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terça-feira, 29 de junho de 2010

O jogo das diferenças da Optimus

Chacrinha, humorista e comunicador brasileiro de rádio e televisão, terá dito nos anos 80 que "na televisão nada se cria, tudo se copia" - inspirado, talvez, pela citação de Lavoisier sobre leis do domínio da química. E, não rara vezes, também na publicidade tal verdade se parece confirmar.

Já vimos por aqui alguns casos de plágio gritante (e isto talvez seja um eufemismo): por exemplo, o flash mob da Renova "inspirado" numa acção performativa da Improv Everywhere.

Mais recentemente, a Optimus deu a conhecer um curioso jogo de diferenças; porque só pode tratar-se disso mesmo: tentar encontrar diferenças entre o novo anúncio do Boston Android e os anúncios do iPhone da Apple.

A ideia é exactamente igual e até o arranjo para a música dos Shout Out Louds (que acompanha os anúncios da marca desde que lançaram a actual imagem) não fica muito longe da que é usada nos anúncios da Apple. De notar que os primeiros anúncios do iPhone desde campanha já têm cerca de três anos.

E agora, descubram as diferenças:

Apple - iPhone (Commute)


Optimus - Boston Android

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

iDroid x iUps = iPhone

An-droid? iPhone soma e segue



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

iPandora Box


O iPhone é uma verdadeira caixa de Pandora dos tempos modernos. Cada vez que o ligamos, nunca sabemos o que vai sair dali. No meu caso, é responsável, por exemplo, por estar sempre contactável via telefone, SMS (MMS ainda não), Twitter, Facebook, MSN, GTalk, etc, etc, etc...

Mas também tem coisas boas. 

Mais do que uma plataforma móvel, é um suporte totalmente revolucionário que permite ter nas mãos centenas de aplicações - há cerca de 15000 disponíveis, algumas perfeitamente inúteis - mas todas elas passíveis de branding. E o mais fascinante, é que são os utilizadores a pedir informação e conteúdos sobre as marcas e por isso nada invasivo. Graças a Ele, um dos problemas do mobile marketing está resolvido!

Em Portugal já existem alguns exemplos de "visionários" como o Sapo ou o Público, entre outros, que rapidamente criaram as suas próprias aplicações. Mas mesmo assim, ainda existe muito caminho a desbravar.

Afinal, quantos marketeers nacionais podem continuar a dar-se ao luxo de ignorar um mercado de cerca de 17 milhões de utilizadores em todo o Mundo (em Portugal serão certamente uns milhares)?

Do's e Don't's aqui.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

O Stan também deve ter comprado um I-Phone…




O vídeo data de Janeiro deste mesmo ano, o conceito, esse já corre tinta e teclados por ai fora há muito mais tempo… Mas o tema não deixa de ser fulcral.

O «prosumer» é hoje o consumidor global e globalizante, integral e integrante, que consome, experimenta o produto, e revela o resultado dessa mesma experiência. Até aqui, nada de novo para quem está minimamente «vulnerável» ao auspicioso mundo da criação constante de conceitos, mais ou menos pretensiosos, nesta comunicação 2.0.

Mas o que realmente me importa é como é que vamos repensar o conceito de consumidor, quando ele mesmo tem um canal total e disponível para comunicar não só com o produtor/criador daquilo que consome, mas também com todos aqueles que consomem o mesmo produto e potenciais consumidores futuros?... Como é que a comunicação pode planificar a reacção do «indivíduo»? A sua relação puramente emotiva e experimental para com um produto e a mensagem que este pretende passar?

No caso I-Phone podemos ver como a figura do prosumer ajuda a causa. Um produto que oferece, claramente, menos funções que os seus pares a um preço nunca inferior, é analisado, experimentado e comunicado de forma massiva e diária pelos seus consumidores. Onde os relatos de experiências positivas ultrapassam notoriamente os exemplos contrários.

Na minha opinião, foi a criação do elo emocional com o potencial consumidor na altura prévia ao lançamento, que serviu de rede de salvação para a protecção da reputação do produto numa era em que a palavra «rede» muitas vezes auspicia o contrário…