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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

bye bye Bush



caprichos de copy

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Obamania (segundo acto)


Foi com esta simpática ironia que a CNN recebeu muitos dos que quiseram assistir à tomada de posse de Barack Obama, em directo, via Internet, tal a afluência de visitantes. Em Portugal, a SIC online também não esteve muito melhor, tantas foram as visitas de ocasião, comprovando, uma vez mais, que este é um fenómeno global. 

A julgar por tudo isto, as expectativas (espero que pelos motivos certos) mantém-se elevadas e a Obamania parece não abrandar. A ver vamos os resultados.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

As coisas que nos enchem de orgulho


O fotógrafo oficial de Barack Obama é luso-descendente e o futuro cão da Casa Branca pode ser Português. Parabéns a ambos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

2008 - a figura do ano

Já o consideraram a mais importante figura do ano de 2008.

Depois destas fotos, arrisca-se a destronar Hugh Jackman, na lista dos mais sexys..

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Yes Honda Can

Anúncio do novo Honda Jazz. Inspired by Obama?

domingo, 23 de novembro de 2008

buzzófias apoia obama (#2)

Não querendo "fechar" a discussão em torno de alguns blogs, considero este comentário, tal como outros anteriormente feitos, merecedor de um esclarecimento.

Mas antes da resposta propriamente dita, permitam-me um apontamento. Luís Paixão Martins, LPM no mundo da comunicação, é, provavelmente e sem grandes margens para dúvidas, quem mais sabe disto em Portugal. Outros haverá que se colocam em bicos de pés, mas pela experiência e resultados alcançados, lidera destacado o mercado. Quando alguém assim nos coloca entre as suas referências é bom. Quando alguém com esta importância nos cita, é ainda melhor. Isto, claro, sem desprimor para qualquer das outras citações que já nos fizeram, igualmente importantes. Sei que os referidos nos compreendem e, quiçá, concordam.

Posto isto, gostaria de dizer o seguinte. A análise de LPM é correctíssima, e por isso, se, em algum momento no post que assinei em nome da equipa, pareceu estarmos a vangloriar a Grande Nação Americana ou o seu complexo sistema democrático, peço desculpas aos nossos leitores porque de facto não era a nossa intenção.

A América está longe de ser uma sociedade perfeita, mas acredito que agora está bastante melhor. É bom ter sonhos e ainda melhor ver que tudo é possível num país tão desigual como aquele. Com Obama, o American Dream parece ter-se reacendido... pelo menos até falir outro banco.

A questão que colocámos tem que ver com transparência (eu sei que isto vindo de alguém que assina com iniciais não deixa de ter a sua piada). Aqui ao lado, em Espanha para quem tem menor destreza geográfica, é clara a ideologia política dos principais periódicos - ABC, El Mundo ou El Pais, por exemplo. Tão clara, que é possível um leitor do El Mundo ter de vir a Portugal para descobrir as suspeitas sobre a orientação sexual de Mariano Rajoy, líder do PP Espanhol. 

Além disso, não foram apenas jornais Americanos a endossar Obama. O Financial Times, jornal económico inglês, também o apoiou. Mais uma vez, transparência fundamentada. 

De volta à plebe, deixo umas perguntas que, quanto a mim, não reflectem uma imprensa tão centrípeta quanto as campanhas nacionais.

Quando o Expresso, em plena campanha presidencial, faz capa com uma fotografia de Mário Soares débil, a sair amparado do interior de uma carruagem, o seu Director não sabe o impacto que essa escolha terá? Não será esta uma forma de “não apoio” dissimulada?

Quando em vésperas das mesmas eleições a SIC entrevista Mário Soares, em cenários absurdamente barulhentos, tornando quase imperceptível as suas palavras, terá sido apenas coincidência?

Não quero com isto estar a questionar intenções, nem as orientações políticas de uns e de outros, mas se elas fossem claras não o faria certamente! Pura e simplesmente já saberia à partida quais seriam e daí faria as minhas escolhas. 

O Independente, nos seus melhores tempos, aqueles onde, aparentemente, a redacção andava a toque de estimulantes, álcool e outros comprimidos, não era assumidamente um jornal de direita? Ainda assim não deixava de ter leitores de todas as facções, nem que fosse "só para dizer mal", como se faz tão bem por cá.

Será que em Portugal já não há jornais "amigos" de determinada força política ou Governo - nem que seja pela "cor" do seu Director?

Acredito sim, mas também que em Portugal não temos massa critica suficiente para manter financeiramente um jornal só à direita, ou apenas de esquerda. Que não temos Política nem políticos suficientemente indiferenciados. Que temos um País maioritariamente analfabeto, de costas voltadas para quase tudo o que não seja o seu umbigo (e o futebol), e que, embora tenha vivido uma das mais longas ditaduras Europeias há tão somente duas gerações, já não vota. Acredito que dificilmente este país "alimentaria" um sector bipartido já de si a viver dias muito difíceis. Acredito sim, que vivemos num País que já não acredita.

sábado, 15 de novembro de 2008

Governação 2.0


Muito falámos neste Blog das eleiçõees norte-americanas e do facto de serem as primeiras eleições onde verdadeiramente se sentiu a presença da web 2.0. De acordo com as notícias diárias que nos chegam dos Estados Unidos, a vitória de Obama vai traduzir-se também na primeira governação 2.0.

O presidente eleito já anunciou uma série de medidas que tiram o eleitarado do seu papel passivo, oferecendo-lhe poder de intervenção, dando-lhe voz. Uma das que merece destaque é a criação de uma mailing list para onde Obama enviará regularmente e-mails dando conta das suas políticas de governação. E essas missivas electrónicas visam também gerar a angariação de cada vez mais e-mails para a referida mailing list.

Porém, esta não será apenas uma comunicação de uma via. Todos os receptores dessas mensagens serão convidados a responder, a dar os seus inputs, opiniões, partilharem as suas preocupações e soluções. Num país tão grande, com 50 estados e realidades tão díspares em cada um deles, a governação Web 2.0 será sem dúvida uma forma de estar mais próximo de cada cidadão. Esta é apenas uma das acções anunciadas, pois muitas outras estão na forja: mensagem aúdio semanal no youtube, site para partilha de opiniões, etc.

Obama ainda não tomou posse, mas sem dúvida que a expectativa dos americanos e do mundo é enorme. Mais uma vez deve pelo menos tirar-se o chapéu por estar um passo mais à frente dos demais. Esperemos que este exemplo sirva para que outros o sigam, pois copiar o que é bem feito não é motivo de vergonha, antes pelo contrário.

Se há uns que tanto se orgulham da sua capacidade de inovação, com o lançamento de computadores e promoção do acesso a todos às novas tecnologias de informação, talvez seja a hora de abrirem bem os olhos e seguirem de perto este exemplo pioneiro de governação 2.0.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

The Oprah Effect


Hoje, na CNN, logo de manhã, entrevistavam a Oprah Winfrey, que estava em Chicago a acompanhar o discurso de vitória de Barack Obama - aliás, no video do post anterior, esta é filmada a chorar enquanto Obama fala.

Na entrevista, falava-se do Oprah Effect: a apresentadora, uma das figuras mais poderosas do panorama televisivo norte-americano e com um poder inegável junto do seu público, declarou abertamente o seu apoio ao candidato democrata. Na altura, em entrevista ao Larry King Live, Oprah disse:


“Well the truth of the matter is, whether I contribute or not contribute, you are limited to how much you contribute, so my money isn’t going to make any difference to him. I think that my value to him, my support of him, is probably worth more than any check.”


Hoje, na CNN, avançaram com um valor: 1 milhão de votos.

o dia O

Pegando no que já foi escrito aqui sobre a eleição de Barack Obama, também penso que, dentro de alguns anos, muitos de nós se lembrarão onde estavam e o que faziam quando Obama ganhou. Sim, este pode ter sido um dia decisivo. Agora, falta ver até que ponto.

Por isso, aqui fica o vídeo do discurso de vitória.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

buzzófias apoia Barack Obama


É o apoio que faltava ao candidato democrata e pelo qual a América esperava. Sabemos da importância deste endosso e do peso que tem esta nossa posição juntos dos nossos leitores, e por isso não resistimos a deixar a nossa marca na história dos EUA, e, por consequência, Mundial.

Brincadeiras à parte, os meios de comunicação (sim, também somos um!) podem ter posições definidas e claras. Não devem ser os leitores, ouvintes e espectadores a adivinhar e a presumir, pelas palavras enviesadas de quem os faz. Não basta parecer transparente, "às vezes" também é necessário sê-lo, porque influências todos têm!

Depois de Financial Times, Chicago Tribune e de muitos outros (cerca de 134) meios de comunicação, nós também apoiamos Obama.

PS: Da última vez que isto aconteceu em Portugal, o meio deu-se mal...

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Press For Change


A um dia das eleições, um exemplo perfeito de marketing de guerrilha. É só imprimir as etiquetas e espalhar...

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Financial Times pró Obama (?)

O Financial Times declarou o seu apoio a Obama. Dizem que as suas políticas são as melhores em todas as áreas... excepto na área económica.

Mmmmmm, sou só eu ou a economia é o ponto mais importante para os leitores do Financial Times?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

8 anos depois...

"Waaaaaaassup???!!"

Ninguém ficou indiferente à "frase" feita onomatopeia que publicitou a mais famosa das cervejas americanas à oito anos atrás...

Os protagonistas do anúncio original da Budweiser voltam a juntar-se para uma versão actualizada do pequeno filme advocando a "mudança"...

Original 2000:


Nova versão 2008:

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Talk to your parents about John Mccain



"Just because everyone your age is doing it, doesn't make it cool"

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Eleições Americanas

Voltando ao tema das eleições americanas, mais duas pérolas.



O primeiro, o vídeo divulgado no site TheGreatSchlep, onde a comediante Sarah Silverman apela aos netos de judeus que se desloquem à Flórida - conhecida pela sua enorme "colónia" de reformados judeus - e convençam os seus avós a votar em Obama. Silverman vende a ideia desta forma: os avós que votarem em Barack, ainda recebem uma visita dos netos este ano, os que não votarem... bom, como a própria diz: "If they vote for Barack Obama, they're going to get another visit this year. If not, let's just hope they stay healthy until next year."

Para não deixarmos John Mccain sempre de fora, aqui fica um site com a lista de todas as coisas mais jovens que o candidato republicano.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Forma e Conteúdo

Na caixa de comments descubro reacções apaixonadas à campanha de Obama. É uma boa campanha. Comove e tem, aparentemente, unido os americanos por uma causa, ao mesmo tempo que os trouxe de volta à política.

Sei que apenas uma muito pequena minoria se preocupa com o conteúdo que os políticos têm para oferecer. É que para "mudar" os Estados Unidos é preciso mais do que bons virais e bons discursos. E das ferramentas necessárias ainda não vi grande coisa. É que as multidões depois de galvanizadas, podem tornar-se exigentes e espero mesmo que a equipa de Obama esteja a pensar nos tempos que se seguem ao 4 de Novembro.

Na caixa de comments em baixo, os meus colegas JC e ICS, falaram de "politiquices", "politicas", "medidas" e "lei". Adoro os virais de Obama, o seu sucesso no Facebook, os seus discursos. Mas é bom que ele domine as políticas, as medidas e a lei. É que sem elas não "muda" nada.

O início da Obamania




e tudo começou com isto.

Obamania



Ou como um homem se transformou numa marca.