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sábado, 17 de abril de 2010

i num instante tudo se sabe

Detalhes da demissão / despedimento de Martim Avillez Figueiredo, ex-director do i, podem ser lidos na íntegra aqui. Tudo publicado - email, contactos e carta - sem qualquer edição.

Será o fim do jornal ou apenas um novo começo?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O facebooker


O artigo já tem uns dias, foi publicado no último sábado no i, e descreve, aos olhos do sr. Edson Athayde, a relação dos portugueses com o Facebook. E com a vida em geral.

Embora possa ser verdade, em boa parte, duvido que se substituirmos "portugueses" por "brasileiros", "ingleses", ou qualquer outra nacionalidade, o efeito não seja parecido. Na minha opinião, o resultado é apenas mais um exemplo de uma comunicação que generaliza, inflama, sem necessidade.

Para reflectir que amanhã há mais.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

I num instante tudo mudou…

Há (más) notícias que me chateiam, sobretudo as que me vêm dar razão, mais cedo ou mais tarde.

Fui dos cépticos que diziam que "dificilmente o novo diário do Grupo Lena chegaria a ser lançado", fundamentando a minha opinião na crise que afectava (e ainda afecta) a Comunicação Social e o sector da Construção Civil. Mais tarde dei o braço a torcer ao ver surgir um projecto muito interessante, inovador e positivo, que ganhou o seu lugar entre os diários nacionais (acho que vendas diárias de 9000 exemplares é significativo para 10 meses de existência, ainda para mais num país ávido de tragédias), mas questionando-me desde logo sobre a sua viabilidade face às páginas despidas de publicidade.

Embora a comunicação não o transparecesse, com entrevistas optimistas de vários porta-vozes, inclusive do investidor e do director, que pareciam seguros e aparentavam estar preparados para uma caminhada difícil e lançavam bons sinais para o mercado, independentemente da secura da fonte publicidade, o jornal I ia caminhando para uma situação insustentável. Esta situação conheceu desenvolvimentos há dias com um comunicado dúbio e confuso enviado à redacção (que por sua vez o enviou às outras redacções) dificultando e muito (ou pelo menos retirando poder negocial) a possível venda do jornal a outros grupos económicos - onde estava o consultor de comunicação neste momento?

Tenho pena se o I não durar o suficiente para mudar, de facto, algo.

Tenho pena que os bons projectos se tornem rapidamente insustentáveis, por esta ou por aquela razão.

Tenho pena que a comunicação insista em criar realidades inexistentes que, mais cedo ou mais tarde, se desmoronam como castelos de cartas, contribuindo assim para o seu próprio descrédito.

Terei pena.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Bom PR para o i


"It would be hard to find a less promising country in which to start a newspaper than Portugal. Not only are readers defecting to the Internet, as they are elsewhere, but relatively few people ever picked up a paper to begin with".

A frase é do jornalista do The New York Times, sobre o jornal i (diminutivo para informação??), antes de elogiar o timinig, o formato e conteúdo do jornal (retenho o sarcasmo sobre o país). Bom PR para um bom jornal.

Já antes o i tinha sido merecedor de reconhecimento e distinções, o que demonstra que está no bom caminho. Assim as vendas, e as formas de financiamento, lho permitam prossegui-lo.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

i vão 100!


O jornal i celebra hoje a centésima edição.

Digo hoje o que penso desde a primeira semana. É um bom jornal, diferente de outros que já existiam e que, paulatinamente, ganha o seu espaço num Universo difícil e em aparente queda.

Só faz sentido avançar para projectos novos se forem diferentes. Se trouxerem algo de novo. Acho que foi o que o i fez e por isso continua de parabéns.

Em apenas 100 números tiveram boas capas e muitas notícias que se tornaram notícia. Excelentes artigos e óptimas reportagens. Nada mau para tão pouco tempo.

Traz hoje um "brinde" para celebrar a marca atingida: uma versão Origami, para dobrar e fazer uma edição de bolso.

Que contem muitas.

Adenda: Depois de uma leitura mais atenta ao jornal descobri um anúncio do i que desafia os leitores a gravarem-se enquanto constroíem a edição de bolso. Depois é só colocar o vídeo no YouTube para se habilitarem a ganhar uma câmara de vídeo.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Pedro Tochas, o organizador de manifs!

Pedro Tochas, o maior humorista português (segundo o próprio) conhecido por trabalhos tão famosos como... os "anúncios da Frize", organizou ontem a primeira manifestação (julgo que o conceito está em "agrupamento de mais de três indivíduos") via Twitter. Depois de Neda, a jovem mártir que morreu aos olhos de todos nas recentes manifestações no Irão, também Pedro Tochas ameaça (uma vez mais) entrar para a história mundial pelo seu impacto em manifestações. E sem precisar de falecer, o que dá muito mais trabalho.

Foi ontem, às 20h, na Alameda Dom Afonso Henriques, que se escreveu a história.

sábado, 23 de maio de 2009

O horóscopo do "i"

Gosto do "i"

E uma das coisas de que gosto é o "Horóscopo", na edição de sábado, escrito por José Maria Smith. Para quem não sabe do que falo pode ficar descansado porque não sou de ligar muito a astros, ascendentes (excepto os meus pais, claro) ou signos. Mas pelos vistos, nem o autor deste espaço no "i".

São 12 apontamentos humorísticos que brincam com outros oráculos e previsões abelhudas do género, e onde podemos ficar a conhecer muito pouco do que os astros reservam para a nossa semana. Deixo dois exemplos de hoje.

"Virgem: Marte já vai longe, é tempo de Urano. Não há móvel do Ikea que lhe faça frente! Montará tudo à primeira sem se chatear e no fim não sobrará nem uma anilha. Boa semana para actividades artísticas.

Balança: Será que o seu destino é ser um bolo de que ninguém sabe o nome? Você anseia por se destacar, por ser um pastel de nata, um éclair, uma bola, que diabo, uma pirâmide! Vá com calma, o seu lugar no tabuleiro ficerá definido em breve".

PS: Mais do que fazer análises extemporâneas do jornal, importa dar-lhe tempo para crescer, para respirar e assumir a sua verdadeira essência. 

Uma coisa é certa: é um jornal diferente do que existe no mercado, e, não só, mas também por isso, merece respeito.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

um i por um gratuito!

Hoje, quem passasse ou passeasse pela Baixa de Lisboa (admito que a acção fosse válida em outros pontos da cidade e, quiçá, do país) deparava-se com ardinas do "i" que propunham um negócio "interessante": Trocar um jornal gratuito por um "i". 

Isso mesmo, trocar um jornal considerado por muitos como o parente pobre dos jornais, o menos jornal dos jornais, o câncaro (termo técnico utilizado em algumas variações de português) do jornalismo moderno, por um "i".

Eu até percebo a ideia (ajuda o ambiente e tudo), mas pergunto: Isto valoriza quem? o "i"? ou o "gratuito"? No mínimo por três gratuitos e uma Dica da semana (é por correio por isso incluo em outra categoria) para dar luta...

E o pior é se pedinchássemos muito, acabavam por nos oferecer o jornal, de borla!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

i finalmente

Depois de grandes expectativas e de uma demorada gestação, eis que, por esta hora (00:00), já deve estar a ser distribuído o primeiro número do i. Admito que fui um dos mais cépticos - pensei inclusive se chegaria a ver a luz do dia (?!), já para não falar do nome que muitos trocadilhos suscitou - mas, à medida que vou sabendo mais sobre ele, mais vontade tenho de o ler. E o nome, é como diz Pessoa: Primeiro estranha-se, mas depois entranha-se.

Saúdo o novo jornal, o i, a equipa formada (boa, jovem, mas também com experiência), as ideias inovadoras, o empreendedorismo e a lufada de "ar fresco" que, certamente, vão trazer ao mercado. Nova concorrência - julgo que sobretudo para Público e Expresso - obriga os concorrentes a fazer melhor e os leitores ganham com isso. 

A campanha e a identidade foram criadas pela Ativism. Acho que, sobretudo, o conceito está bem conseguido. Ajuda a "engolir" melhor o nome. 


PS: Para um meio que aposta forte no online, começa mal. O site não está a funcionar... Pequenos acertos.