quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Este post é digno de Buzzófias

Finding Mantorras

Quem for hoje ao Estádio da Luz, ver o Benfica-Everton, vai assistir a um espectáculo ainda mais bizarro do que o habitual.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O Google Wave não existe!
LAIKA
LAIKA from Michael Flückiger on Vimeo.
depois da ida à lua, a Laika agora estreia-se no typeface. muito em voga estas parvoíces com interacção, não é?
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
The funny way
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O melhor amigo do Homem
"Quem é que o leva até à porta do emprego? O carro, o melhor amigo do Homem!"
Estas e outras pérolas são transmitidas em vários anúncios de rádio, apelando aos proprietários de carros que "retribuam com os cuidados que ele merece" indo a uma oficina especializada.
Num momento onde se discutem temas como o aquecimento global, o impacto ambiental do excesso de automóveis nas cidades, a poluição nas cidades, etc, e em que todas as marcas, inclusive as que lucram com combustíveis e com as vendas de automóveis, parecem ter cada vez maior consciência ambiental, eis que surge uma empresa a dizer-nos, preto no branco, que o carro é o nosso melhor amigo e que por ele devem fazer tudo!
Claramente, esta é uma ideia de criativo que não foi devidamente filtrada e que reflecte que a consciência ambiental, muitas vezes, é apenas um ideal politicamente correcto ainda longe de estar intrínseco nas empresas.
Não Maitê, mas mói
Esta semana deu que falar um vídeo onde Maitê Proença, conhecida actriz brasileira, ofende os portugueses. Todos sem excepção (Miguel Sousa Tavares já está com um pé no Brasil por isso não conta), porque se há coisa que o português gosta é de se insurgir com coisas que, aparentemente, ofendem o seu orgulho nacional (inclusive o bacoco).
Não foi tanto o efeito viral do vídeo, que motivou imediatamente grupos de ódio e repudio no facebook, notícias e afins, sobretudo afins, o que me surpreendeu foi a data do mesmo: 2007! Isso mesmo, 2007! Um vídeo com dois anos chegou agora a Portugal, ao que parece de forma espontânea (há sempre a hipótese de ter sido posto a circular pela própria Maitê depois de ter conhecido MST), e ainda foi notícia.
Mas vejamos, ou vêjamos, como diria o candidato do PTP à Câmara de Lisboa, o que se passava no vídeo.
O que inflamou mesmo os ânimos foi a ver o desrespeito da actriz a cuspir numa fonte nos Jerónimos, o que é grave porque, como é sabido, os portugueses são dos povos mais asseados do Mundo e nunca, em situação alguma, cospem para o chão. Talvez um escarro ou outro, mas apenas em situações limites e com justificação médica.
Outros dos factos relatados no vídeo é a eleição de Salazar como o português mais importante de sempre num concurso promovido pela estação pública de TV, o que até nem deu que falar por cá na altura e não levantou quaisquer ondas; o gozo com um número colocado ao contrário; e a falta de conhecimentos técnicos em informática de dois funcionários de um hotel de cinco estrelas, o que por si só deita por terra o esforço socialista de anos na aposta num Portugal mais tecnológico.
Na minha opinião este foi um caso sem grande sentido, desnecessariamente exacerbado. Foi, porque já era passado até mesmo antes de o ser, um exemplo da dimensão que certos acontecimentos ganham actualmente através e por causa da Internet, e de que a Internet é um repositório de informação sempre pronta a ser novamente descoberta e com efeitos sempre imprevisíveis.
Quem sabe se amanhã não somos nós o alvo?
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Saberá bem pagar tão pouco?
E assina agora o seu primeiro trabalho, um anúncio para o Pingo Doce. Um contrato de serviços atípico, segundo Duda Mendonça, fundador daquela agencia de publicidade - é que a Duda é a mais recente sócia do Pingo Doce (e stakeholder da Jerónimo Martins portanto! Será que a CMVM foi informada disto? :) ).
Ora apetece-me dizer coisas acerca disto:
.1 Eu não gosto do anúncio.
.2 Não tenho de gostar do anúncio. Ele tem é de criar valor para a marca e ser relevante junto de um determinado target, de acordo com uma mensagem pré-definida. Mas a Jerónimo Martins, que já havia aprendido tanto e tão bem com a experiência da Bierdronka na Polónia, ao pilotar a marca do Pingo Doce de forma exemplar em Portugal, parece ter mudado completamente de ideias de um dia para o outro. Talvez estivessem fartos de pilotar uma marca de forma tão coerente, bem feita e invejada pela concorrência e tenham decidido arriscar. Mudar, sei lá. Eu percebo. Sou portista e, confesso, às vezes ganhar com tanto avanço torna-se uma seca tremenda. My guess is: o apelo de fazer uma campanha barata (Duda Mendonça parece afirmar que o valor cobrado foi somente o suficiente para cobrir custos fixos, associados a uma success fee) terá sido demasiado forte. Não resistindo aos preços baixos, a JM terá preferido arriscar o brand value do Pingo Doce. Veremos é se lhes sabe bem. ;)
.3 Não sei se, no contrato assinado entre a Duda e o Pingo Doce, haverá uma claúsula que compreende a inclusão das inserções noticiosas negativas no success fee do trabalho. A haver e a julgar pela reacção nos media sociais, a Duda não vai ganhar assim tanto $ com este primeiro trabalho. Isto porque:
.4 Aparentemente, há um grupo no Facebook de "Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda", que conta já com 500 pessoas (em menos de 24 horas da sua criação).
.5 Nesse tal grupo do Facebook aconselha-se o envio de um e-mail para expressar a sua opinião sobre a campanha para comunicacao@jeronimo-martins.pt
.6 Aparentemente, há uma carta aberta aos responsáveis do Pingo Doce (altamente comentada), em que um pingo docense discursa abertamente contra a campanha.
.7 Twitter search com o termo "Pingo Doce":

.8 Os profissionais de PR que trabalham a Jerónimo Martins devem estar em pleno processo de gestão de crise. O clipping do PD não deve estar bom nos media sociais ( é mais ou menos nesta altura que se diz ao cliente que "as novas plataformas digitais têm de facto uma importância crescente, mas a sua repercurssão no valor da marca ainda é muito diminuta").
.9 Agora mais a sério, espero honestamente que a Duda consiga criar bom trabalho para o Pingo Doce durante o próximo ano. Naturalmente que deverão haver coisas a ajustar mas esse é um caminho que percorrem todas as empresas.
------UPDATE----------
Foi inclusivamente criado um hilariante quizz no Facebook intitulado "Que cliché do Pingo Doce és tu?" - "Do senhor inglês com a bandeira invertida, ao electrico e ao castelinho, descobre aqui o cliché do anúncio do pingo-doce com que te identificas mais.".
A mim saiu-me o cliché do "Senhor da Bandeira".
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Por Portugal
Cinco anos depois, a ideia repete-se, mas com outro conceito. Foi lançada uma petição de apoio à Selecção, com o objectivo de demonstrar que a população está ao lado da equipa de todos nós. Esta petição tem o apoio de várias personalidades portuguesas, de diferentes quadrantes, como a política, desporto, cultura, jornalismo, economia, etc.
Aqui fica o link para quem quiser demonstrar o apoio à turma das Quinas nos dois jogos decisivos da equipa de Carlos Queiroz no apuramento para a fase final do Campeonato do Mundo 2010, que se disputará na África do Sul.
http://www.peticao.com.pt/por-portugal
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
"Ankara Times"
Freeze mob
Dia 7 de Novembro o Porto promete parar! Ou melhor, a rua Miguel Bombarda vai congelar! Ou melhor, um grupo de pessoas vai ocupar uns metros da rua, mas numa das maiores acções de homens e mulheres estátua do País! M-E-D-O!segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Persistência, apelo e sedução

Um dos partidos vencedores das Legislativas 2009 foi o PCTP-MRPP, do histórico Garcia Pereira, entre outros, advogado de Paulo Portas (a política tem destas ironias).
Vencedor porque foi o maior dos mais pequenos, porque ultrapassou a barreira dos 50 mil votos e porque vai passar a receber subvenção estatal - uma espécie de rendimento mínimo dos partidos. Vencedor, porque dobrou os votos do MEP, partido elevado à condição de parlamentável pela comunicação social e que, nestas eleições, provou a máxima de que "uma cara conhecida (Laurinda Alves) não faz um partido" - assinalável humildade de Rui Marques, ontem, por ter sido o único líder a não falar depois de conhecidos os resultados.
Voltando ao PCTP-MRPP, como comprova esta foto, tirada hoje perto da estação de Metro do Campo Grande, em Lisboa, o segredo do sucesso é bem claro. Persistência, e sedução e batom. Rosa, a cor de um dos outros vencedores da noite.
PS - (post scriptum, e não Partido Socialista) Alguém reparou na campanha a la Obama, que o PS anunciou há uns tempos? E afinal o que é isso? Alguém faz ideia? Foi mais visível e óbvia a inspiração Sarah Palin na campanha do PSD, como, aliás, demonstram os resultados de ontem.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Mudar Portugal... de sítio?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009
I want to ride my tricycle...tricycle...
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Sobre Consultores
Esta confusão na denominação do profissional reflecte, a meu ver, uma esquizofrenia que em tudo empobrece a classe e nada faz pela valorização do nosso trabalho junto do cliente. Sejamos francos, e aqui entre nós que ninguém nos ouve, um cliente que pague, vá, mil e quinhentos euros a uma agência para que esta lhe faça os press releases pedidos, comunique os eventos que ele, cliente, idealiza e concretiza, nos timings que o cliente sugere, é um cliente roubado.
Explico: fazer um press release é coisa que qualquer recém-licenciado sabe fazer - ou devia (um dia faço um post sobre a preparação dos jovens que chegam ao mercado de trabalho). Obedecer a um director de marketing ou de comunicação que já delineou estratégia é um trabalho que não tem porque custar muito. Redigir press releases, construir bases de dados, fazer convites e follow ups, não é coisa que peça profissionais de luxo, pagos a peso de ouro.
Ser capaz de olhar para um plano de marketing e criar uma estratégia eficaz que seja uma mais valia na obtenção de resultados, talvez requeira capacidades intelectuais, conhecimento do mercado e da marca, dos consumidores, dos jornalistas, dos meios. E este know how deve ser pago a peso de ouro. Porque este conhecimento é fundamental para construção da reputação e reconhecimento de uma marca.
Um consultor, um bom consultor, deve dominar o básico, sim, ser capaz de preparar um bom press, saber onde param os jornalistas - ainda para mais num tempo em que as redacções estão em constante mudança. Deve ser persuasivo e um bom representante das marcas. Mas o consultor deve ainda conhecer o mercado e a concorrência das suas marcas, o mercado editorial, os consumidores, as campanhas, o que se faz por cá e o que se faz lá fora. Um consultor não se limita a "fazer" notícias - um consultor traça um caminho que contribui para os (bons) resultados da marca. Um consultor planeia e observa, reagindo aos movimentos de jornalistas, consumidores e concorrência. Observa as tropas da colina.
Mesmo que depois, e por quinhentos euros, sejam outros a manejar a espada.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Diesel - only the brave
Tom e Tim Muller fizeram recentemente esta campanha para a nova fragrância da Diesel - Only The Brave. Munto 3D a flutuar no espaço, munta estranheza e mistério a pairar. A voz do astronauta Daved Scott ainda adiciona mais mística e envolvência.
...That's one small step for man, one giant leap for mankind...
é incrível como apenas uma sugestão sonora nos leva para tão longe.. e, neste caso, dá tanta força ao grafismo.
... man must explore.
O estado do jornalismo e a sofisticação das fontes.
"O jornalismo cada vez pensa menos", diz Vasco Ribeiro. Eu concordo. Durante a entrevista, ele culpa a "pressão sistemática destes profissionais da comunicação" por esse facto*. Eu discordo. Na medida em que, creio, a culpa do enfraquecimento do jornalismo advém da falência do sistema de financiamento da imprensa: menos receitas publicitárias, menores vendas em banca, aumento da concorrência via citizen journalism e consequente redução da importância do jornalista enquanto curador da informação, agregação livre dos conteúdos jornalísticos online por parte dos motores de busca, perda de relevância da distribuição de info. diária VS informação em real-time, o cada vez menor peso da informação "generalista" face às necessidades cada vez mais específicas dos consumidores de informação... etc.
Meaning: os jornais (e meios generalistas de informação, de uma forma geral...) precisam de encontrar um novo modelo para subsistirem, uma vez que o preço da informação é cada vez menor (não confundir com o preço da opinião). Só encontrando um modelo de negócio diferente ( e nem o Rupert Murdoch parece saber qual é...), que acompanhe a evolução da peça noticiosa é que esta se tornará novamente rentável, económica e socialmente. E, naturalmente, essas instituições noticiosas tornar-se-ão mais resistentes a pressões, porque passarão a poder colaborar novamente com bons profissionais e garantir alguma estabilidade na sua produção de conteúdos.
Naturalmente que os profissionais das agências de comunicação e assessores e tal e coisa veiculam a informação que entendem ser a que mais beneficia os seus interesses, tentando divergir a atenção de temáticas que prejudicam as suas instituições. Não é natural que, numa instituição, se queira controlar qual é a posição e a mensagem de uma empresa, sabendo que essa mensagem representa uma estratégia de negócio, reputação, marketing, política que irá ter um impacto nos objectivos da instituição?
Obviamente que, se a informação distribuída for falsa, isso deverá ser alvo de penalização, já que impacta o valor percebido de uma empresa/instituição/pessoa e está a adulterar a realidade. Tal como a contabilidade criativa tem os seus limites, também a "assessoria criativa" deveria ter os seus - falta talvez um código de conduta "à séria" para regular a profissão, ou um certificado ISO-qualquer-coisa para certificar as agências de comunicação. Mas estandardizar, aconselhar e dirigir a informação é uma arte muito antiga e surpreende-me o espanto que causa a existência de lobbystas nessa área. Os bons políticos são, eles próprios, spinners. Os bons CEO's são directores de comunicação (steve jobs, anyone??). Tal como os publicitários, gestores de marca, assistentes de venda, opinion makers, jornalistas, etc controlam ou podem controlar a informação das suas marcas, empresas, projectos, intenções.
Interessa a todos um jornalismo forte. E interessa uma verdadeira discussão sobre este tema, de forma a fortalecer a transparência de processos. Interessa assim ao sector da comunicação - composto por meios e por agências e por opinion makers e bloggers e jornalistas e cidadãos e tudo e tudo e tudo - deixar de lado o umbigismo e a atribuição de culpas de parte a parte, e começar a discutir como raio é que se cria um sistema sustentável para que o processo de informar se torne novamente rentável e digno e, consequentemente, que torne ainda mais digno e diferenciador o trabalho dos lobbystas, que terão também eles de sofisticar as suas ferramentas de comunicação.
Se quiserem contar com a ajuda do Buzzófias para o efeito, ao oferecer esta plataforma, o seu conteúdo e as inacreditáveis carolas dos seus colaboradores para contribuir para a melhoria do estado da arte, let us know.
* Não li ainda o livro de Vasco Ribeiro, mas pretendo fazê-lo em breve, porque a temática me parece importante. Ainda mais despertou o meu interesse com a entrevista que deu, que conduziu com um tom de voz natural, honesto, passando mensagens claras e aliciantes... Terá preparado previamente aquele momento de comunicação? How sophisticated... ;)
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Pensamentos asfixiantes.
Enfim, a outra parte.
E " assim se cria um plano sonhado a que corresponde um plano prático: o queixume delirante constitui também um modo de justificar todo o pragmatismo da sobrevivência, o não-cumprimento da lei, a irresponsabilidade,o "desenrasque", a esperteza na acção."
- Em busca da identidade, José Gil.
domingo, 20 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Tempos de Antena - PTP
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Buzzófias (com dois zz) contrata LPM... e rescinde logo depois
Na tentativa de aumentar a base de fãs do blogue, a empresa de Luís Paixão Martins sugeriu uma estratégia que aposta no aumento de notoriedade nos meios do trade. O primeiro momento de comunicação, que pretende capitalizar acerca da especulação das verdadeiras identidades dos escritores do "Buzzófias", foi iniciado com a publicação de um pequeno teaser, publicado no jornal independente "Briefing", dado como próximo da LPM.
Na tentativa de adicionar reputação ao blogue e segundo fontes desta publicação, Luís Paixão Martins propôs mesmo tornar-se um dos escritores permanentes do "Buzzófias". A proposta foi aparentemente rejeitada, uma vez que os autores do blogue temiam ver os seus tremendos egos engolidos por esse que também assina todos os seus projectos - desde posts a empresas - com as iniciais mais reconhecidas do mercado da comunicação: LPM.
No entanto, face aos maus resultados desta primeira iniciativa, sobretudo pela quantidade de erros e teor da notícia, os serviços desta consultora já foram dispensados estando em vista a contratação de nova agência. A avaliar pelo que é escrito no Briefing, a YoungNetwork poderá ser uma das empresas contempladas.
Nem tudo o que é "viral"... é ouro!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Conversas de Bastidores
High Five Escalator

A Improv Everywhere que ostenta a assinatura "Causing a Scene", anda a fazer um novo tipo de guerrilha. O Today show, chama-lhe pranks. Imaginem uma marca associada a este tipo de brincadeira.
High Five Escalator
Visit msnbc.com for Breaking News, World News, and News about the Economy
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Política séria


Eficaz ou abusivo?



segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Marketing viral
Polémicas à parte #1 - HIV e Hitler
Polémicas à parte #2 - Aquecimento Global
Polémicas à parte #3 - Prevenção rodoviária UK
O estranho caso de Manuela Moura Guedes

Já muita coisa foi escrita sobre o tema ao longo dos últimos meses, na minha opinião linhas a mais, e sobretudo elevando MMG à condição de heroína nacional, de exemplar do jornalismo isento e alheio a pressões. Para quando o Pulitzer?
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
8-bit trip freak
ah! maravilhosos Spectrums 48K!
maravilhosa também este stop motion. invejo muito estas paciências de Jó (vulgo paciência de chinês). geeks pah
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
“Per fare un albero”

Criar uma árvore. é assim que se chama esta guerrilha que a fiat, a cidade de milão e o artista-designer (muito boa designação, hein?) Fabio Novembre desenvolveram.
posso dissertar sobre as emissões de carbono, a nomenclatura artista-designer, a fibra de vidro ou até sobre milão, mas digo apenas que o fiat 500 é fixolas.
teremos o escrever um livro e fazer um filho de seguida?
terça-feira, 1 de setembro de 2009
the million dolar question is...
Think global, act local
São dois fenómenos, um mais localizado do que o outro, que foram utilizados para duas acções de comunicação com óptimos resultados.
Começando pelo fenómeno global: Os Simpsons.
Para comunicar a estreia da série em Angola, e entrada no continente africano, marcada para o canal Bué, foi criada e difundida uma adaptação da conhecida cena do genérico desta série, a com maior longevidade de sempre da história da animação e fenómeno mundial, à realidade angolana. Além de menos amarelados, Homer, Marge, Maggie, Bart e Lisa, surgem com elementos marcadamente angolanos, o que motivou notícias em todo o Mundo (interessante no título da notícia do Daily Mail a expressão bem angola "Aye carumba"!) Porquê? Poucos ousaram mexer, oficialmente, nesta típica família americana, ainda para mais tornando-os afro-americans, o que, por si só, é gerador de buzz.

Por cá, lembro-me de um fenómeno semelhante quando transmitiram "sketches institucionais", nos anos 90, em que Herman José caricaturava pequenos gestos tão portugueses como passar à frente em filas ou enfiar o dedo na carne, na fruta ou no pão, em supermercados, como medidor de frescura, etc.; para ensinar, através do humor, algumas regras de cidadania a um povo ainda em aprendizagem. Na altura foi eficaz, mas quem sabe se não é o momento de repetir a dose?
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
i vão 100!

O jornal i celebra hoje a centésima edição.
Digo hoje o que penso desde a primeira semana. É um bom jornal, diferente de outros que já existiam e que, paulatinamente, ganha o seu espaço num Universo difícil e em aparente queda.
Só faz sentido avançar para projectos novos se forem diferentes. Se trouxerem algo de novo. Acho que foi o que o i fez e por isso continua de parabéns.
Em apenas 100 números tiveram boas capas e muitas notícias que se tornaram notícia. Excelentes artigos e óptimas reportagens. Nada mau para tão pouco tempo.
Que contem muitas.
Adenda: Depois de uma leitura mais atenta ao jornal descobri um anúncio do i que desafia os leitores a gravarem-se enquanto constroíem a edição de bolso. Depois é só colocar o vídeo no YouTube para se habilitarem a ganhar uma câmara de vídeo.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Facebook here we go!
Staples: Económico até nas palavras

Ouvido hoje num anúncio na rádio: "... vou ensinar-vos uma palavra em inglês: Low price!..."
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Parabéns a nós!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
A importância do Patrocínio

A escolha de um endorser é (ou deve ser) um processo bastante mais complexo do que o resultado de uma conversa entre agente (publicista) e agência de publicidade - a avaliar por muitos dos casos que pupulam ao mesmo tempo em vários anúncios portugueses, este último deve ser este o método escolhido na maioria dos casos.
Um embaixador deve representar os valores dessa marca, deve personalizar todos (ou a maioria) os seus aspectos, deve conferir à marca ou ao objecto uma personalidade com a qual a maioria dos seus consumidores e compradores se identifiquem.
Mas deve mais.
Deve trazer credibilidade, reforçar a notoriedade da marca e, por último, deve traduzir-se em vendas ou resultados.
Como já disse, julgo que isto raramente acontece. Procuram-se, na maioria das vezes, apenas pessoas famosas, ou com bons agentes (publicistas), que ajudem apenas a vender - o que também nem sempre acontece.
Em política os pressupostos não deveriam ser muito diferentes na escolha de mandatários. Não deveria porque são, como demonstra este caso Patrocínio… Carolina, entenda-se.
A escolha da mandatária da juventude do PS tem sido criticada (e escarnecida). Razão? Ausência de conteúdo que suporte a escolha e declarações passadas vazias da agora mandatária do PS. Um mandatário da juventude deve ser alguém no(a) qual os jovens se revêem, que os representa. Deve ser alguém que representa os ideais, os valores de determinado segmento da população, que sente as suas necessidades e desejos, etc, etc..
Não é certamente alguém que "só come cerejas se a empregada lhes retirar os caroços", porque isso não representa a (esmagadora maioria) juventude portuguesa. Já pode ser alguém que "prefere fazer batota a perder" ou que "quer ser mãe antes dos 30", bem mais representativo.
Vejamos então o que se conhece de Carolina para justificar este Patrocínio: Apresentou um programa de TV durante uns anos, foi namorada de um actor que morreu, continuou a apresentar o programa de TV, foi suposta namorada de Cristiano Ronaldo, começou a apresentar outro programa de TV, é namorada de um jogador de rubgy da selecção nacional, quer ser mãe antes dos trinta! Pelo meio brindou-nos com inúmeras aparições em revistas cor-de-rosa, uma proibida não-aparição em revistas femininas e inúmeras pérolas como as que referi anteriormente.
Assim de repente não parece muito relevante.
Não tenho nada contra Carolina, agora, enquanto jovem, não me revejo absolutamente nada nela, e não, não é só inveja por não ficar tão bem como ela de biquíni.
Imagens de campanha

Acho que a criação deste blog é uma excelente ideia, sobretudo para quem gosta de comunicação e marketing político.
Por enquanto, está a ter também uma boa execução - não há lugar a análises tendenciosas nem partidarizadas.
É um bom exemplo de blog, construído com os contributos de leitores, aliás seria dificil fazê-lo de outra forma ou não estivéssemos a falar de propaganda política de Norte a Sul.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
À NOSSA!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Portugasm. By Nando's.

Uma campanha da Nando's . Da qual gosto. Subscrevo inclusivamente alguns dos ensinamentos do mestre Fernando: Man did not fight to reach the top of the food chain to be a vegetarian.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Anúncios portugueses que me enervam #2
terça-feira, 18 de agosto de 2009
IKEA Dance
No Mar Shopping, Matosinhos, a chegada do novo catálogo da IKEA apanhou a todos de surpresa.
Sacanas sem lei... nem pudor!
O novo filme de Quentin Tarantino, "Sacanas sem lei" (Malandros, Patifes ou Meliantes parece que já estavam registados) estreia na próxima semana em Portugal.
A revolução social
"Art & Copy" - A primeira resposta!
Este é o filme que todos vamos querer ver. Este é o filme que todos temos de ver. Este é o filme que vai levar em debandada todos os copys, directores de arte, criativos, accounts, consultores, estudantes, todos, mesmo todos, a invadir as poucas salas de cinema que o estrearem. Este é o filme do qual vai "ficar bem dizer mal", este é o filme que alguns irão defender, este é filme de que vamos falar... para dentro. Ou será mesmo assim?
Será que um documentário, que conta com as declarações sinceras de gente como: George Lois, Dan Wieden, Lee Clow ou Hal Riney , poderá mudar a percepção do "público em geral", o comum mortal a que nos referimos como "target" ou "consumidor", será que "eles" irão ver a face do "monstro" com outros olhos, ou fascinarem-se com o poder da mensagem? Será que podemos falar "para fora"? Podemos "dialogar"?... Será que estão interessados, sequer?
Estas podem muito bem ser as primeiras respostas...
Obrigado Doug Pray!
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Políticos fictícios, propostas irreais
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Num jardim perto de si
MSI é um fabricante de computadores portáteis que se lembrou de lançar uma campanha na internet para promover a nova série X-Slim - o novo laptop pesa menos de 1,5 kg e tem uma espessura que não chega aos 2,5 cm.
A campanha , que se traduz num concurso lançado no Youtube, apela ao envio de vídeos "extreme crazy" onde um dos protagonistas tem de ser o dito portátil. A empresa escolherá depois 15 vencedores que ganharão uma viagem à Grande Barreira de Coral e um portátil X-Slim.
Os candidatos a vencedores não tardaram. Um deles, alías um grupo deles, enviou um vídeo que está a ter mais sucesso do que a campanha - ou a ajudar a campanha a ter muito mais sucesso do que o esperado, dependendo do ponto de vista. Ali se vê um grupo de "acrobatas" demonstrando como se consegue apanhar o X-Slim com o... rabo. Isso mesmo. Ou, citando o Mashable, "onde o sol nunca brilha".
O site lança um desafio aos leitores para comentarem o estranho (no mínimo) vídeo.
Via I online




