Acção de guerrilha (Torke?) de suplementos alimentares. Aproveitar o momento (timing) é um dos segredos para ter sucesso, ou para levar uma valente tareia. Pelos vistos correu bem.
Em poucos dias, o número 1 do golfe e o mais bem pago desportista do mundo passou de exemplo a seguir a muito mau exemplo, na sequência do(s) escândalo(s) sexual(is) de Tiger Woods, que têm sido divulgados a conta-gotas, na sequência de um desastre de automóvel que envolveu o golfista. Confusos? Também eu.
Citando a Bloomberg "No. 1 golfer has seen his ranking among celebrity endorsers plunge to 24th from sixth since reports of his extramarital affairs surfaced last month. The publicity surrounding Woods may taint Accenture’s brand more than other sponsors because the company’s ads tie him so closely to its values".
Se na semana passada todos os patrocinadores garantiam a continuidade em Woods, hoje parece não ser bem assim. E, ou muito me engano, o mal é sair o primeiro.
Um dos problemas do endorsement é que assenta em pessoas e na sua notoriedade, e por muito que elas se identifiquem com as marcas, e vice-versa, nunca serão perfeitas. Aparentemente, como as marcas o são.
Não queria ser eu a dar esta notícia, mas temo bem que seja verdade. Espero que não haja crianças nem pessoas intelectualmente pouco ambiciosas a ler este blog, porque o que vem aí não é fácil.
Sim, o nosso símbolo preferido do consumismo, pelo menos entre 15 de Novembro e 31 de Dezembro, está irremediavelmente ameaçado e os culpados são aqueles paninhos "grená", aparentemente inócuos, que, a pouco e pouco, começam a substituir os srs. de vermelho e outros apetrechos natalícios made in China que escalam as fachadas de prédios e moradias por este país fora.
Se pensavam que eram apenas sras de idade a tirar o pó aos naprons enganam-se. Faz tudo parte de uma campanha comercial, perdão, espiritual com um só objectivo: aniquilar o Pai Natal e substituí-lo pelo menino Jesus.
Cada um destes bonitos atoalhados está à venda nas lojas da especialidade, leia-se Paróquias, por apenas 15 euros e há inclusive um concurso que premeia a melhor fotografia tirada a um destes estandartes, imagine-se, com 12 garrafas de espumante, à boa maneira cristã.
Anda por aí uma notícia a circular de que o governo português pagou ao atelier do senhor Cayatte uma quantia obscena de euros para fazer o site comemorativo do centenário da república.
Diga-se de passagem que o trabalho de design, programação, desenvolvimento, implementação deste tipo de sites, costuma ser caro, tirando o facto de que este é feito em Drupal (aplicação opensource ao alcance de todos). E, surpresa das surpresas, o layout do mesmo, não é mais que uma adaptação de um layout padrão do dito opensource, apenas com uma ligeira personalização de cor.
Uns a contar tostões e outros com o eurotachões, er.. ajustes directos deste gabarito.
Este editorial foi publicado ontem em 56 jornais de 44 países, em 20 línguas, numa acção de comunicação global inédita. Em Portugal pode ser lido no jornal Público.
O objectivo foi, através dos media, pressionar "quem manda", no mesmo dia e com a mesma mensagem, para que definam metas concretas em Copenhaga.
"Não perguntes o que é que o teu blog favorito - ou aquele por onde passas os olhos quando não tens mais nada que fazer - pode fazer por ti, pergunta antes o que é que tu podes fazer pelo teu blog."
Não nos Super Bock Super Blogs, por enquanto, mas no prémio atribuído pela VW na acção de comunicação que vai arrebatar tudo o que são prémios no próximo ano: "The Fun Theory Awards".
A nossa proposta, que temos a certeza seria capaz de mudar o comportamento da malta que insiste em atirar garrafas e copos para o chão antes, durante e depois da farra; é um caixote do lixo que "passa" música ou uma jukebox que trabalha a copos de plástico e garrafas de vidro. A ideia até podia não ser brilhante - que o é - mas somos os representantes nacionais no concurso e isso merece respeito - ou pena, o que vier primeiro.
Assim sendo, para ganhar precisamos da vossa ajuda. Votar aqui e fazer muito lobbying (leia-se convencer mães, pais, filhos e avós, amantes e namorados, cães e gatos, a votar) pode ser o suficiente. O vídeo está também disponível no Youtube.
Bom.. Basicamente, somos um grupo de 4 alunos do Mestrado em Publicidade e Marketing da ESCS, que está a tentar tirar 20 na cadeira de Publicidade Online. Neste caso, o grupo que obtiver mais fãs de uma página, recebe esse "presente". Escusado será dizer qual é a nossa página.. E que ficaríamos honrados se fossem nossos fãs (e, já agora, um post no Buzzófias?) (ui, mas isto não entra na categoria de posts pagos?) (uuuuhhh posts pagos é que não, posts pagos são tabu!!) (hmmm.. not). :D
Bom, seja de que forma for, agradecemos a disponibilidade.
Uma das razões apontadas para a queda daquele que parecia ser the next big thing da Internet terá sido o modelo adoptado, demasiado "poluído" pela publicidade, afectando, inclusive, directamente, a experiência do utilizador.
A comunidade, a tribo, pela qual Murdoch pagou $580 milhões, terá sentido que aquele já não era o seu espaço e desertou para outras paragens como o Facebook ou o Twitter.
O resultado poderá ser um regresso às origens do MySpace, mais focado nos conteúdos de TV, filmes e música, ou seja, “the place where content gets socialised”. A ver vamos se ainda vai a tempo.
Pessoalmente, julgo que a web 2.0. vive muito destes fenómenos explosivos, de grandes sucessos que se vão apagando à medida que o fogo esmorece.
As comunidades que os (nos) "alimentam" são mais voláteis, cansam-se mais depressa e precisam de mais incentivos. Aos primeiros sinais de arrefecimento trocam de parceiro. Todos querem experimentar, mas nem todos vivem a experiência.
- Encontrado na Wiki do "Europa Universalis", jogo de estratégia online.
Na wiki deste jogo de estratégia, encontrarão todo um tratado sobre como governar o país, escrito pelos criadores e jogadores do mesmo. Pleno de pérolas de conhecimento, a aproveitar por todos os gestores, comunicadores e habitantes deste belo país. Um país para newbies, portanto.
Overview geral: " We have 6 provinces on the old continent. Three of them produce fish, the other three wine. Our diet is not very diversified but very healthy... Those with wine earn for themselves. Those with fish don't. It is tempting to give half of the country to Castille right on the beginning, isn't it? Well, we don't do that. We need every single ducat we can earn to be able to build foundations for our future mighty and unbeatable colonial empire."
Sobre as Regiões autónomas: "Madeira is fully developed and produces sugar. It earns for our whole nation. We like Madeira and want more colonies like it. The other province, Azores, produces fish. This means low profits and this province seems to be more a trouble than it's worth. Not true! The Azores are one of Portugal's biggest assets. Most European countries would pay a lot to have such an island. Why? Because it is a great naval base from which all our exploration and colonization can be launched; this is where we will station our fleets and our main base of operations on the northern Atlantic. This is our future main military base, where we will station troops and ships ready to intervene anywhere our business is endangered."
Sobre Lisboa: " Another move on the map we can make early is deciding in which trading center our merchants will work. The obvious choice, our mighty capital, Lisboa, is also a stupid choice. It's poor and nobody invests his precious merchants there."
Sobre Sócrates?: " The next screen shows our king. He's not a genius, this one we have to admit. But he isn't also a total disaster. His decent administration skill is everything we need at the moment."
E o meu ensinamento preferido para Portugal segundo a Wiki do jogo: "Changing national ideas results in a stability loss, so it’s best to make your decision early and stick to it"
O título deste post foi o tema de abertura do 2º dia do Congresso das Comunicações 09, que decorreu em Lisboa, esta quarta e quinta-feira. O Buzzófias teve acesso privilegiado a este evento e, sem dúvida, que este foi o momento mais interessante dos dois dias de Congresso. O painel contou com Richard Allan (Facebook Europa), Brian Levy (HP), a estrela proveniente da Web 2.0. Ana Free e o irreverente Pedro Bidarra (BBDO). O exemplo do sucesso da Ana Free foi o ponto de partida.
A Web 2.0. transformou, sem sombra de dúvidas, o papel dos indivíduos na sociedade. Muitos foram os exemplos dados pelos oradores, de como de meros consumidores, os cidadãos passaram a coprodutores de eventos, produtos, movimentos, etc.
Ana Free é o paradigma dessa transformação. Gravando um conjunto de músicas em vídeo e publicando-os no Youtube e Myspace, tornou-se um fenómeno de sucesso em Portugal e Inglaterra, sem o apoio de qualquer editora.
A Web 2.0 e os social media (redes sociais) podem transformar qualquer um num caso de sucesso e podem ser a plataforma ideal para as marcas comunicarem de uma forma completamente diferente dos formatos tradicionais. Mais próximo, mais emotivo, desde que de forma ponderada, porque caso contrário, como em qualquer relação, acabará por se esgotar rapidamente.
Destaque ainda para a intervenção do Pedro Bidarra. Em breve, todos iremos ouvir falar da proposta completamente louca de fusão entre Portugal e Brasil como uma só nação. O convite à participação de todos está para breve.
Deste último dia de congresso resultou ainda uma ideia-chave. "We are what we share". Este é o paradigma da sociedade web 2.0. As palavras são de Charles Leadbeater, autor do livro We Think, e orador convidado do Congresso. Segundo o autor, o vídeo de 4 minutos da sua autoria, que podem ver em baixo, resume na perfeição o conteúdo do livro e pode ser suficiente, de acordo com o autor, para poderem dizer que leram o livro, mesmo que não o tenham feito.
Aqui fica o vídeo. Fica água na boca para ler o livro.
Forneço desde já os meus serviços como social media guro. Tenho blog, twitter, facebú, hi5, myspace e paredes da cidade para divulgar em pleno a mensagem que desejar. Obrigadux.
O espírito natalício já chegou às nossas televisões. Chegou e de uma forma, digamos, sexy (in a very kinky way).
O apelo ao consumo dos mais novos surge nas formas de jovens "jeitosas", envergando vestes arrojadas, que se insinuam ao som de ritmos quentes (uns mais quentes do que outros).
Esqueci-me de referir que as jovens são uma avestruz e uma hipopótamo, chamam-se Leopoldina e Popota, e são estrelas animadas do imaginário retalhista nacional, respectivamente, mascotes do Continente e do Modelo.
Espero bem que o Jumbo não se lembre, também, de colocar o seu elefante em dieta, o vista, ou dispa, com roupas justas, e o coloque a dançar o próximo hit de Verão para ver se aumenta as vendas, a bem da sanidade das gerações futuras!
Update: Bruno Nogueira resume tudo isto, e com graça. Ouvir aqui.
Depois de uma primeira tentativa falhada, sondámos novamente o mercado. Contactámos o presidente da APECOM que se disponibilizou para nos ajudar a comunicar correctamente o blog. Foi um teaser, a primeira foto de grupo - faltam alguns elementos - e o resultado saiu ontem, no Briefing - mães e avós solicitam desde já o envio de alguns exemplares para memória futura.
No mercado da comunicação, por vezes, tão sério e cinzento, é de salutar o desportivismo e sentido de humor de duas pessoas / referências como Salvador da Cunha e Luís Paixão Martins, que compreenderam bem o teor deste nosso humilde projecto. É habitual ver esta capacidade, de nos rirmos de nós mesmos, na Publicidade - e até é bem visto -, é menos comum na Comunicação e RP.
Outro ponto a valorizar é que foi possível escrever Luís Paixão Martins e Salvador da Cunha na mesma frase, sem que o post tivesse entrado em conflito.
O Buzzófias está em condições de avançar com o nome do novo blog de Rui Calafate. Está em condições, mas não avança... para já.
Dizemos apenas que o nome será à imagem do autor: disruptivo.
Depois de, há umas semanas, apresentar o brand da agência de comunicação que lidera - a Special One - segue-se o blog onde, nos próximos dias, retomará a seu espaço de opinião. Será, certamente, um incontornável da blogosfera nacional.