Mostrar mensagens com a etiqueta comunicação integrada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta comunicação integrada. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de março de 2009

2 b or not 2 b @ facebook?

O Rui Calafate repesca a questão das redes sociais. Não me cabe aqui discutir o impacto das redes sociais no equilíbrio psicológico do individuo. Deixo essa tarefa a pais, psicólogos, sociólogos e outros que tais. A mim interessa-me, sobretudo, a forma como as redes sociais se vão tornando uma ferramenta na vida social consumidores. A mim interessa-me saber quem anda por onde e porquê.

Estar a par das novas tendências, seja a que nível for, é papel fundamental do bom assessor de comunicação. O Facebook (e o linked in e o star tracker, etc) chegou. Está aí e é uma realidade. Mais, é o espaço onde aqueles que não consomem jornais. nem revistas, que preferem a Internet para ver TV e o MySpace para ouvir rádio, andam. E eles, essa grande franja de consumidores, não são poucos. São milhões. Falamos de pessoas a quem a publicidade tradicional não chega e a quem as comuns formas de comunicação não beliscam. É uma nova geração. Com uma linguagem e referências que mudam à velocidade que o modem impõe.

Percebo que para os mais velhos seja difícil entender o poder do mundo "online". Uma linguagem fora dos padrões estabelecidos, ensinados e propagados. Mais: dar nas vistas no mundo online requer mais do que trabalho certinho, atinado, de operários da comunicação. Implica rasgo, inspiração, génio, porque a concorrência é maior e os gatekeepers aos milhares (milhões). Palavras comuns na Publicidade, mas temidas no mundo cinzento das RP a metro do nosso país.

Claro que o contacto pessoal é importante e é bom, pela sobrevivência da espécie, que continue a existir, mas, para uma marca, existir apenas no plano "offline" é ser invisível para as gerações do amanhã.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

chinese democracy


Dezassete anos depois do último álbum de originais, os Guns N' Roses editaram, ontem, "Chinese Democracy". Este álbum teve um "parto difícil", mais concretamente de 14 anos, durante os quais saíram todos os elementos da banda excepto Axel Rose, o vocalista do grupo.

A confiança na edição deste álbum era tanta (ou tão pouca), que, em Março, a empresa de bebidas Dr Pepper, prometeu oferecer um refrigerante a cada Americano (excepto os anteriores guitarristas da banda Slash e Buckethead), caso o álbum visse a luz (do laser do leitor de CD's), ainda em 2008. Exactamente, qualquer coisa como 305 milhões de latas de sumo à borla! Agora que o álbum saiu, restou a Dr Pepper cumprir com o prometido, através de um sistema de cupões entregues via site.

Esta, entre outras acções, fazia parte de uma estratégia planeada pela agência da Dr Pepper e dos Guns N' Roses, que, por acaso, é a mesma.

Por enquanto, a estratégia está a funcionar e o lançamento a ser um sucesso.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Liga-te ao mundo

Na semana passada falámos deste exemplo de marketing viral e hoje, uma semana depois, aqui fica a revelação.

Admito que era um dos meus palpites (pois, pois!?!). Pensando bem nem era difícil.
Prémios tecnológicos, elevados recursos financeiros e era a "Sra." que se seguia do Universo Sonae Distribuição.

O viral (987 comentários, o que tendo em conta as habituais diferenças entre participação activa e passiva deve representar muitos mais page views) e a publicidade funcionaram bem.

Faltou, talvez, a comunicação mais integrada. Talvez para amanhã...