com um tom de voz natural, honesto, passando mensagens claras e aliciantes... Terá preparado previamente aquele momento de comunicação? How sophisticated... ;)
A asfixia democrática tem muitos culpados. As agências de comunicação. Os impreparados jornalistas. Os malvados assessores. O governo. José Sócrates. Ferreira Leite. Manuela Moura Guedes e José Eduardo Moniz. Alberto João Jardim. O Público. Quem opina. Quem deixa de opinar.
Enfim, a outra parte.
E " assim se cria um plano sonhado a que corresponde um plano prático: o queixume delirante constitui também um modo de justificar todo o pragmatismo da sobrevivência, o não-cumprimento da lei, a irresponsabilidade,o "desenrasque", a esperteza na acção."
O "Buzzófias" (com dois zz), como sabem uma das mais lidas publicações online sobre marketing, publicidade, comunicação e media, sempre escrito "com uma boa dose de sarcasmo e humor", acaba de contratar os serviços de consultoria de comunicação da LPM.
Na tentativa de aumentar a base de fãs do blogue, a empresa de Luís Paixão Martins sugeriu uma estratégia que aposta no aumento de notoriedade nos meios do trade. O primeiro momento de comunicação, que pretende capitalizar acerca da especulação das verdadeiras identidades dos escritores do "Buzzófias", foi iniciado com a publicação de um pequeno teaser, publicado no jornal independente "Briefing", dado como próximo da LPM.
Na tentativa de adicionar reputação ao blogue e segundo fontes desta publicação, Luís Paixão Martins propôs mesmo tornar-se um dos escritores permanentes do "Buzzófias". A proposta foi aparentemente rejeitada, uma vez que os autores do blogue temiam ver os seus tremendos egos engolidos por esse que também assina todos os seus projectos - desde posts a empresas - com as iniciais mais reconhecidas do mercado da comunicação: LPM.
No entanto, face aos maus resultados desta primeira iniciativa, sobretudo pela quantidade de erros e teor da notícia, os serviços desta consultora já foram dispensados estando em vista a contratação de nova agência. A avaliar pelo que é escrito no Briefing, a YoungNetwork poderá ser uma das empresas contempladas.
O vídeo atingiu mais de um milhão de visitas no Youtube. Uma mãe Dinamarquesa, apresenta o se filho August, e procura via internet o pai da criança. Conta-nos a história de como o conheceu num bar e acabou em casa com ele, para não o encontrar na sua cama no dia seguinte... Não o culpa! Claro... que na Dinamarca somos modernos ... mas gostava de o voltar a ver...
É mentira.
É um viral.
A ideia é atrair turismo para a Dinamarca...
E é de um extremo mau gosto.
Mas qual é o conceito? Qual o "gancho"?
"Hey! Venham à Dinamarca! As mulheres aqui são tão belas e fáceis, que mesmo que tenham um filho vosso... não vos vão culpar! Mas apenas querem que voltem..."
O jornal Ekstra Bladet "caiu-lhes em cima" que nem gente grande. Os responsáveis parecem ser da plataforma governamental para o turismo da Dinamarca: VisitDenmark. E já retiraram qualquer referencia ao vídeo do Youtube.
A actriz Ditte Arnth Jorgensen já admitiu que o vídeo é falso, e o bebé, claro está, não é dela...
Alguns dos responsáveis criativos do vídeo, têm-se desculpado, dizendo que apesar de encriptada, a palavra "AD" (referindo-se para o nosso "PUB" em Portugal), aparece no vídeo num quadro um pouco a cima do ombro esquerdo da mãe (o nosso lado direito do écran)...
A Improv Everywhere que ostenta a assinatura "Causing a Scene", anda a fazer um novo tipo de guerrilha. O Today show, chama-lhe pranks. Imaginem uma marca associada a este tipo de brincadeira.
Nos últimos dias esta campanha tem gerado tanta polémica e discussão que eu pergunto: É sobre o quê mesmo?
Na maioria das vezes, demasiada discussão cria ruído e abafa a questão central e o propósito da acção, colocando em causa a sua eficácia. Acho que foi este o caso.
Difícil, mas também o segredo, é saber traçar o limite entre o eficaz e o abusivo.
Como o vídeo foi, entretanto, retirado do YouTube para poder ser visto apenas no site da campanha, aqui ficam outras imagens da campanha.
Perante imagens tão fortes e explicitas, quem é que se concentra na mensagem?
Campanha de sensibilização para a não utilização de telemóvel enquanto se conduz, dirigida a jovens no Reino Unido e aplicável a muitos outros países. Campanha com recursos muito pouco reduzidos e impacto mundial. Ler notícia no i e ver outras campanhas nacionais.
Nota prévia: Estranho neste caso deve ter duplo sentido por se tratar de Manuela Moura Guedes (MMG).
Na semana passada fomos "surpreendidos" pela suspensão do Jornal de Sexta da TVI, com a consequente auto-demissão da Direcção de Informação do canal. A decisão, justificada pela administração do accionista espanhol Prisa, detentor da Media Capital, detentor da TVI; como sendo parte de uma reestruturação e uniformização dos telejornais da estação, foi abafada e relegada para segundo plano, sobretudo pelo aproveitamento político que os vários partidos retiraram disso e por jornalistas sedentos de atacar um Primeiro-ministro com uma imagem pública debilitada e que encontraram aqui a "prova" que faltava de que este Governo exercia pressões sobre a comunicação social.
Ora vejamos. Segundo a imprensa e a oposição, a justificação deste afastamento resulta de:
a) O Governo é liderado por pessoas completamente estúpidas e, perante todas as suspeitas que sobre ele pairavam e a relação do PM com o Jornal de Sexta, pressionou a administração de uma empresa privada a tomar esta decisão;
b) O Governo tem um tal mestre em spinning que terá pensado que a opinião pública iria pensar que a opção a) era tão improvável que esta nunca lhe poderia ser atribuída, ganhando com isso a suspensão de um noticiário que não lhe era favorável;
c) O Governo não teve nada a ver com esta suspensão e de facto foi uma decisão livre, estudada e planeada da administração de uma empresa privada.
Não sei quanto a vocês, mas a hipótese que me parece mais viável é a c).
Permitam-me "dar asas à minha imaginação" e teorizar sobre o problema.
O Jornal de Sexta da TVI mascarava de "investigação séria e isenta" autênticas caçadas ao homem (José Sócrates, habitualmente). MMG opinava a cada notícia, ultrapassando os limites da informação isenta. As notícias levantavam suspeitas, nem sempre fundamentadas, continham "factos" duvidosos e de comprovação questionável.
O Jornal de Sexta tinha elevadas audiências, mas como todos sabemos, quantidade e qualidade não representam exactamente a mesma coisa. A desculpa de que o Jornal tinha audiência e que isso justificava a sua manutenção, parece-me escassa... A Dica da Semana chega a 2 milhões de pessoas e nem por isso vemos todos os anunciantes a correr para lá.
O Jornal Nacional tem uma equipa própria, que "investiga" semanalmente para divulgar na sexta. O jornalismo de investigação é caro, e o de "investigação" também deve ser. Como tal, não me parece descabida a justificação da Prisa.
A linha editorial do Jornal de Sexta não agrada a muitos cidadãos - obviamente que excluo qualquer visado pelas reportagens. Com a saída de José Eduardo Moniz, essa linha ficou mais exposta e susceptível de ser cortada, o que aconteceu agora.
Se a suspensão do Jornal de Sexta fosse de facto uma tentativa de silenciar MMG, ela sai gorada porque, embora se tenha demitido das suas funções de direcção, MMG continua no canal e obrigada a divulgar as suas "investigações", como aliás a estação fez na última sexta-feira, com mais uma grande "pareceque-provavelmenteserá-cacha".
Questiono, de facto, o timing da decisão da Prisa, a três semanas de eleições legislativas e com previsível impacto da decisão dos portugueses. Questiono o facto de ter sido na véspera da estreia, de forma, aparentemente, abrupta. Não questiono mais, para não pressionar. Já muita coisa foi escrita sobre o tema ao longo dos últimos meses, na minha opinião linhas a mais, e sobretudo elevando MMG à condição de heroína nacional, de exemplar do jornalismo isento e alheio a pressões. Para quando o Pulitzer?
Por último, não sou da geração dos filhos de Abril; sou da geração dos seus netos, a quem muita coisa foi permitida à sombra de uma liberdade (bem) conquistada. Talvez por isso considero que apelidar este "caso" de "censura" ou de "atropelo à liberdade de imprensa e de expressão", deveria insultar quem lutou pelo 25 de Abril.
Criar uma árvore. é assim que se chama esta guerrilha que a fiat, a cidade de milão e o artista-designer (muito boa designação, hein?) Fabio Novembre desenvolveram.
posso dissertar sobre as emissões de carbono, a nomenclatura artista-designer, a fibra de vidro ou até sobre milão, mas digo apenas que o fiat 500 é fixolas.
teremos o escrever um livro e fazer um filho de seguida?
Nas últimas semanas foram notícia dois desenhos animados de que gosto bastante - não, não me refiro à compra da Marvel pela Disney, pouco relevante em termos de originalidade na comunicação. Falo de A Turma da Mónica e de Os Simpsons.
São dois fenómenos, um mais localizado do que o outro, que foram utilizados para duas acções de comunicação com óptimos resultados.
Começando pelo fenómeno global: Os Simpsons.
Para comunicar a estreia da série em Angola, e entrada no continente africano, marcada para o canal Bué, foi criada e difundida uma adaptação da conhecida cena do genérico desta série, a com maior longevidade de sempre da história da animação e fenómeno mundial, à realidade angolana. Além de menos amarelados, Homer, Marge, Maggie, Bart e Lisa, surgem com elementos marcadamente angolanos, o que motivou notícias em todo o Mundo (interessante no título da notícia do Daily Mail a expressão bem angola "Aye carumba"!) Porquê? Poucos ousaram mexer, oficialmente, nesta típica família americana, ainda para mais tornando-os afro-americans, o que, por si só, é gerador de buzz.
Por outro lado, no Brasil, país fortemente afectado pela gripe A (ou influenza, como por lá também se diz), foi utilizada A Turma da Mónica para comunicar alguns conselhos básicos para prevenir a transmissão de vírus. Através de um conjunto de curtos vídeos colocados na Internet, básicos e dirigidos a um público jovem, os conselhos passaram, gerando milhares de visualizações na Internet. Os vídeos foram colocados ao dispor de escolas e outros organismos, mas, na minha opinião, deveriam ser "institucionalizados"e transmitidos na televisão de forma a chegar a todo o país - e nós sabemos a força da TV no Brasil. Seria (ou será), certamente, uma arma bem mais eficaz do que qualquer vídeo ou anúncio institucional do Governo de Lula no combate ao vírus.
Por cá, lembro-me de um fenómeno semelhante quando transmitiram "sketches institucionais", nos anos 90, em que Herman José caricaturava pequenos gestos tão portugueses como passar à frente em filas ou enfiar o dedo na carne, na fruta ou no pão, em supermercados, como medidor de frescura, etc.; para ensinar, através do humor, algumas regras de cidadania a um povo ainda em aprendizagem. Na altura foi eficaz, mas quem sabe se não é o momento de repetir a dose?
Digo hoje o que penso desde a primeira semana. É um bom jornal, diferente de outros que já existiam e que, paulatinamente, ganha o seu espaço num Universo difícil e em aparente queda.
Só faz sentido avançar para projectos novos se forem diferentes. Se trouxerem algo de novo. Acho que foi o que o i fez e por isso continua de parabéns.
Em apenas 100 números tiveram boas capas e muitas notícias que se tornaram notícia. Excelentes artigos e óptimas reportagens. Nada mau para tão pouco tempo.
Traz hoje um "brinde" para celebrar a marca atingida: uma versão Origami, para dobrar e fazer uma edição de bolso.
Que contem muitas.
Adenda: Depois de uma leitura mais atenta ao jornal descobri um anúncio do i que desafia os leitores a gravarem-se enquanto constroíem a edição de bolso. Depois é só colocar o vídeo no YouTube para se habilitarem a ganhar uma câmara de vídeo.
Depois do Twitter aderimos agora ao Facebook. A aposta até já tem umas semanas mas ganhou relevo ontem, dia de aniversário, com dezenas de novos amigos que nos adicionaram, de forma "mais ou menos" espontânea.
São, até este momento, 99 e o próximo ganha a hipótese de fazer algo muito espectacular, por sua conta e risco que nós não temos budget.
Já sabem, se gostarem do que por aqui se escreve, ou por pena, adicionem-nos e sugiram-nos aos vossos amigos, conhecidos, familiares, amantes e animais de estimação.
É da praxe. Fazer aniversários e contabilizar sucessos. Por isso mesmo não o vamos fazer. Até porque não temos grande coisa para contar (ou contabilizar).
Temos como momento alto o facto de um leitor de Odivelas - beijinhos para Odivelas - nos ter ameaçado "dar com um ferro nos cornos" por causa de um post. Felizmente, para grande gáudio dos "nossos cornos" tal não aconteceu, mas é bem representativo da relação, próxima, que temos convosco, malta de Odivelas.
Enfim, esperamos que tenham gostado do caminho até aqui e que continuem a gostar no futuro.
Mas para isso precisamos de uma coisa... e é agora que tudo piora. Achavam que era só ler e já está. Enganam-se. Toca a opiniar, a deixar as vossas sugestões, críticas, ofensas e elogios, dicas e afins, sobretudo afins, na caixa de comentários. É anónimo, grátis e, como já dissemos anteriormente, não controlamos IPs.
E já sabem, enquanto nos lerem continuaremos com a buzzofia...
A escolha de um endorseré (ou deve ser) um processo bastante mais complexo do que o resultado de uma conversa entre agente (publicista) e agência de publicidade - a avaliar por muitos dos casos que pupulam ao mesmo tempo em vários anúncios portugueses, este último deve ser este o método escolhido na maioria dos casos.
Um embaixador deve representar os valores dessa marca, deve personalizar todos (ou a maioria) os seus aspectos, deve conferir à marca ou ao objecto uma personalidade com a qual a maioria dos seus consumidores e compradores se identifiquem.
Mas deve mais.
Deve trazer credibilidade, reforçar a notoriedade da marca e, por último, deve traduzir-se em vendas ou resultados.
Como já disse, julgo que isto raramente acontece. Procuram-se, na maioria das vezes, apenas pessoas famosas, ou com bons agentes (publicistas), que ajudem apenas a vender - o que também nem sempre acontece.
Em política os pressupostos não deveriam ser muito diferentes na escolha de mandatários. Não deveria porque são, como demonstra este caso Patrocínio… Carolina, entenda-se.
A escolha da mandatária da juventude do PS tem sido criticada (e escarnecida). Razão? Ausência de conteúdo que suporte a escolha e declarações passadas vazias da agora mandatária do PS. Um mandatário da juventude deve ser alguém no(a) qual os jovens se revêem, que os representa. Deve ser alguém que representa os ideais, os valores de determinado segmento da população, que sente as suas necessidades e desejos, etc, etc..
Não é certamente alguém que "só come cerejas se a empregada lhes retirar os caroços", porque isso não representa a (esmagadora maioria) juventude portuguesa. Já pode ser alguém que "prefere fazer batota a perder" ou que "quer ser mãe antes dos 30", bem mais representativo.
Vejamos então o que se conhece de Carolina para justificar este Patrocínio: Apresentou um programa de TV durante uns anos, foi namorada de um actor que morreu, continuou a apresentar o programa de TV, foi suposta namorada de Cristiano Ronaldo, começou a apresentar outro programa de TV, é namorada de um jogador de rubgy da selecção nacional, quer ser mãe antes dos trinta! Pelo meio brindou-nos com inúmeras aparições em revistas cor-de-rosa, uma proibida não-aparição em revistas femininas e inúmeras pérolas como as que referi anteriormente.
Assim de repente não parece muito relevante.
Não tenho nada contra Carolina, agora, enquanto jovem, não me revejo absolutamente nada nela, e não, não é só inveja por não ficar tão bem como ela de biquíni.
Acho que a criação deste blog é uma excelente ideia, sobretudo para quem gosta de comunicação e marketing político.
Por enquanto, está a ter também uma boa execução - não há lugar a análises tendenciosas nem partidarizadas.
É um bom exemplo de blog, construído com os contributos de leitores, aliás seria dificil fazê-lo de outra forma ou não estivéssemos a falar de propaganda política de Norte a Sul.
O grão mestre Fernando, guardador dos secretos e há muy tempo perdidos pergaminhos do Portugasmo, revela-se:
Uma campanha da Nando's . Da qual gosto. Subscrevo inclusivamente alguns dos ensinamentos do mestre Fernando: Man did not fight to reach the top of the food chain to be a vegetarian.
O novo filme de Quentin Tarantino, "Sacanas sem lei" (Malandros, Patifes ou Meliantes parece que já estavam registados) estreia na próxima semana em Portugal.
Entretanto, e numa forma de promoção original, os fãs que não puderem esperar pelo filme podem ler uma das cenas do filme em versão banda desenhada na edição norte-americana da revista Playboy ou, em antecipação, no site da empresa de Hugh Hefner.
Mesmo para quem não é fã de Tarantino, esta pode ser também uma boa desculpa para espreitar uma ou outra coelhinha.
Este é o filme que todos vamos querer ver. Este é o filme que todos temos de ver. Este é o filme que vai levar em debandada todos os copys, directores de arte, criativos, accounts, consultores, estudantes, todos, mesmo todos, a invadir as poucas salas de cinema que o estrearem. Este é o filme do qual vai "ficar bem dizer mal", este é o filme que alguns irão defender, este é filme de que vamos falar... para dentro. Ou será mesmo assim?
Será que um documentário, que conta com as declarações sinceras de gente como: George Lois, Dan Wieden, Lee Clow ou Hal Riney , poderá mudar a percepção do "público em geral", o comum mortal a que nos referimos como "target" ou "consumidor", será que "eles" irão ver a face do "monstro" com outros olhos, ou fascinarem-se com o poder da mensagem? Será que podemos falar "para fora"? Podemos "dialogar"?... Será que estão interessados, sequer?
Estas podem muito bem ser as primeiras respostas...
Aqui está um bom exemplo de alguém que precisa urgentemente de consultoria de comunicação. Talvez haja algum aluno do primeiro ano de comunicação social disponível...
MSI é um fabricante de computadores portáteis que se lembrou de lançar uma campanha na internet para promover a nova série X-Slim - o novo laptop pesa menos de 1,5 kg e tem uma espessura que não chega aos 2,5 cm.
A campanha , que se traduz num concurso lançado no Youtube, apela ao envio de vídeos "extreme crazy" onde um dos protagonistas tem de ser o dito portátil. A empresa escolherá depois 15 vencedores que ganharão uma viagem à Grande Barreira de Coral e um portátil X-Slim.
Os candidatos a vencedores não tardaram. Um deles, alías um grupo deles, enviou um vídeo que está a ter mais sucesso do que a campanha - ou a ajudar a campanha a ter muito mais sucesso do que o esperado, dependendo do ponto de vista. Ali se vê um grupo de "acrobatas" demonstrando como se consegue apanhar o X-Slim com o... rabo. Isso mesmo. Ou, citando o Mashable, "onde o sol nunca brilha".
O site lança um desafio aos leitores para comentarem o estranho (no mínimo) vídeo.
Antes de mais peço desculpa por publicar um post sobre algo que já aconteceu há 1 mês, mas como não leio diariamente o 24 horas, nem consulto o site oficial de Luciana Abreu (merece a vossa visita), estas coisas acontecem. Faço-o também porque tenho esperança que nenhum dos nossos leitores faça alguma destas coisas e porque há momentos intemporais, que merecem ficar registados nos anais da história ou, numa versão mais comedida, no nosso histórico.
Posto isto, passo a transcrever o comunicado conjunto aos fãs de Luciana Abreu (chamemos-lhe artista portuguesa) e Yannick Djaló (chamemos-lhe jogador de futebol) onde o casal dá conta do início do romance.
Alerto que esta é uma peça ímpar de comunicação. É um exemplo de como (NÃO!!!) se deve fazer. Algo que será certamente um case study para todos os que quiserem (NÃO!!!) aprender qualquer coisa sobre esta matéria.
Por isto, acho lamentável que nenhum outro blog "dito" de comunicação se tenha referido a este assunto. Nós por aqui estamos atentos (ainda que lentos) e mais não digo.
" 11/07/2009 - .
Queridos amigos e amigas,
Queridos amigos e amigas, (Nota do autor do post: Não sei se a repetição é propositada)
Hoje falar-vos-ei de uma pessoa muito especial que entrou na minha vida de uma forma muito sublime.
Como já vos disse inúmeras vezes, o que tenho hoje não se deve apenas à MÃE maravilhosa que eu tenho a sorte de ter, nem aos dons que DEUS me deu, mas também a VOCÊS que fazem de mim uma artista com inúmeros êxitos.
Vocês são aqueles que eu mais admiro pelo coração que têm e respeito pelo amor,carinho e força que me dão.
Por todos estes anos que entretanto foram passando, com vocês sempre ao meu lado, eu tenho todo o orgulho de abrir o meu coração sempre em primeiro lugar para vocês.
Muita tinta e papel têm gasto, muitas especulações e mentiras têm feito e inventado.
Hoje, pela primeira vez vou agradecer à imprensa por ter despertado em mim o interesse profundo por uma pessoa maravilhosa que já conhecia há alguns anos.
A imprensa de tanto escrever e inventar acabou por nos aproximar de uma maneira encantadora, enquanto davamos risadas sobre a polémica e as matérias que saíam.
Conhecemo-nos há mais de dois anos e fomos construíndo uma linda e forte amizade ao longo do tempo. Muitas vezes jantavamos com os nossos amigos, falavamos ao telemóvel e foi assim que me fui apercebendo do seu valor, não só como grande amigo que já era, mas principalmente pelo seu valor como homem.
Sempre vos disse desde o início que só entregaria o meu coração a um homem que tivesse os valores e os princípios que sempre idealizei: humildade, generosidade, amizade, simplicidade, um coração de ouro, fidelidade, ambicioso, trabalhador, amável, elegante, extremamente educado, protector, muito humano e charmoso :-)
Por isso meus queridos amigos, vocês serão os primeiros a saber, não só em portugal mas sim no mundo inteiro, que fui pedida em namoro à minha MÃE como sempre sonhei com um lindo ramo de flores e uma aliança fora do normal, muito especial.
Eu sempre vos disse que não precisava de procurar o meu príncipe encantado, porque ele estava marcado no meu destino e que ele encontrar-me-ia.
Quero que saibam que sou tratada como uma verdadeira princesa e que acima de tudo ele me respeita muito como sempre respeitou todas as pessoas que pela vida dele passaram.
Ele vai dar-vos uma palavrinha :-)
Grandes amigos,
É com grande prazer e orgulho, que partilho com vocês um dos momentos mais felizes da minha vida, pois finalmente encontrei a mulher dos meus sonhos com quem quero passar o resto dos meus dias.
A mulher que eu sempre idealizei por dentro e por fora. Ela é a minha cara.
Fiquem descansados porque eu trato-a como uma verdadeira princesa, tal qual ela é.
Nunca pensei que existisse uma mulher com um coração do tamanho do mundo, com uma personalidade tão forte, com uma ambição tão grande, uma tremenda força de vencer e ao mesmo tempo uma flôr, de tão delicada que é.
Sinto-me extremamente feliz por ter o filho e a mulher mais lindos do mundo. É com ela que quero partilhar o resto da minha vida e construír uma família linda, ainda maior.
Por isso peço-vos que me desejem BOA SORTE, porque por esta mulher eu vou até ao fim do mundo.
Um abraço grande do amigo YANNICK DJALÓ :)
Como vêem estamos muito felizes e hoje é apenas o nosso presente malta porque o futuro só a DEUS pertence.
Como sempre vos disse, vocês serão sempre os primeiros a saber do que se passa na minha vida pela minha própria mão, boca e coração :-)
Obrigada por tudo do fundo do meu e nosso coração e não se esqueçam malta, que os PRÍNCIPES ENCANTADOS ainda existem ;-)
Beijinhos dos vossos eternos amigos
LUCIANA ABREU & YANNICK DJALÓ"
Não sei se Lucy, permitam-me que a trate assim, e Yannick ainda estão juntos hoje em dia, mas espero que sim, nem que seja para nos continuarem a "brindar" com mais comunicados destes.
Obrigado Lucy! Obrigado Yannick! Obrigado Pedro Pinto!
Em entrevista à Pública desta semana, Luís Paixão Martins revela um número de telefone que decorou "só para não atender" e "não vir a ser acusado de pressões".
Uma ideia simples, bem concretizada e comunicada, gerou buzz e reacções por todo o lado (media tradicionais, blogs, etc.) e trafego (mais 20 000 visitas do que a média diária do blog, provavelmente mais do que as vendas em banca de Público ou i).
Levantam-se-me apenas duas interrogações:
- O 31 da armada é um blog colectivo e tenho dúvidas que a ideia tenha sido discutida entre todos os membros e reunido consenso, até porque se tornava impossível manter o segredo, essencial para a ideia ter sucesso.
- A acção é claramente ilegal (como boa guerrilha) e por isso mesmo coloca em questão todos os elementos do blog, perfeitamente identificáveis.
Tirando estes dois "detalhes", aqui fica o vídeo de uma acção de comunicação irrepreensível. Ideologia não comento.
Foi provavelmente o que aconteceu ao actor de este anúncio de prevenção da transmissão da gripe A, feito por uma entidade de saúde inglesa, que lhe foi diagnosticado a doença.
À venda na Colette, loja da moda em Pari (aconselho a visita e a compra de algum item!?), temos estes magnificos matrecos da barbie. Pela módica quantia de 10.000 euricos, podemos levar esta peça para casa. Reparem na subtileza dos equipamentos rosinha e branco. Sugiro um jogo amigável de louras versus morenas, mas exijo uma degladiação de Kens versus Gi Joes.
O objectivo é angariar fundos para obras de caridade através da venda de lages de betão (que, colocadas lado a lado formam um banco corrido gigante), onde o nome de cada comprador será gravado.
Qual é o impacto das grandes organizações entrarem em fortes campanhas pro bono?
Acção da EDP para marcar o arranque da Volta a Portugal em bicicleta, que começou ontem em Lisboa e da qual já foi patrocinador. Para quem não sabe, esta é a fachada do prédio da EDP na praça Marquês de Pombal, em Lisboa. Guerrilha?
Na minha perspectiva, isto é muito relevante. Não particularmente pelo número de votos, que é ainda reduzido; mas muito importante por causa do tipo de pessoas que votam nesta e noutras polls do facebook.
A probabilidade de um utilizador do facebook gerir mais do que um meio influenciador de opinião - on ou offline - é elevada: grande parte das pessoas que têm um perfil no facebook participam (ou comentam em) blogs, gerem os seus perfis pessoais noutras redes sociais como o twitter ou o hi5 e gostam naturalmente de partilhar a sua opinião - de resto, o sucesso das redes sociais deve-se a isso mesmo: ao facto de que as pessoas que nelas "habitam" quererem partilhar gostos, opiniões, pontos de vista.
E assim, estes 1269 votos ganham relevância. Não pelo facto de indicarem uma intenção de voto clara, mas uma apontarem para uma intenção de militância virtual, por parte de quem habita uma série de plataformas de divulgação de opinião.
Teledisco (no meu tempo dizia-se assim) realizado por Heath Ledger (sim, o sr. continua morto, mas, aparentemente, concebeu-o antes de falecer) para a banda Modest Mouse. O vídeo é uma forma séria e mediática de campanha contra a caça à baleia (também usual por estes dias no Algarve, mas de outro tipo) que promete correr Mundo, não tivesse o seu autor morto.
Promoção de um novo sabor de chamuças em Time Square! (Estou a brincar)
A criatividade - sim ainda não tinha sido feito com descendentes de indianos residentes nos arredores de NY e que não gostaram particularmente de Slumdog millionare - é para promover as mini-séries Bollywood Hero.
Depois de "quem convidou Joana Amaral Dias a fazer o quê" ou "afinal com quantos diplomas se faz um jeep (carro todo-o-terreno seria politicamente mais correcto da parte do Sr. Presidente)", a pergunta que se coloca é: "Devem os autores de Buzzofias 'sair do armário' "?
Não se trata de uma questão de foro sexual, por isso é lá com cada um, mas sim se os autores daquele que é já considerado uma das principais referências em blogs de comunicação e marketing à escala planetária (por questões de modéstia não vamos referir nem a publicação nem o número alcançado), falamos, claro, do buzzofias, devem ou não assumir a sua verdadeira identidade.
Depois de quase um ano a assinar com as suas iniciais, estamos disponíveis para reconsiderar esta posição, caso seja essa a vontade do povo (vocês os que nos lêem) - em alternativa também podemos realizar um espectaculozinho de sevilhanas ou mariachi, se assim o entenderem.
Em ano de eleições impunha-se mais esta. E por isso, criámos este "enquete" aqui ao lado (palavra que quer dizer tão somente inquérito) para que digam de vossa justiça.
Outras surpresas estão na forja, mas lá iremos a seu tempo.
O Getafe, clube da primeira divisão espanhola, La Liga, e o Burger King assinaram um contrato de patrocínio que leva o gigante dos hamburgers às camisolas do clube dos arredores de Madrid.
Até aqui, nada de novo. No entanto, a empresa norte-americana inventou o patrocínio no interior da camisola, para além do habitual logotipo das empresas na zona central de qualquer camisola. Assim, os jogadores do Getafe, cada vez que marcarem, terão de levantar a camisola, tapando a cabeça, pois a cobrir a sua cara estará a imagem da figura masculina de barbas que é o símbolo do Burger King há vários anos.
Melhor que palavras, aqui fica a imagem para explicar. Inovador, sem dúvida!
Como em tudo, há uns melhor do que outros, com destaque para a produção made in Brazil. São sobretudo a prova de que para ter impacto não são necessários muitos meios, chega uma boa dose de imaginação.