


estranho a cara de velhaco que deram aos tugas O_o
IAM1 x INSA from Protein® TV on Vimeo.




Refere ainda a notícia que "O regulamento prevê que o vencedor possa ‘oferecer’ o funeral a uma terceira pessoa, viva, reencaminhando, assim, a prenda."
Sublinho: "Oferecer o funeral", "pessoa, viva" e "prenda". Isto torna a ideia ainda mais genial porque de facto atire a primeira pedra quem nunca pensou oferecer um funeral a um amigo?
“Se a morte existe para dar sentido à vida, queremos em vida proporcionar a possibilidade de ter um funeral de sonho”, (e quem nunca sonhou com esse dia) salientou a responsável pelo concurso, concluindo que “No Grupo Santiago já oferecemos tudo, desde dinheiro a automóveis, viagens e animais. Por isso optamos por fazer um concurso que pensamos ser único no mundo”.
Cara Sra. único nem sempre quer dizer bom.


Ontem foi notícia. Porque é um fenómeno à escala mundial, porque é a marca portuguesa mais valiosa de sempre e uma das mais reconhecidas, porque há muito que estravaza as fronteiras nacionais, a apresentação de ontem de Cristiano Ronaldo no Real Madrid foi notícia em todo o Mundo.
Na minha opinião ligamos demasiado ao futebol, à boa maneira do Sul da Europa e da América, e julgo que, em Portugal, as horas gastas na transmissão e retransmissão do Show Ronaldo foram excessivas.
Do que li fica uma duvida que terá escapado à "máquina" do Real Madrid. Estima-se que boa parte do dinheiro investido no português seja recuperada através de merchandising do clube, nomeadamente a venda de camisolas oficiais. Acontece que além de perder o "seu" número 7, que no Real é de Raul, nas costas da camisola surge apenas "Ronaldo".
Acontece que o Real Madrid já teve um Ronaldo e que ostentou precisamente a mesma camisola número "9". Mesmo sendo um fenómeno (o português), não haveria muito mais pessoas a comprar camisolas "C. Ronaldo" do que apenas "Ronaldo", ou seja, camisolas semelhantes que nas costas têm o mesmo nome e número (muda o patrocinador)?
Na minha opinião nem é bom para o Real Madrid, nem para a marca "Cristiano Ronaldo" (CR) que foi construída durante vários anos e que vale por si.
Hala Madrid! Hala Ronaldo! Hala Cristiano!
Adenda:
Sorte dos Xutos & Pontapés que, sem querer, ouviram uma música sua (À minha maneira) soar perante 80 mil madrileños o que poderá aumentar o sucesso da banda em Espanha. Seria uma excelente manobra de marketing, não fosse fruto do acaso.

Retomamos a emissão, depois de uma breve pausa. O regresso ainda sabe melhor quando se tem tanto para contar.
Os portugueses são conhecidos por serem hospitaleiros (deve ser uma das próximas capas da 'Nós') e por se esforçarem para ultrapassar a barreira da língua quando recebem alguém. Tudo isto me parece bem, excepto quando se cai no ridículo.
Estes são apenas alguns exemplos lidos em ementas, com os quais fui brindado nos últimos dias e que ilustram bem essa verdade tão portuguesa de que "quem não sabe inventa".
Bitoque - Bitouch (Portinho da Arrábida)
Leitão - Sucking little pig (Guia, Algarve)
E, talvez a minha favorita,
Perceves - understands (Aljezur)
Adaptar sim, mas sem cair no ridículo.
Esta é uma lista aberta. Caso tenham outros exemplos de "Bom Português", deixem um comentário. Prometemos que não controlamos IP's (até porque não sabemos como isso se faz) !
Pedro Tochas, o maior humorista português (segundo o próprio) conhecido por trabalhos tão famosos como... os "anúncios da Frize", organizou ontem a primeira manifestação (julgo que o conceito está em "agrupamento de mais de três indivíduos") via Twitter. Depois de Neda, a jovem mártir que morreu aos olhos de todos nas recentes manifestações no Irão, também Pedro Tochas ameaça (uma vez mais) entrar para a história mundial pelo seu impacto em manifestações. E sem precisar de falecer, o que dá muito mais trabalho.
Foi ontem, às 20h, na Alameda Dom Afonso Henriques, que se escreveu a história.






Por cá a luta faz-se voto a voto, uns através da Internet, de forma impessoal, e dando graças a Deus pelo fim dos comícios e das arruadas; outros nas feiras e nos mercados. Todos em "bonitos" cartazes pelo país fora.
Na Suécia, Evin Cetin, 25 anos, candidata ao Parlamento EU, utilizou uma forma original (digo eu) na comunicação política. De origem curda e assíria e filha de um fabricante de pizzas, utilizou a influência e os contactos do pai para estampar a sua cara em caixas de pizza, distribuídas em 100 pizzarias suecas.
"Na página da candidatura, segundo Evin inspirada em Obama (sim, não é só por cá), é possível ler notícias, seguir a candidata no facebook, mas também ver o canal de vídeos da campanha, onde se inclui este de apoio protagonizado por um grupo de hip hop no qual a candidata surge a dançar. Tudo sob o lema "Um voto na pizza (ou fabricante de pizzas) sueca!" (tradução livre e, ainda por cima, via Google).
É certo que estamos a falar de um país onde o Partido dos Piratas arrisca-se a eleger um deputado para o Parlamento EU, mas, ainda assim, Evin não fez mais do que adaptar a sua mensagem ao seu público. Veremos se resulta.
Campanhas e outros slogans.
Foi com muita honra que fui representar o Buzzófias na sessão de apresentação dos Croquette Awards.
A apresentação terminou com a promessa de uma segunda edição e o convite a provar alguns dos croquetes, alguns deles a serem cozinhados "in loco"...






