"Hoje, o jornalismo de investigação em Portugal resume-se a colocar o nome de uma pessoa no google e depois carregar no enter".
Been there!
Post sempre pertinente e bem-humorado do ilustre "prof." Nuno Costa Santos (em versão crónica do RCP).
segunda-feira, 20 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Worst Hotel in the World




Campanha desenvolvida para o Hans Brinker Budget Hotel, para dar a conhecer a péssima hospitalidade, os quartos imundos, a vizinhança duvidosa e a pouca qualidade do serviço.
Resultado?

Lançaram um livro de 280 páginas, chamado The Worst Hotel in the World, que reune todos os posters e flyers desenvolvidos pelo hotel (os primeiros feitos pelos donos com muito sentido de humor e pouca mestria) e fotos que comprovam o estatuto de este-hotel-é-mesmo-um-inferno-tirem-me-daqui!
Ah, e se quiserem comprovar se isto é mesmo verdade, vão ter que esperar. É que eles estão (quase) sempre lotados.
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quinta-feira, 9 de abril de 2009
Whopper Freakout
O dia em que o Whopper do Burger King foi descontinuado. Toda a gente adora a reality tv, e porque não aproveitar isso para promoção de marca?
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
Turismos de Portugal
A campanha já tem umas semanas (hoje devo estar nostálgico...), mas para mim está excelente.
Promove de facto um País Maior (inspirações políticas à parte), um Portugal vasto, repleto de segredos a descobrir, com recantos únicos que poucos portugueses conhecem.
Em tempo de crise, o MEI recupera o conceito "Vá para fora, cá dentro", e dá a conhecer Portugal aos portugueses. Parece-me bem, não fossem todas as outras campanhas avulsas que, por aí vão surgindo, ora para dentro, ora para fora, aparentemente, sem estratégia que as suportem.
Independentemente disso, gosto desta campanha - certamente mais em conta que outras envolvendo estrelas nacionais e fotógrafos internacionais - e, só por isso, este fim-de-semana vou descobrir Portugal!
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terça-feira, 7 de abril de 2009
Brüno

Acho que todos acreditávamos que depois de "Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan"; Sacha Baron Cohen nunca poderia superar-se a si próprio.
A forma como o inocente, machista, chauvinista e apaixonado Borat nos tocou e ao mesmo tempo nos comoveu sem nunca deixar de ser um dedo pertinente nas feridas da América perdida, parecia insuperável.
Mas a trilogia não estava completa. Se Ali G já tinha visto os estrelato da grande tela em forma de comédia incipiente digna de programação de Domingo à tarde, Brüno (o "outro" personagem de The Ali G Show) vai ter honras de um formato que parecia exclusivo do repórter do Cazaquistão.
Moda e modas, América e Europa, raça e racismos, sexo e opções... nada parece ser tabu para a nova entrega de Sacha. Estreia este ano. Nos Estados Unidos já se fala de boicote e uma classificação para mais de 18 anos.
Trailer em baixo... para maiores de 18.
Publicada por
Francisco Morgado Véstia
à(s)
4/07/2009
2 comentários:
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Brüno; Sacha Baron Cohen
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Stolen for Fashion
Vídeo da organização PETA protagonizado pela cantora Pink e por Rick Gervais (the office).
Leiloar a vara
Em resposta a ter ficado sem o patrocínio da Nike, Romain Mesnil, campeão Mundo em 2007 do Salto à Vara, decidiu leiloar o lugar de patrocinador oficial e um espaço no seu equipamento para a temporada de 2009. Para atrair as atenções decidiu correu "como veio ao Mundo", pelas ruas de Paris e colocar o vídeo na Net. Até ao momento, esta acção garantiu-lhe 45 000 e 3 mil euros, respectivamente para cada leilão, e mais de 500 mil visitas no Youtube em apenas cinco dias.
Quanto a mim, só espero que esta crise chegue rapidamente ao ténis feminino.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Nacional Puritanismo

Como se lê na notícia da Reuters, em tempo de crise, todas as ajudas são bem-vindas para ajudar a resolver os problemas das cidades, com orçamentos cada vez mais restritos. Não estamos a falar de nenhum país da América do Sul ou da África Subsariana, mas sim de quatro grandes cidades nos EUA.
Infelizmente, por cá, embora igualmente criativos somos mais puritanos. Em Portugal, esta poderia ser uma solução para fazer face a alguns problemas que nos afectam, e que as autarquias, algumas perfeitamente endividadas, não conseguem resolver. Na minha opinião, não se trata de "prostituir" o espaço público, nem descaracterizar as cidades (não mais do que a publicidade exterior já o faz), mas acções criativas com contributos directos para os cidadãos.
Um exemplo recente foi a campanha de 30 anos da CIF. Para mostrar a eficácia do produto,a Unilever, detentora da marca, pintou de branco uns muros na Calçada de Carriche, em Lisboa, que estavam imundos e repletos de tags. A marca manteve-se por quinze dias, e passado esse tempo os muros voltaram a ser pintados de branco. Os muros brancos ainda lá estão (já têm de novo um ou outro graffiti), a marca não.
Infelizmente, em Portugal, cada vez que uma marca é mais arrojada, chovem criticas, mesmo que, como nestes casos, a obra fique e as marcas se vão.
No fundo, "what’s a little logo here or there if it means a smooth ride?"
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terça-feira, 31 de março de 2009
Velhos hábitos
"O colonialismo foi um gigantesco esforço de rebranding: como convencer uma chusma de estrangeiros residentes na América do Sul, na África e na Ásia que eram tão portugueses como nós? Acabou por não resultar, como todos sabemos."
Miguel Esteves Cardoso, hoje no Público.
Miguel Esteves Cardoso, hoje no Público.
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sexta-feira, 27 de março de 2009
O que é nacional, é bom!

Sai amanhã, Sábado, com um dia de atraso em relação ao previsto, o número um da edição portuguesa da mítica revista PLAYBOY.
Numa altura em que se despedem jornalistas, fecham meios e se concentram redacções, os novos projectos são sempre bem-vindos, sobretudo com conteúdos deste gabarito!
A capa pertence a Mónica Sofia (ok, não é uma Marilyn, mas é o que se arranja por cá) e a Playmate (a miúda que se despe) é a "muito conhecida" Rute Penedos (!).
A todas, bem-vindas!
quinta-feira, 26 de março de 2009
E o povo, pá?

A campanha eleitoral para a Câmara Municipal de Lisboa ameaça ficar ao rubro.
Hoje é apresentada uma das "mais fortes e credíveis" candidaturas. Falo, claro, de Os homens da luta. Às 23 horas, no Musicbox, em Lisboa, Neto e Falâncio, vão dar a conhecer as suas ideias, ou a falta delas, para cidade.
Em pouco ou nada rigoroso exclusivo para o Buzzófias, captámos as imagens de uma das últimas acções de rua da dupla (a gravação do videoclip), onde reivindicavam "dinheiro para comprar um carro novo". Discurso positivo!
Já havia um menino guerreiro, agora temos os homens da luta!
Adidas House Party Commercial - Simpsons Edition
Aproveitando o buzz gerado pelo anúncio da Adidas, que celebrou a originalidade simulando uma House Party frequentada pela Missy Elliot, Beckham, Garnet, K. Perry, entre outros, a Sky 1 criou uma comunicação similar, de forma a promover os Simpsons no seu canal de televisão.
Celebrate Originality - the simpsons spoof:
Celebrate Originality - Adidas Ad:
Kewl...
Celebrate Originality - the simpsons spoof:
Celebrate Originality - Adidas Ad:
Kewl...
Peão exaltado
Acção de guerilha original protagonizada por um grupo de cidadãos anónimos, contra o estacionamento em cima de passeios, passadeiras e outros sítios que tais.
A ideia é colar e apelar à colagem destes autocolantes em todos os carros que se encontrem em transgressão. Os autocolantes podem ser pedidos através do mail peao.exaltado@gmail.com e as fotos da acção em http://passeiolivre.blogspot.com/.
Custo? Impressão de alguns milhares de autocolantes.
Retorno? Notícias com destaque em vários meios de comunicação social.
Pergunta: Quantas agências em Portugal proporiam esta acção a um cliente seu?
Resposta: Certamente muito poucas.
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terça-feira, 24 de março de 2009
Batôn. O indicador económico.
Hard Times, but Your Lips Look Great
THE NEW YORK TIMES
Foi o chairman da Estée Lauder quem o percebeu e baptizou (o que faz algum sentido..).
Enquanto se vivem momentos de recessão. Plena crise económico-financeira.
O sexo feminino entra em frenesim na senda da conquista do batôn.
Logo após o 11 de Setembro, a venda duplicou.
Porquê?
Justificações multiplicam-se.
Até a darwinista hipótese da atracção relativa ao sexo oposto para assegurar o futuro. Falamos portanto, de puro instinto de sobrevivência associado à dependência (?!? …sugestão claramente machista).
A minha aposta vai mesmo para o saciar da shopaholic que corrompe e oprime qualquer uma.
Há que comprar algo. E algo que embeleze.
Encarar a depressão de forma encantadora.
Não se consegue levar o vestido…o sapato ou a carteira.
Mas a cor dos lábios é outra. Nova. Atraente.
Um pequeno poder de compra. Bem além do essencial.
Um affordable luxury.
Tão próximo e íntimo que fica na mente e nas palavras de uma mulher.
Antes o atum em lata que um lábio deprimido.
Bife do lombo não tem o encanto de uma cor que amacie a boca.
Não trava atenções.
Não só é económico.
É um indicador social.

...e a indústria de cosmética agradece.
THE NEW YORK TIMES
Foi o chairman da Estée Lauder quem o percebeu e baptizou (o que faz algum sentido..).
Enquanto se vivem momentos de recessão. Plena crise económico-financeira.
O sexo feminino entra em frenesim na senda da conquista do batôn.
Logo após o 11 de Setembro, a venda duplicou.
Porquê?
Justificações multiplicam-se.
Até a darwinista hipótese da atracção relativa ao sexo oposto para assegurar o futuro. Falamos portanto, de puro instinto de sobrevivência associado à dependência (?!? …sugestão claramente machista).
A minha aposta vai mesmo para o saciar da shopaholic que corrompe e oprime qualquer uma.
Há que comprar algo. E algo que embeleze.
Encarar a depressão de forma encantadora.
Não se consegue levar o vestido…o sapato ou a carteira.
Mas a cor dos lábios é outra. Nova. Atraente.
Um pequeno poder de compra. Bem além do essencial.
Um affordable luxury.
Tão próximo e íntimo que fica na mente e nas palavras de uma mulher.
Antes o atum em lata que um lábio deprimido.
Bife do lombo não tem o encanto de uma cor que amacie a boca.
Não trava atenções.
Não só é económico.
É um indicador social.

...e a indústria de cosmética agradece.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Quando os utilizadores tomam o controlo - processos de co-criação.
Inerente à definição de "social media" numa determinada plataforma, está a criação e gestão do conteúdo da mesma por parte dos seus utilizadores. O twitter nada é sem os seus twitterers.
Assim, estas plataformas terão sempre de ter uma atenção especial para com os seus utilizadores, incluíndo-os no processo de criação, ou pelo menos de autenticação, de qualquer mudança feita na plataforma.
Quando o Facebook modificou os seus termos de serviço, os utilizadores manifestaram-se contra a mudança, obrigando a plataforma a recuar nos seus planos.
Agora é a nova homepage do Facebook que se revela pouco querida aos olhos dos facebookers. E, novamente, alavancando as suas vozes através das próprias ferramentas daquela plataforma - em jeito de megafone - os utilizadores querem que o Facebook volte atrás.
Pessoalmente, não gosto da nova homepage do facebook - parece-me demasiado colada ao twitter. Mas o problema que se levanta é o da co-criação. Até que ponto é que os utilizadores não estarão a travar a evolução natural da plataforma onde se encontram, simplesmente porque são resistentes à mudança?
Isto porque, nos processos de co-criação, o que é realmente importante para o sucesso, é integrar as opiniões das diversas partes numa só. No entanto, é sempre necessária a presença de um project manager de forma a filtrar as diversas partes - se tal não acontecer, assistir-se-á simplesmente à criação de diversos grupos de poder (liderados pelos alfas da plataforma) que tentarão conduzir a evolução tecnológica da mesma para perto dos valores por eles defendidos.
O Facebook, desde o início, assumiu que os project managers da plataforma eram os seus utilizadores. Foi exactamente por isso, pela possibilidade de customizar e alterar a plataforma, que o facebook atingiu o sucesso. No entanto, agora que os utilizadores estão realmente no poder, a equipa por trás do facebook - Zuckerberg e companhia - parece estar a perder o seu. E a falta de poder na equipa de getão conduz necessariamente a uma perda de reputação da mesma e de valor para a empresa - se ela não controla o seu destino, então o seu valor reduz-se drasticamente.
A minha opinião pessoal - por mais que possa doer aos adeptos do user generated content - é que deve sempre existir um project manager, mesmo nas plataformas geridas por utilizadores. As opiniões precisam de ser filtradas e orientadas por alguém, já que se corre o risco da estagnação da mesma, caso contrário.
Sou adepto da Sabedoria das Multidões. Mas, nesse processo, em que é a multidão é que toma a decisão final, só em média é que ela estará correcta. E quando o objectivo é a média, os resultados só poderão ser, simplesmente, medianos.
Co-criação, sempre. Mas assistida.
Assim, estas plataformas terão sempre de ter uma atenção especial para com os seus utilizadores, incluíndo-os no processo de criação, ou pelo menos de autenticação, de qualquer mudança feita na plataforma.
Quando o Facebook modificou os seus termos de serviço, os utilizadores manifestaram-se contra a mudança, obrigando a plataforma a recuar nos seus planos.
Agora é a nova homepage do Facebook que se revela pouco querida aos olhos dos facebookers. E, novamente, alavancando as suas vozes através das próprias ferramentas daquela plataforma - em jeito de megafone - os utilizadores querem que o Facebook volte atrás.
Pessoalmente, não gosto da nova homepage do facebook - parece-me demasiado colada ao twitter. Mas o problema que se levanta é o da co-criação. Até que ponto é que os utilizadores não estarão a travar a evolução natural da plataforma onde se encontram, simplesmente porque são resistentes à mudança?
Isto porque, nos processos de co-criação, o que é realmente importante para o sucesso, é integrar as opiniões das diversas partes numa só. No entanto, é sempre necessária a presença de um project manager de forma a filtrar as diversas partes - se tal não acontecer, assistir-se-á simplesmente à criação de diversos grupos de poder (liderados pelos alfas da plataforma) que tentarão conduzir a evolução tecnológica da mesma para perto dos valores por eles defendidos.
O Facebook, desde o início, assumiu que os project managers da plataforma eram os seus utilizadores. Foi exactamente por isso, pela possibilidade de customizar e alterar a plataforma, que o facebook atingiu o sucesso. No entanto, agora que os utilizadores estão realmente no poder, a equipa por trás do facebook - Zuckerberg e companhia - parece estar a perder o seu. E a falta de poder na equipa de getão conduz necessariamente a uma perda de reputação da mesma e de valor para a empresa - se ela não controla o seu destino, então o seu valor reduz-se drasticamente.
A minha opinião pessoal - por mais que possa doer aos adeptos do user generated content - é que deve sempre existir um project manager, mesmo nas plataformas geridas por utilizadores. As opiniões precisam de ser filtradas e orientadas por alguém, já que se corre o risco da estagnação da mesma, caso contrário.
Sou adepto da Sabedoria das Multidões. Mas, nesse processo, em que é a multidão é que toma a decisão final, só em média é que ela estará correcta. E quando o objectivo é a média, os resultados só poderão ser, simplesmente, medianos.
Co-criação, sempre. Mas assistida.
quinta-feira, 19 de março de 2009
E o Design do Ano vai para...

Hope by Shepard Fairey, ganhou o Brit Insurance Design of the Year.
Por tudo e mais alguma coisa seria de prever que esta imagem se tornaria icónica. A mim caiu-me no goto. Parabéns ao senhor Shepard!
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Unidade
Parece que cada vez mais caminhamos para uma unificação total. Fala-se, em determinados círculos, na possibilidade de avançarmos para uma moeda única universal, um governo único, etc. Enquanto isto não passa de ficção, até ver, parece que caminhamos isso sim para uma unidade nas redes sociais.
Christopher Moser, responsável para a Península Ibérica da rede social Myspace, esteve em Portugal e em entrevista ao Público admitiu que esse é o caminho para as redes sociais. Um só log in, uma só plataforma, onde podemos consultar todas as redes sociais às quais pertencemos.
Sem dúvida que é mais prático, mas nesse caso, qual será o futuro da publicidade a este nível. Os anunciantes já não terão de fazer campanhas directamente nas redes sociais mas sim nessa plataforma única? E nesse caso, para quem reverterão os investimentos publicitários? Para qual das redes sociais?
O caminho parece estar definido, falta limar estas arestas.
Christopher Moser, responsável para a Península Ibérica da rede social Myspace, esteve em Portugal e em entrevista ao Público admitiu que esse é o caminho para as redes sociais. Um só log in, uma só plataforma, onde podemos consultar todas as redes sociais às quais pertencemos.
Sem dúvida que é mais prático, mas nesse caso, qual será o futuro da publicidade a este nível. Os anunciantes já não terão de fazer campanhas directamente nas redes sociais mas sim nessa plataforma única? E nesse caso, para quem reverterão os investimentos publicitários? Para qual das redes sociais?
O caminho parece estar definido, falta limar estas arestas.
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terça-feira, 17 de março de 2009
o meco das companhias aéreas
Pois então as companhias aéreas já tinham feito tudo para promover as suas tarifas, certo? Certo.
Mas, a Aer Lingus quis continuar a tentar. Por isso, hoje juntaram 999 passageiros recrutados via Facebook e Twitter, para promover os seus voos a 9.99 libras.
E, como a companhia diz que este valor não tem "hidden extras", os 999 soldados do ar foram nús passear em Londres.
Mas, a Aer Lingus quis continuar a tentar. Por isso, hoje juntaram 999 passageiros recrutados via Facebook e Twitter, para promover os seus voos a 9.99 libras.
E, como a companhia diz que este valor não tem "hidden extras", os 999 soldados do ar foram nús passear em Londres.
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