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segunda-feira, 2 de maio de 2011

enquanto isso, por cá....

depois disto... (tinha corrido tão bem com Isabel Alçada, não tinha?)


temos este hino.

Que os mentores da campanha do PSD eram de nacionalidade brasileira já se sabia, mas desconhecia que era a equipa de Duda Mendonça.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Assalto a Lisboa



Apostas abertas: filme de cowboys ou comédia tola?

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Debate capital


Independentemente do que os candidatos disseram ou deixaram de dizer no "Debate Capital" de ontem, já lá vou, gostava de destacar uns detalhes que, regra geral, passam despercebidos a muitos eleitores.

Transporte: António Costa chegou à SIC de Smart e Pedro Santana Lopes a pé (os estúdios da SIC são em Carnaxide, a 20 minutos de carro do centro de Lisboa).

Indumentária: Trajavam roupa semelhante, sóbria. Fato em tons de azul, com gravata azul - a de AC lisa, a de SL mais arrojada. Nem um elemento da cor comum às duas candidaturas, o verde.

Linguagem corporal: AC calmo, tranquilo na cadeira; SL muito agitado, nervoso (saltou várias vezes da cadeira, ajeitou muito o colarinho) e exuberante nos gestos - mais do que o normal, inclusive por várias vezes as suas mãos "atravessaram" o ecrã.

Atitudes: PSL mais atacante, chegando a ser agressivo, com rasgos deselegantes; AC educado, sorridente e sereno, com comentários jocosos, para irritar o adversário (o que conseguiu por algumas vezes).

Ambos tinham um dossier de apoio sobre a mesa.

Nada isto é fruto do acaso. Estas coisas são trabalhadas, bem ou mal, pelos assessores e consultores, dias antes do embate, para que nada falhe. Horas e ver entrevistas, a estudar os temas e os tiques (pontos fracos) do oponente.

Acontece que neste caso houve uma coisa de falhou. Ficámos (lisboetas) na mesma. Sou levado a concordar com Inês Serra Lopes, hoje no i, quando diz que assistimos mais a uma guerra de egos, do que a uma troca de ideias sobre Lisboa.

Num debate de 45 minutos, estar 30 a discutir números e a culpa dos mesmos, não acrescenta nada de novo. Falar de passivo, activo, dívida a fornecedores, a curto, longo prazo e outros tantos vocábulos contabilisticos passa ao lado da grande maioria dos espectadores. Para mais quando se fala na ordem dos milhões.

AC, ao manter o discurso das finanças, o seu trabalho meritório, está a jogar o jogo de SL. As pessoas ficam confusas e desligam. PSL é forte no soundbyte e acaba por marcar o debate.

Ainda falta muito e pode ser que no próximo se fale menos de passado e mais de futuro, porque no fundo é isso que está em causa. O futuro.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Política "tu é que és"

Ainda antes do debate de hoje à noite na SIC e SIC Notícias, a troca de galhardetes entre os dois principais candidatos à autarquia lisboeta, Pedro Santana Lopes e António Costa, há muito que circula pela Internet.

Depois das "Grandes Entrevistas" a Judite Sousa, primeiro PSL e depois AC, a candidatura do actual presidente da Câmara colocou no seu site, e noutros de partilha de vídeos, excertos das últimas entrevistas de PSL, apontando, com uma buzinadela, e corrigindo as suas alegadas inverdades. Quando a mim, peça interessante e válida no combate político.

Até aqui, até à era da Web 2.0, da partilha instantânea e simples, era difícil fazer isto. Qualquer político podia dizer, essencialmente, o que lhe apetecesse, sem que houvesse o necessário contraditório. Sim, os jornalistas podem e devem fazer esse trabalho, mas a verdade é que raramente o fazem, sobretudo por falta de tempo. Perde-se a credibilidade da comunicação, mas pode ganhar-se verdade.

É certo que esta arma, tal como o "jornalismo do cidadão", tem os seus perigos (mais uma vez, quem está do outro lado pode distorcer os factos ou mentir em vez de repor a verdade), no entanto coloca mais pressão sobre os políticos. É uma forma de tornar os discursos e as entrevistas mais precisas e coerentes, a bem do fim da demagogia.

Quanto à resposta de PSL essa não tardou. Através do blog da candidatura, colocaram no ar um vídeo onde AC dava o mesmo erro ou dizia a mesma inverdade que PSL tinha repetido uns dias antes. No entanto, fizeram-no de uma forma infantil, ao pior género da política "tu é que és"! Ou seja, nada de novo e uma aparente concordância com o que surge no vídeo feito por AC.


Pergunto eu: Isto não é insultar o eleitor? Campanhas onde se esgrimem argumentos de forma infantil, ao estilo "Gato Fedorento", é suposto esclarecer o quê? Um candidato acusa outro de faltar à verdade e o outro limita-se a deitar a língua de fora?

Depois admiram-se que os eleitores os coloquem de castigo...

Ficam os vídeos, por ordem de aparição.


(este vídeo foi editado pela candidatura em relação ao original, já não surge a alegada inverdade dita por PSL e repetida dias depois por AC)


domingo, 31 de maio de 2009

Europeias 09 Remix






Alguns dos cartazes das eleições europeias resmiturados por Jorge Martins Rosa, escandalosamente pilhados da sua página de Facebook (era impossível resistir).

terça-feira, 19 de maio de 2009

Less is more?


E depois disto, o PSD diz que é o partido com mais presença on-line.


O director para as campanhas eleitorais do PSD, Agostinho Branquinho, declarou ao I que a génese desta presença foi fenómeno de recolha de donativos online de Barack Obama durante a sua campanha para a presidência dos Estados Unidos - a plataforma online mybarackobama.com teve três milhões de donativos pessoais e gerou receitas de 370 milhões de euros.


Claramente, as semelhanças terminam por aí.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

V de Visão


Sou só eu ou a imagem criada para o "Fórum Portugal de Verdade" do PSD vai trazer problemas a Manuela Ferreira Leite, mais cedo ou mais tarde.

Quem, no seu perfeito juízo, é que desenha uma imagem para utilizar atrás da líder do partido, com dois dedos em "V", mais ou menos, na zona da cabeça? Se a ideia era ridicularizar MFL, parabéns! Coisa de criativos...

Felizmente, segundo as notícias, já foi contratada uma equipa de consultores de comunicação e imagem que já deve estar entretida com estes "detalhes" - o "Piquenas" já lá vai.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Piu Piu


Segundo o site do Público, o twitter do deputado do PSD, Pedro Duarte, foi violado!
Sem apelo nem agravo, algum mal-intencionado e maroto hacker, certamente da extrema-esquerda e defensor dessa coisa estranha que é o casamento entre pessoas do mesmo sexo, terá penetrado no twitter do ex-líder da juventude social-democrata, terá escrito um tweet bem puxadinho e ordinareco contra uma das convidadas do Prós & Contras, saindo sem se despedir.

Dizem as más línguas que a desculpa apresentada por Pedro Duarte soa a esfarrapada e que quando o deputado se apercebeu da barbaridade que tinha dito e das reacções que isso provocou - sim porque a twittosfera também se indigna - depressa empurrou as culpas para as vulnerabilidades da plataforma. Ainda para mais, segundo o próprio "tinha uma password bastante simples". Talvez 1234, ou o nome do cão ou do gato... ingenuidade, Pedro!

Se de facto se confirmar a intromissão é muito grave e justificação suficiente para o deputado, que entretanto suspendeu a conta para averiguações, exigir explicações ao próprio Twitter. Até porque à mulher de César...

Independentemente de quem tem razão, na minha opinião, existem demasiadas pessoas a usar o twitter como uma espécie de mIRC moderno, um msg sem fronteiras onde, aparentemente se está a escrever para uns amigos, mas que no fundo, milhares de pessoas podem ler.

Por isso, atenção ao que escrevem hoje, porque há sempre alguém, mal-intencionado, que pode fazer disso uma arma amanhã.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Pôr-se a jeito...

"Eu não acredito em reformas quando se está em democracia (...) não sei se não seria bom haver seis meses sem democracia" para pôr "tudo na ordem".

A frase, plena de soundbyte, podia ter sido proferida por algum líder de um Governo "democrático" da América do Sul ou do continente Africano, mas não. Os créditos são mais uma vez de Manuela Ferreira Leite, líder do PSD (relembrar esta).

Em democracia também é fundamental a existência de uma oposição forte ao poder central. Em Portugal, ultimamente, não temos assistido a grande coisa e a julgar por estas palavras sábias, não vamos ver tão cedo.

Pediram que a sra. quebrasse o silêncio, agora desesperem para que se volte a calar.