




Ver mais aqui.


O Adeus, ao Sr. do ADEUS from João Nunes on Vimeo.



Aproveitando, e bem, o show mediático montado em torno do "Resgate dos Mineiros Chilenos", actualmente em exibição em qualquer sala de estar de todo o mundo, a Oakley ofereceu pares de óculos, dos bons - foi falta de lembrança porque até dava para apresentar todos os modelos da nova colecção - a todos os mineiros. Há muito que o Facebook dividiu o seu mundo virtual em “perfis” e “páginas” … Sendo que o primeiro é para pessoas (que têm “amigos”) e o segundo para marcas e organizações ( das quais “gostamos” ou não) … parece óbvio, certo? …
Nem por isso. Não são poucas as marcas, instituições e organizações comerciais que insistem em ter e manter “perfis” quando o seu lugar natural é nas “páginas” … Sendo que ainda se vive um período de “experimentação” nestas “andanças sociais” para a maior parte dos sectores, o mesmo não se pode esperar daqueles que se afirmam como especialistas e profissionais de “comunicação”. Aí esperamos um nível de operatividade diferente, distinto, que compreenda o teor, conteúdo e objectivo da plataforma em que se inserem … Que saibam o que “devem” e “não devem” fazer …
Facto: A “Cannes Lions Review” deveria ter uma “página” no facebook, mas não … tem um “perfil” (http://www.facebook.com/canneslionsreview ) ... Não é uma “pessoa real”, então: deveria ser uma “página”.
Eu, no meu perfil pessoal do facebook, repondi positivamente ao meu convite para o evento “Cannes Lions Night Party”, e fiquei “amigo” do “perfil” acima referido … Deparei-me com um texto sobre a festa que achei penoso, uma escolha de animação que achei de mau-gosto e pior que tudo, achei terrível o facto de uma instituição que é “marcante” no mundo da comunicação não cumprir a mais básica das regras de “engagement” em social media, ocupar o seu espaço devido: o das “páginas” … Como tal fiz um post … Como é meu direito, porque me apeteceu, porque, principalmente, achei “piada” à situação e resolvi partilhar com os meus “amigos” …
Sim o post tem apontamentos de ironia e de “gozo puro e duro” … Mas mais uma vez, o post é meu, pessoal, criado pelo “meu perfil” pelo qual respondo e sou responsável …
Ainda esse “post” não tinha segundos de vida, e já o “perfil: Cannes Lions Review” me tinha “bloqueado” … Como se: “longe da vista, longe de tudo” … Nunca se lembrando que tal acção poderia despoletar uma reacção pior para a “marca” … Uma “crítica” deste género era uma enorme oportunidade para transformar “pr negativo” em “positivo” … Poderia ter recebido uma mensagem pessoal, uma oferta de “esclarecimento”, um contacto prévio … Até me poderiam adverter, que até tinham uma “página” para além do perfil ( em:http://www.facebook.com/pages/Cannes-Lions-Review/155751644451483?ref=ts )
Mas não: acharam que a melhor maneira de lidar com um profissional do sector (que publicamente demonstra que a sua especialização é: Social Media - Senior Planner” ) seria fazer exactamente o que só em “ultima estância” deveremos fazer: “ostracizar” … neste caso, bloquear, encontrar os “posts” em questão e apagá-los …
Para “agravo” e “coerência” na posição, acharam de “bom tom” apagar também o meu “post” da wall do evento … (como se demonstra nas imagens em anexo) …
Espera mais, esperava, mesmo, diferente …


Convite enviado às redacções para a apresentação do Bicycle Film Festival que decorre entre 7 e 10 de Outubro em Lisboa. A campainha, gift low budget, ajuda a diferenciar entre as milhentas solicitações que chegam às redacções e poderá ajudar o evento (que o Adriano Nobre não me ouça). Mais que não seja criará, de certeza, bastante ruído!
A imagem vê-se mal (sugiro que cliquem para aumentar) mas trata-se de um folheto da 2ª Corrida do Aeroporto, dia 10.10.10 às 10h10 (how original?). Chamo a vossa atenção para o texto que descreve o evento, apelando aos participantes para que vão relembrar "o cheiro a aviões", numa área de acesso restrito. 
Diaspora: Personally Controlled, Do-It-All, Distributed Open-Source Social Network from daniel grippi on Vimeo.
Esta é uma campanha de sensibilização para a prevenção do cancro da mama, mas dirigida a homens. A ideia, como poderão ver no vídeo, é envolver os homens no diagnóstico precoce do cancro da mama das suas companheiras, treinando alguns movimentos através de uma pequena aplicação.
Segundo o vídeo, a acção foi um sucesso porque houve muitas pessoas a mexer na coisa, o que tornou o custo por contacto com a coisa reduzido, muito inferior a uma acção no terreno, menos intrusiva, etc, etc.
Muito interessante, mas quantos homens que visitam este site para adultos, foram, de facto, palpar os seios das suas mulheres? E dos que foram, quantas terão ido ao médico? Quantos cancros terão sido detectados? Ou quantos terão mesmo companheiras? Não sabemos. Mas, ainda assim, a acção foi um sucesso!?!
Se há coisa que os directores de marketing gostam é de métricas. Números onde se possam agarrar para justificar investimentos. Audiência, GRP, CPV, PPV, ROI, notoriedade e até ROE (sobretudo ROE), tudo conta.
Recentemente, em Portugal, tivemos vários exemplos de campanhas com elevadas taxas de notoriedade, mas que geraram movimentos de (quase) ódio contra as marcas, sem que os seus responsáveis parecessem dar-se conta disso. O Pingo Doce, com o seu jingle, e a Galp, com a sua trombeta de plástico cor de laranja, vulgo Vuvuzela. Por coincidência, o brief-do-lombo refere mais um exemplo.
São campanhas que até podem dar resultados financeiros no momento, mas que, fundamentalmente, contribuem para o desgaste das marcas.
Olhar para os estudos que nos apresentam raramente chega. Sentir o público é fundamental, e aqui, as redes sociais, embora longe de serem suficientes, podem dar uma ajuda.




Chacrinha, humorista e comunicador brasileiro de rádio e televisão, terá dito nos anos 80 que "na televisão nada se cria, tudo se copia" - inspirado, talvez, pela citação de Lavoisier sobre leis do domínio da química. E, não rara vezes, também na publicidade tal verdade se parece confirmar.






Podia ser a homenagem da Câmara Municipal do Porto à vitória do clube de cidade no mais importante troféu da época desportiva em Portugal (toda a gente sabe que este ano foi a Taça) ou a concretização da promessa eleitoral do Candidato Vieira (o Manuel João e não o Luis Filipe), mas não.