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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Operação Portugal 2009 - 1ª parte





Ontem, a Sic arrancou com o projecto Operação Portugal 2009. Vai passar a ser rúbrica constante do Jornal da Noite e quer falar dos temas essenciais da sociedade portugesa, em ano de eleições. Depois do Aqui e Agora e do Mário Crespo Entrevista, esta é a mais recente aposta da Sic na informação de qualidade.

O primeiro foi sobre o Emprego e foi interessante. Há infografia bem feita, jornalistas em vários pontos do País e informação acessível e directa.


E, em cada edição, vão mostrar os bons exemplos de cada tema. Ontem, o Operação Portugal foi transmitido em directo da fábrica da Delta em Campo Maior. O maior empregador do concelho não só não despediu, como abriu 50 novos postos de trabalho em dois anos.


Rui Nabeiro, cara e alma da Delta,esteve à conversa com Clara de Sousa e mostrou que a reputação intrínseca é algo que só corre nas veias de alguns.


Manobra de comunicação ou não, foi um grande momento para a marca.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Agora diga lá isso sem se rir #1

"Estamos a viver nos intestinos do crime"

Francisco Moita Flores, in Jornal da Noite, SIC (12/12), comentando a descoberta de um cárcere "privado" no Seixal.

Espero que a "cena" não evolua, ou vamos sujar-nos a sério.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

verdadeiro serviço público

A comunicação e a publicidade devem andar sempre de braço dado. Devem estar integradas. É o que dizem as regras e o que deve fazer qualquer empresa ou organização que se preze e que queira obter resultados.

No entanto, em certas causas, claramente a comunicação deve ser a escolha. Razão? Credibilidade!

Ontem, a SIC, na fantástica linha de reportagem e investigação que define o bom jornalismo da estação e que foi hoje mesmo merecedor de várias distinções da UNESCO, fez aquilo que defino como verdadeiro serviço público. Se tiverem tempo, vejam porquê.

Cerca de 30 minutos de uma intensa reportagem, repleta de relatos impressionantes na primeira pessoa, devem ter feito mais pela redução da sinistralidade rodoviária do que qualquer campanha feita pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) ou MAI. Inclusive do que esta que deu muito que falar, mas pelos motivos errados.



Se alguém medir o impacto destas campanhas, seria interessante ver se a minha teoria se confirma. Mas provavelmente nunca o vamos saber.

PS 1: Ao escrever este post tentei encontrar a campanha, da BBDO para a Galp e MAI, que tantas críticas gerou na imprensa e na blogosfera, em 2006. Espantem-se os mais incrédulos porque ela simplesmente desapareceu do youtube, sapo, briefing, MAI e Galp, e com ela todos os links ficaram sem efeito. Interessante, hein?

PS2: Infelizmente, a SIC continua a não disponibilizar os seus conteúdos em sites de partilha de vídeos como o Youtube (família Superstar não conta como conteúdos). Mesmo no seu site demoram a ficar disponíveis. Isto, claramente, não ajuda a que mais pessoas possam assistir a estas reportagens.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Muito obrigado!

A SIC ontem fez anos. Fez 16 anos e isso fez-me ver que já não vou para novo.

Mais do que parabéns, apraz-me dizer obrigado! Obrigado pela lufada de novidade, de mundo que trouxeram ao meu dia-a-dia. Em 1992, tinha eu 12 anos, acabados de completar, e a "caixa que mudou o mundo" transmitia apenas dois canais. Maus, porque a falta de concorrência não incentiva a fazer melhor. A Internet ainda era uma miragem, nós brincavamos na rua e éramos certamente mais felizes.

A SIC trouxe novas caras, outra informacao e uma nova escola de Comunicação. Trouxe novos conteúdos, mais entretenimento e sobretudo uma alternativa.

Os cenários de Taveira, as noites da má língua, as "maravilhas" importadas da RAI, e até mesmo o Big Show Sic - que claramente marcou uma nova forma de fazer televisão, animaram a vida de muitos rapazes e raparigas de 12 anos - o BSS menos.

Por tudo isto, mesmo pelo que não gostei, muito obrigado!

Começa agora uma nova fase da "televisão independente". Nuno Santos terá de mostrar que consegue mais e melhor que Penim, e inclusive do que ele próprio.

Cá estaremos para ver os resultados, mas desde já boa sorte.

sábado, 6 de setembro de 2008

Repetição Presidencial

Pegando na deixa do nosso "colega" do PiaR (aproveito para agradecer a simpática referência que nos foi feita) de facto, em Portugal, parece haver escassez de speechwriters. Que o diga Cavaco Silva que em menos de uma semana foi obrigado a repetir (ou quase) o mesmo discurso. Embora estivesse em países diferentes - Polónia e Eslováquia - o PR e o seu staff esqueceram-se que a audiência era a mesma - inclusive os jornalistas. Percalços... 

Valeu o "olho" atento da SIC. (É necessário ver a notícia quase até ao fim)

PS: Hoje em dia, o YouTube, como outros, são canais privilegiados que também contribuem para as audiências. A partilha de informação tem de ser mais célere, para se estar onde os consumidores - leia-se espectadores - estão. Fica a sugestão.