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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Advertising killed MySpace?


Artigo interessante na edição deste fim-de-semana do FT sobre o MySpace, um dos fenómenos da web 2.0..

Uma das razões apontadas para a queda daquele que parecia ser the next big thing da Internet terá sido o modelo adoptado, demasiado "poluído" pela publicidade, afectando, inclusive, directamente, a experiência do utilizador.

A comunidade, a tribo, pela qual Murdoch pagou $580 milhões, terá sentido que aquele já não era o seu espaço e desertou para outras paragens como o Facebook ou o Twitter.

O resultado poderá ser um regresso às origens do MySpace, mais focado nos conteúdos de TV, filmes e música, ou seja, “the place where content gets socialised”. A ver vamos se ainda vai a tempo.

Pessoalmente, julgo que a web 2.0. vive muito destes fenómenos explosivos, de grandes sucessos que se vão apagando à medida que o fogo esmorece.

As comunidades que os (nos) "alimentam" são mais voláteis, cansam-se mais depressa e precisam de mais incentivos. Aos primeiros sinais de arrefecimento trocam de parceiro. Todos querem experimentar, mas nem todos vivem a experiência.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Unidade

Parece que cada vez mais caminhamos para uma unificação total. Fala-se, em determinados círculos, na possibilidade de avançarmos para uma moeda única universal, um governo único, etc. Enquanto isto não passa de ficção, até ver, parece que caminhamos isso sim para uma unidade nas redes sociais.

Christopher Moser, responsável para a Península Ibérica da rede social Myspace, esteve em Portugal e em entrevista ao Público admitiu que esse é o caminho para as redes sociais. Um só log in, uma só plataforma, onde podemos consultar todas as redes sociais às quais pertencemos.

Sem dúvida que é mais prático, mas nesse caso, qual será o futuro da publicidade a este nível. Os anunciantes já não terão de fazer campanhas directamente nas redes sociais mas sim nessa plataforma única? E nesse caso, para quem reverterão os investimentos publicitários? Para qual das redes sociais?

O caminho parece estar definido, falta limar estas arestas.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Lock up your daughters


Por várias vezes fizemos aqui e ali o elogio das redes sociais.

Mas infelizmente a partilha tem destas coisas. Além das boas intenções, as redes sociais estão repletas de tarados (pelo menos 90 mil a avaliar pelos dados do MySpace) à procura de informações preciosas que possam usar contra as presas. 

Ler notícia aqui.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

chinese democracy


Dezassete anos depois do último álbum de originais, os Guns N' Roses editaram, ontem, "Chinese Democracy". Este álbum teve um "parto difícil", mais concretamente de 14 anos, durante os quais saíram todos os elementos da banda excepto Axel Rose, o vocalista do grupo.

A confiança na edição deste álbum era tanta (ou tão pouca), que, em Março, a empresa de bebidas Dr Pepper, prometeu oferecer um refrigerante a cada Americano (excepto os anteriores guitarristas da banda Slash e Buckethead), caso o álbum visse a luz (do laser do leitor de CD's), ainda em 2008. Exactamente, qualquer coisa como 305 milhões de latas de sumo à borla! Agora que o álbum saiu, restou a Dr Pepper cumprir com o prometido, através de um sistema de cupões entregues via site.

Esta, entre outras acções, fazia parte de uma estratégia planeada pela agência da Dr Pepper e dos Guns N' Roses, que, por acaso, é a mesma.

Por enquanto, a estratégia está a funcionar e o lançamento a ser um sucesso.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Orgulho nacional

Portugal tem mais um motivo para se encher de orgulho. Sacudam a poeira das bandeiras, vistam as camisolas desbotadas e afinem as gargantas porque voltámos a ter motivos para sorrir. 

Não, a crise não passou. Sim, é verdade que Cristiano Ronaldo foi considerado pelos seus congéneres como o melhor jogador da época passada, mas ao pé disto isso não é nada (mesmo sem ser ao pé disto tem a importância que tem). 

O motivo do nosso contentamento chama-se Sofia, a utilizadora "espanhola" do myspace com mais amiguinhos virtuais. Esta jovem de 24 anos, que na verdade é natural de Lisboa - ou da Bobadela, tanto faz - tem como grande feito na vida ter mais de 129 000 "amigos" no myspace (actualmente, depois da notícia, já são mais de 134 000). Na vida real tem menos de 10. Interessante, não?

Esta bonita estória de vida foi publicada este sábado no El País

PS: Interessante também o ar "angelical" da foto do El Pais a contrastar com o ar "menos angelical" - para ser simpático - do perfil.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

ID ME:to be the same

Sê verdinho e amigo.
Não poluas. Separa o lixo. Planta qualquer coisa que devolva oxigénio. Ajuda o próximo. Não lixes ninguém.


Partilha. Contribui.

Parece.
Mesmo que não Sejas.

Compra. Compra. Compra.

Porque TU mereces.
Compensa. Vive tudo. Senão falhas.
Escolhe à tua medida.

Como e quando quiseres.

Imagem.
Equipa o corpo. Traduz o que gostas.
O que julgas que gostam.

Personaliza os nike. O mini. O myspace.
Produz o que queres consumir.
Cria. Há arte em todos.

Trabalha-te. Molda-te.
Vende-te.

Cria
buzz com ou sem buzzófia.

És uma marca.
Desenvolve uma estratégia e posiciona-te.
Estás em mercado aberto e és especial.
Entre outros.

Entre os que Parecem.
: os que São
: e os que ainda não perceberam…

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Love is all you need

Um par pouco provável:
Por um lado, uma marca francesa de joalharia, que enche o imaginário das brides to be, e por outro, uma das companhias americanas mais cool.

Quem?
Cartier e Myspace.

Porquê?
A marca francesa queria atingir um novo público, que não sonha com O anel de diamantes, mantendo uma aura de atracção e encanto, e criar novas plataformas para lançar a sua nova colecção: Love Collection.

E como se chega lá?
Com muito amor. Por isso, criaram uma página personalizada no Myspace, lovebycartier. Na lista de amigos da marca estão artistas como Lou Reed, Marion Cotillard, os Phoenix e o Sting. Alguns destes "amigos" da marca, escreveram músicas inspiradas pelo desafio lançado pela marca: "how far will you go for love?".

A ideia é boa, o material artísitico que reuniram é muito bom. Já a adaptação da página da rede social a um conceito de paixão e amor não é inteiramente feliz - falta, exactamente aquilo que querem transmitir. AMOR.

E, nesta altura, as marcas não se podem deixar enganar: digital, mas emocional.