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domingo, 27 de março de 2011

Sporting

A trapalhada das eleições do SCP bem apanhada aqui.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A responsabilização das mensagens

Para qualquer estudante da área da comunicação, uma das primeiras coisas a ser ensinada é o poder da mensagem, o seu alcance e efeitos no emissor. A questão que se levanta é se todos aqueles que têm visibilidade mediática têm consciência do alcance das suas palavras.

O Nobel da Economia, Paul Krugman (que esteve em destaque em Portugal esta semana devido às críticas à taxa de juro da venda da dívida pública) assina hoje um artigo muito interessante no jornal I, acerca da responsabilidade do partido Republicano no massacre do Arizona no fim-de-semana passado, em que um jovem, com perturbações mentais, tentou matar uma congressista, acabando por tirar a vida a mais 9 pessoas.

A retórica de Sarah Palin e alguns dos seus fiéis lacaios pode ter sido o dínamo para esta massacre, segundo Krugman, como já havia acontecido no fim da era Clinton com o atentado de Oklahoma, de acordo com o economista.

Deixo apenas um breve pensamento: sorte a de José Sócrates ter nascido em Portugal. Fosse ele Presidente dos EUA e a esta hora já um maluco qualquer o tinha crivado de balas...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Migalhas






"Revista cultural em formato toalha de mesa", assim se define "Migalhas". Para que não restem duvidas é mesmo uma toalha de papel individual, daquelas de se colocam debaixo do prato ao almoço mas com sugestões culturais. Simples, não é?

Numa época em que o online é que está a dar é interessante ver novos projectos a surgir em papel. Vai na terceira edição.

Mais Migalhas aqui ou aqui.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Greve para uns, grave para outros


O timing e a capacidade de ver oportunidades nas ameaças (sobretudo nas dos outros) são duas características do (bom) consultor de comunicação.

Juntando a isto um título sugestivo (“Quem ainda precisa dos pilotos da TAP?”) e alguma provocação e o resultado é uma óptima cobertura mediática da campanha de Páscoa da Ryanair.

E a baixo custo, como gostam.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Para refletir*

"Para se defender a liberdade de imprensa não se podem violar os mais elementares direitos civis. Eu não quero a pata do Governo na comunicação social. Mas também não quero, seguramente, a pata dos jornalistas nos nossos telefones."

Daniel Oliveira no Expresso online.

Na era das petições online, digam-me onde está esta que assino por baixo.

E é impressão minha ou a comunicação social, na ânsia de derrubar o Governo, está a ajudar o país a retroceder uns anos, talvez uns 36?

* Este post foi escrito de acordo com o novo acordo ortográfico, porque nós somos modernos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

How to report the news



Às vezes tenho a sensação de que são todas assim.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Detalhes #2

Vendo o vídeo da Next Power três detalhes saltam logo à atenção - outros haverá:

- Bandeira do Município de Lisboa (Darth Vader?)
- garrafa de Vitamin Water (provocação à concorrência?)
- Pacote de Maizena (temos candidato?)

A subtileza da provocação no seu melhor. E com humor, como eu gosto!


PS: Gosto de ver pessoas com quem trabalhei a aparecer na "TV".

Cantona, jornalistas e gaivotas


" 'Quando as gaivotas seguem a traineira, é porque pensam que as sardinhas vão ser atiradas ao mar'. Não é Albert Camus, nem Jean-Paul Satre. É Cantona. Eric Cantona"

Retirado do jornal i. Declaração dirigida aos jornalistas, depois da audiência que se seguiu ao célebre pontapé num adepto que terminou com a carreira do "enfant terible", e na qual pediu desculpa, entre outros, à prostituta com quem dividiu a cama na noite anterior.

É um excelente apontamento de comunicação, bem ao estilo de Cantona, e que, numa tradução livre, expõe a sede por sangue de alguns jornalistas (imagem bem actual face a tendência vampiresca final de 2009/2010).

Ao que parece, as camisolas com esta frase venderam, na altura, como pãezinhos quentes.

Ah! E com isto, o jornal i pôs-me a ler desporto.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Um balneário cheio de ratos

A crise que desde a madrugada de ontem assola o Sporting Clube Portugal é o paradigma de como não deve trabalhar um departamento de comunicação. A surpresa só seria surpresa caso não se soubesse quem é a empresa responsável pela comunicação do clube de Alvalade.

Um problema que aconteceu no balneário era de conhecimento público pouco depois. Entretanto, já esta tarde, o capitão João Moutinho leu uma carta de despedida, da qual já se conhece o teor.

Parece que o balneário do Sporting é um barco a meter água por todos os lados, onde os primeiros a fugir são os ratos.

Esta é uma situação inadmissível em qualquer instituição. Não há qualquer controlo do que sai para fora das paredes da organização. Por isso, para quem gere o clube, a questão principal que se impõe não é a demissão ou não demissão do Ricardo Sá Pinto mas, acima de tudo, exigir contas a quem tem a responsabilidade da gestão da comunicação do Sporting.

Será que vão rolar cabeças, ou a estrutura administrativa do Sporting não consegue perceber que, acima de tudo, esta é uma crise comunicacional?

sábado, 12 de dezembro de 2009

O buraco 19 de Tiger Woods


Mais recente, ou última, a ver vamos, campanha de Tiger Woods para a Accenture, e que foi ontem retirada do site da consultora.

A razão pode bem ter sido o que Woods pretende fazer a seguir (What he will do next).

Em poucos dias, o número 1 do golfe e o mais bem pago desportista do mundo passou de exemplo a seguir a muito mau exemplo, na sequência do(s) escândalo(s) sexual(is) de Tiger Woods, que têm sido divulgados a conta-gotas, na sequência de um desastre de automóvel que envolveu o golfista. Confusos? Também eu.

Citando a Bloomberg "No. 1 golfer has seen his ranking among celebrity endorsers plunge to 24th from sixth since reports of his extramarital affairs surfaced last month. The publicity surrounding Woods may taint Accenture’s brand more than other sponsors because the company’s ads tie him so closely to its values".

Se na semana passada todos os patrocinadores garantiam a continuidade em Woods, hoje parece não ser bem assim. E, ou muito me engano, o mal é sair o primeiro.

Um dos problemas do endorsement é que assenta em pessoas e na sua notoriedade, e por muito que elas se identifiquem com as marcas, e vice-versa, nunca serão perfeitas. Aparentemente, como as marcas o são.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Coerência

Este post vai ser longo.

Ontem estreou o single do próximo álbum dos Pearl Jam (PJ), que sairá em Outubro. The Fixer é o nome da faixa de apresentação do primeiro álbum de original da banda desde 2006.

Acontece que esta não foi a primeira vez que se ouviu o single. Há uns meses atrás, 300 pessoas tiveram oportunidade de ver e ouvir um concerto exclusivo e secreto que os PJ deram em Seattle, onde foi tocada esta mesma música, várias vezes, no espectáculo que também serviu para a gravação de um anúncio, realizado por David Cameron, para o gigante norte-americano de retalho "Target", que irá assegurar a distribuição não-exclusiva do álbum nos EUA. Os convites foram enviados a bloggers, apenas com a indicação do local e de que se tratava de um concerto rock de que iriam gostar.

Nada de mais, não fosse a política de independência da banda de Seattle. A banda sempre se recusou a vender músicas para anúncios, sempre foi critica das políticas comerciais agressivas das editoras e sempre manteve uma relação muito especial e próxima com os fãs.

Acontece também que este é o primeiro álbum do grupo fora da alçada da Sony, fora de uma rede de distribuição abrangente e rentável. É o primeiro álbum que obriga a banda a sair da sua zona de conforto para vender. É o primeiro álbum que obriga a banda a repensar as regras.

Os bloggers convidados, obviamente, não resistiram a escrever sobre a experiência, mas acabaram por retirar os textos dos seus blogs. Muito provavelmente a pedido da banda (supostamente os participantes assinaram um acordo que os proibia de revelar detalhes do concerto) e na sequência dos rumores e da "má imprensa" que se seguiu.

Não chegava "vender a alma ao diabo" (a Target, neste caso), como ainda por cima se esqueceram dos fãs.

Não é possível criar uma "tribo" e mudar as regras a meio do jogo sem com isso perder seguidores. A coerência (ou a falta dela) e o perfil não podem, ou não devem, mudar, a não ser que haja razões extremas para que isso aconteça. E mesmo assim, a forma como isso se faz e comunica deve ser alvo de cuidados redobrados.

Isto é uma regra básica da vida, que qualquer criança de primeiro ciclo já deve saber.

Disclaimer: Não me incluo no grupo de fãs indignados.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Melancómico

"Hoje, o jornalismo de investigação em Portugal resume-se a colocar o nome de uma pessoa no google e depois carregar no enter".

Been there!

Post sempre pertinente e bem-humorado do ilustre "prof." Nuno Costa Santos (em versão crónica do RCP).

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sinais

Curta sobre a forma como usamos "sinais" para comunicar.
Pela Publicis Mojo e Radicalmedia.

...Porque por vezes nos esquecemos do que realmente é "comunicação".



Nota: Depressa vão perceber que abrir o site da Publicis Mojo devia ser um exercício diário de auto-estima intelectual.

Os antípodas a dar cartas... a baralhar... e a ganharem o jogo.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

verdadeiro serviço público

A comunicação e a publicidade devem andar sempre de braço dado. Devem estar integradas. É o que dizem as regras e o que deve fazer qualquer empresa ou organização que se preze e que queira obter resultados.

No entanto, em certas causas, claramente a comunicação deve ser a escolha. Razão? Credibilidade!

Ontem, a SIC, na fantástica linha de reportagem e investigação que define o bom jornalismo da estação e que foi hoje mesmo merecedor de várias distinções da UNESCO, fez aquilo que defino como verdadeiro serviço público. Se tiverem tempo, vejam porquê.

Cerca de 30 minutos de uma intensa reportagem, repleta de relatos impressionantes na primeira pessoa, devem ter feito mais pela redução da sinistralidade rodoviária do que qualquer campanha feita pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) ou MAI. Inclusive do que esta que deu muito que falar, mas pelos motivos errados.



Se alguém medir o impacto destas campanhas, seria interessante ver se a minha teoria se confirma. Mas provavelmente nunca o vamos saber.

PS 1: Ao escrever este post tentei encontrar a campanha, da BBDO para a Galp e MAI, que tantas críticas gerou na imprensa e na blogosfera, em 2006. Espantem-se os mais incrédulos porque ela simplesmente desapareceu do youtube, sapo, briefing, MAI e Galp, e com ela todos os links ficaram sem efeito. Interessante, hein?

PS2: Infelizmente, a SIC continua a não disponibilizar os seus conteúdos em sites de partilha de vídeos como o Youtube (família Superstar não conta como conteúdos). Mesmo no seu site demoram a ficar disponíveis. Isto, claramente, não ajuda a que mais pessoas possam assistir a estas reportagens.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

domingo, 14 de setembro de 2008

A tentação segundo Madonna

É hoje um dos concertos do ano. Aquela que é para muitos a diva da pop Mundial está em Portugal e isso, naturalmente, suscita o maior interesse dos media. O que vai comer, onde vai ficar, quais as exigências, etc. preenchem páginas e fazem correr tinta nos jornais. Mas, uma notícia chama a atenção: a segurança.

Por norma secreta, a segurança do evento tornou-se notícia através de um comunicado oficial que, quarta-feira, “aterrou” nas redacções.

Com ele também a agência de comunicação da empresa de segurança se tornou notícia. Não pela excelente estratégia ou pela exemplar acção de comunicação, mas sim pela tentativa frustrada de reparar o erro de divulgar informação vista como confidencial pela organização.

Duas coisas que habitualmente devem ser discretas, tornaram-se noticia e pelas razões erradas. Em comunicação, a tentação de apresentar resultados nunca se deve sobrepor à capacidade de aconselhamento e ao bom-senso. 

Actualmente, a segurança - ainda para mais de uma vedeta mundial - é tema sensível e cliente e agência should know better.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Gerar buzz...

Nisto da blogosfera… há que estar atento. É que existe muita gente que não tem mais nada para fazer…

Os nossos amigos do PiaR, criaram o desafio “Word Of Mouth”. E em boa hora o fizeram. Aparentemente por sugestão do caríssimo Rui.

A última intervenção no “Word Of Mouth” do PiaR foi de João Duarte, que enumera (a primeira parte) do “Cardápio informativo de um consultor sedutor”.

Pois é João, vou pegar aqui:

- Entretenimento
- Polémica
- Conflito

Para ir para aqui:

Na newsletter de hoje da Briefing é noticiada a “inauguração” do blogue de José Manuel Costa CEO da GCI (Referida na notícia como CGI, não uma, mas duas vezes). Uma inauguração um pouco desfasada do tempo real, uma vez que o blogue data o último post de 8 Agosto (Será que estivemos a fazer posts durante um mês para os por on-line apenas agora? Ou a Briefing só deu pelo blogue hoje de manhã?)

José Manuel Costa foi, também, convidado para a uma intervenção no Word Of Mouth do PiaR. O post surgiu ontem, 8 de Setembro… Mas ao invés de criar um novo post, assina o mesmo post que criou para o seu próprio blogue no dia 26 de Agosto.

Será que isto era uma espécie de teaser do seu próprio blogue que inaugurava oficialmente no dia seguinte? Será que o blogue de José Manuel Costa, de facto, só se tornou público hoje? Faria sentido, mas para a próxima acho que devia atentar na estratégia (melhor, e mais adaptada ao meio em questão) do já referido João Duarte, que deixou a segunda parte do “Cardápio informativo de um consultor sedutor” para o seu próprio blogue…

E, citando José Manuel Costa, não levem nada disto a peito, estamos apenas a “…gerar buzz…”, afinal de contas, somos o Buzzófias.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

100

Segundo a BBC, a Rainha Isabel II decidiu deixar de enviar um telegrama quando alguém, no Reino Unido, completa 100 anos.

Poupança? Farta de escrever a cada vez mais idosos que suavemente completam o centenário?Mais do que fazer?

Não.

É que até a Rainha já sabe que os telegramas são tão last season...