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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Why dictators are going digital

E se o mundo da liberdade, onde qualquer pode ter voz, que é a Internet, pudesse virar uma arma para os regimes totalitários controlarem os povos subjugados e assim prevenir eventuais revoltas e subversões? Esta é a teoria de Evgeny Morozov, habitual colaborador do The Economist, que acaba de lançar um livro que põe em causa o carácter pró-democrático que é commumente atribuído à Internet.

Fazendo jus ao ditado português "Com papas e bolos se enganam os tolos", também este autor bielorruso questiona o papel da Internet na eliminação da consciência política dos cidadãos, através do fácil acesso a um conjunto de formas de entretenimento que diminui fortemente a massa crítica das sociedades para lutar contra os regimes totalitários.

Um visão diferente e, acima de tudo, extremamente pertinente que o The Economist nos dá a conhecer aqui.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

And all goes down to the internet

De acordo com Agência Financeira, a Internet está quase a tirar lugar à TV na procura de informação nos EUA. E se a este facto juntarmos a notícia de hoje do Diário Económico, que refere que a Internet e o Cabo irão salvar o investimento publicitário de 2011, parece que a conclusão começa a ser óbvia: chegou a hora de apostar as fichas todas na Internet. Quer da parte dos anunciantes, que poderão tirar maior retorno para as suas marcas através desta plataforma, quer para os grandes grupos de comunicação, que terão na Internet a sua maior fonte de receitas.

E se todos definitivamente se aperceberem desta realidade, por certo que rapidamente assistiremos às mais diversas formas de inovação na Web, já que esta é a única plataforma que poderá garantir a interactividade que as marcas e os consumidores cada vez mais exigem.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Os junkies das novas tecnologias

A partir de agora novas expressões ganham vida, tais como: "Estou a ressacar do Facebook" ou "Sou o António Soares, tenho 42 anos, e sou um viciado no Twitter" ou ainda "Estou há 20 dias sem ir ao MSN mas quero pensar num dia de cada vez para me sentir curado".

O Homem é um animal de hábitos... e de vícios. Pelos vistos as Novas Tecnologias são o vício do Séc. XXI, mas ao menos fazem menos mal à saúde do que outros.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Morte lenta

É uma discussão recorrente. Os argumentos não são novos. E a notícia que hoje vem em toda a comunicação social (aqui fica a título exemplificativo a do Jornal de Negócios) não é mais do que um prego no caixão.

A venda de jornais continua a cair anualmente como se de um velório anunciado se tratasse. E a grande questão que agora se coloca, com a aposta nos tablets, é: haverá uma transferência definitiva dos leitores do papel para o formato electrónico?

Provavelmente sim e por isso a aposta neste novo formato poderá ser decisiva para a sobrevivência dos meios. Será curioso ver os números da APCT nos próximo biénio e mais interessante seria se a análise passasse a incluir uma comparação com as assinaturas online e/ou assinaturas para iPad e similares.

Apesar de tudo, acredito que como o próprio nome deste post o refere, a morte continuará lenta pois não se prevê que em 2 ou 3 anos os tablets sejam uma espécie de telemóvel em termos do seu uso massivo pela sociedade.

Sobra apenas uma questão... O que acontecerá às redacções? Os grandes nomes do nosso jornalismo adaptar-se-ão à nova era ou teremos uma nova geração, inexperiente nas manhas do jornalismo, mas cujo chip informático já nasceu na sua corrente sanguínea?

quarta-feira, 11 de março de 2009

Criatividade é solução

Esteve ontem em Portugal um dos autores do livro "Brand Bubble", John Gerzema, que explica como evitar que as marcas se distanciem do consumidor.

O Diário Económico de hoje diz que segundo o especialista norte-americano, a crise pode ser uma época de oportunidade, basta que as marcas saibam posicionar-se com ideias criativas e pouco dispendiosas, onde a Internet assume papel fundamental.

Finalmente alguém tem uma palavra positiva num cenário que, cada vez mais, é pintado de negro por tudo e todos. É desta que chega a hora das marcas nacionais verem a Internet, Redes Sociais, etc., como uma alternativa credível?

sábado, 4 de outubro de 2008

Jobs

Primeiro matam-no, depois um ataque cardiaco? O que vem a seguir? Infecção urinária?

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A morte de Steve Jobs

O site de informação financeira Bloomberg publicou, ontem, o obituário de Steves Jobs. Acontece que Steves Jobs não morreu. Inadvertidamente, alguém terá publicado o documentou de 2500 palavras depois de o rever ou actualizar.

É comum as grandes publicações prepararem de antemão obituários de personalidades ou gurus da indústria, de forma a facilitar a publicação de uma notícia no caso de uma morte inesperada. Mas ler um obituário de Steve Jobs poderá ter sido desinquietante para muitos - Jobs venceu um cancro há uns anos e correm actualmente rumores sobre o seu débil estado de saúde.

A este propósito, Steve Yelvington pergunta: estarão os obituários obsoletos?

Yelvington aponta que a Internet mudou a forma como lidamos com o tempo (...). Tudo está disponível agora, bem o sabemos. Ao contrário da imprensa, não é só o novo que está à nossa disposição. Existirá, então, espaço para o obituário quando a entrada de Steve Jobs na Wikipeda é tão completa e - como também diz Yelvington - um verdadeiro documento vivo?

A título de curiosidade, e apesar da Bloomberg ter já retirado o documento da rede, o obituário pode ser lido na Gawker. Causa da morte e idade não incluídas, obviamente.