quarta-feira, 4 de março de 2009

Does Facebook own us? .2 ou 3


O tira teimas chutado pelo facebook

gosto especialmente da parte

"We still have work to do to communicate more clearly about these issues, and our terms are one example of this"

A comunicação é a base de um rede social, certo?

Tempo de Antena


Diz-se que toda a gente tem direito a 15 minutos de fama. Ontem chegou a vez desta senhora (na foto), provavelmente ex-colega de profissão de Carolina Salgado, se tornar famosa. Por ter tentado agredir a ex-primeira dama do Futebol Clube do Porto, Marisa faz hoje capas de jornais e aparece em várias fotografias, um pouco por toda a imprensa diária e blocos noticiosos televisivos.

No jornal Record teve até direito a ser entrevistada. E de acordo com o jornalista responsável por tão digno artigo, apenas foi possível publicar algumas declarações da provável alternadeira, dado que de acordo com o mesmo, "as restantes afirmações era absolutamente impublicáveis".

Será esta a imprensa que temos, onde o sensacionalismo vigora? Nunca, ao longo de mais de dois anos, na imprensa desportiva, assistimos a qualquer trabalho de investigação sobre o caso Apito Dourado ou Apito Final (como foi denominado mais recentemente).

Vigora, acima de tudo, a cultura do medo, onde a publicação de determinadas notícias dá origem a ameaças, agressões, blackouts, etc.

Em Itália, a eclosão do caso Calciocaos motivou um acção judicial rápida (principalmente a desportiva) e muitas paragonas nos jornais, trabalhos profundos de investigação, onde tudo se soube e os culpados foram julgados e punidos.

No país dos brandos costumes à beira mar plantado, nada disso existe. Só para citar um exemplo, um dos arguidos, por várias dezenas de suspeitas de corrupção, mantém o cargo de Presidente da Assembleia Geral da Liga Portuguesa de Futebol. O que acontecerá no final do julgamento?

Arrisco dois cenários:

Cenário 1 - Daqui por 20 anos, quando os arguidos já tiverem falecido ou estarão em estado catatónico (tipo o ditador chileno Pinochet quando foi julgado), será provado que afinal sempre houve corrupção, mas os mesmos já não poderão ser punidos criminalmente. Em termos desportivos, os casos já prescreveram, pelo que nada acontecerá aos clubes.

Cenário 2 - Daqui por 5 anos (que utopia) decidem arquivar todo o processo por falta de provas e o único culpado (vulgo, bode expiatório), será um árbitro dos distritais da Associação de Futebol de Faro, que eventualmente terá recebido uma sandes de courato para beneficiar o Castromarinense no derby regional frente ao Lusitano de Vila Real de Santo António.

Será que algum dia alguém tem vergonha na cara neste país? Ou vamos abrir falência como a Islândia? A falência moral, pelo menos, já é lei neste país... há muitos anos!

terça-feira, 3 de março de 2009

O regresso do menino guerreiro

Hoje foi notícia o lançamento do site da candidatura autárquica de Pedro Santana Lopes

Como o próprio escreveu, Domingo, no seu blog, "é apenas o começo" (já que lá estão, aconselho uma leitura atenta aos comentários que são, simplesmente, deliciosos).

Por isso, e porque nos apetece, vale a pena lembrar outro grande momento protagonizado por PSL, num verdadeiro hino de ir às lágrimas (o sentimento que as motivam escolham vocês). Desta vez, com começo, meio e fim.


a whole lotta love..

Beth Ditto dos Gossip na capa do número 1 da Love.

Microsoft imagina o futuro

<a href="http://video.msn.com/?mkt=en-GB&playlist=videoByUuids:uuids:a517b260-bb6b-48b9-87ac-8e2743a28ec5&showPlaylist=true&from=shared" target="_new" title="Future Vision Montage">Video: Future Vision Montage</a>

2019, de acordo com a Microsoft. Bem mais interessante e relevante do que qualquer anúncio "I'm a PC".

segunda-feira, 2 de março de 2009

I

I de informação é o nome do novo jornal do Grupo Lena e dirigido por Martim Avillez Figueiredo. O diário vai contar com o suplemento Zoom para temas mais aprofundados. Ao domingo não sai. Porque é dia do Senhor e os jornalistas também descansam.

Estamos à espera.

mau copy #?


"Autarca denuncia violação depois de PSP sair do Rego "

palavras para quê...

2 b or not 2 b @ facebook?

O Rui Calafate repesca a questão das redes sociais. Não me cabe aqui discutir o impacto das redes sociais no equilíbrio psicológico do individuo. Deixo essa tarefa a pais, psicólogos, sociólogos e outros que tais. A mim interessa-me, sobretudo, a forma como as redes sociais se vão tornando uma ferramenta na vida social consumidores. A mim interessa-me saber quem anda por onde e porquê.

Estar a par das novas tendências, seja a que nível for, é papel fundamental do bom assessor de comunicação. O Facebook (e o linked in e o star tracker, etc) chegou. Está aí e é uma realidade. Mais, é o espaço onde aqueles que não consomem jornais. nem revistas, que preferem a Internet para ver TV e o MySpace para ouvir rádio, andam. E eles, essa grande franja de consumidores, não são poucos. São milhões. Falamos de pessoas a quem a publicidade tradicional não chega e a quem as comuns formas de comunicação não beliscam. É uma nova geração. Com uma linguagem e referências que mudam à velocidade que o modem impõe.

Percebo que para os mais velhos seja difícil entender o poder do mundo "online". Uma linguagem fora dos padrões estabelecidos, ensinados e propagados. Mais: dar nas vistas no mundo online requer mais do que trabalho certinho, atinado, de operários da comunicação. Implica rasgo, inspiração, génio, porque a concorrência é maior e os gatekeepers aos milhares (milhões). Palavras comuns na Publicidade, mas temidas no mundo cinzento das RP a metro do nosso país.

Claro que o contacto pessoal é importante e é bom, pela sobrevivência da espécie, que continue a existir, mas, para uma marca, existir apenas no plano "offline" é ser invisível para as gerações do amanhã.

domingo, 1 de março de 2009

Último round para o Rocky


A notícia já tem uns dias mas merece ser comentada. O Rocky Mountain News fechou as portas. Um ninho de Pulitzers e uma das mais respeitadas escolas de bom jornalismo, o 'Rocky' (como era carinhosamente tratado pelos leitores) não resistiu à tão falada crise da imprensa.

«We part in sorrow because we know so much lies ahead that will be worth telling, and we will not be there to do so».

Lê-se na mensagem de despedida onde se lamenta, sem pieguices, este triste fim.

Na homepage do jornal fica o vídeo da despedida, um adeus a provar que o Rocky não era um jornal parado no tempo e avesso às novas tecnologias.

Convém náo esquecer ainda aquela que foi uma das mais brilhantes reportagens publicada nesta década: A Final Salute, de Jim Sheeler, prémio Pulitzer de 2005.

Que descanse em paz.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Nem a NBA escapa à crise


A economia Norte-Americana está de rastos. O plano de recuperação lançado por Obama começa a dar os primeiros passos, mas entretanto a crise já afectou muitas áreas. O desporto, uma das mais lucrativas indústrias dos E.U.A. (factura várias vezes mais que a indústria cinematográfica, por exemplo), começa também a sentir o apertar do cinto.

A NBA pediu um empréstimo para ajudar os clubes que sofreram perdas significativas de alguns milhões de euros. Porém, o Comissário David Stern vê as coisas pela positiva pois num momento em que os bancos não emprestam dinheiro nos Estados Unidos, a NBA conseguiu ver o crédito solicitado aprovado.

A notoriedade e a confiança da NBA ainda merecem crédito!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

V de Visão


Sou só eu ou a imagem criada para o "Fórum Portugal de Verdade" do PSD vai trazer problemas a Manuela Ferreira Leite, mais cedo ou mais tarde.

Quem, no seu perfeito juízo, é que desenha uma imagem para utilizar atrás da líder do partido, com dois dedos em "V", mais ou menos, na zona da cabeça? Se a ideia era ridicularizar MFL, parabéns! Coisa de criativos...

Felizmente, segundo as notícias, já foi contratada uma equipa de consultores de comunicação e imagem que já deve estar entretida com estes "detalhes" - o "Piquenas" já lá vai.

TVI 24 #2

... e eis que a primeira notícia é sobre péssimismo.

Esperança, de facto. Esperança...

TVI 24

Começa hoje às 21 horas a emitir o "canal de notícias" da estação de Queluz.

A concorrência, normalmente, aumenta a qualidade da oferta e por isso esta é uma boa notícia. Além disso, no meio de tantos fechos e despedimentos, o novo canal dá-nos razões para ter esperança.

A ver vamos se se confirmam as expectativas e se não estamos cá daqui a uns tempos para referir mais um projecto mal fundamentado.


iPandora Box


O iPhone é uma verdadeira caixa de Pandora dos tempos modernos. Cada vez que o ligamos, nunca sabemos o que vai sair dali. No meu caso, é responsável, por exemplo, por estar sempre contactável via telefone, SMS (MMS ainda não), Twitter, Facebook, MSN, GTalk, etc, etc, etc...

Mas também tem coisas boas. 

Mais do que uma plataforma móvel, é um suporte totalmente revolucionário que permite ter nas mãos centenas de aplicações - há cerca de 15000 disponíveis, algumas perfeitamente inúteis - mas todas elas passíveis de branding. E o mais fascinante, é que são os utilizadores a pedir informação e conteúdos sobre as marcas e por isso nada invasivo. Graças a Ele, um dos problemas do mobile marketing está resolvido!

Em Portugal já existem alguns exemplos de "visionários" como o Sapo ou o Público, entre outros, que rapidamente criaram as suas próprias aplicações. Mas mesmo assim, ainda existe muito caminho a desbravar.

Afinal, quantos marketeers nacionais podem continuar a dar-se ao luxo de ignorar um mercado de cerca de 17 milhões de utilizadores em todo o Mundo (em Portugal serão certamente uns milhares)?

Do's e Don't's aqui.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Name Droppers

Divagando sobre a sua suposta intelectualidade, Pedro Passos Coelho, em entrevista à Pública do passado fim-de-semana, deixa cair em jeito familiar como quem fala de amigos de adolescência, uma série de nomes da intelectualidade mainstream dos séculos XIX e XX. O problema é que, embora tendo acertado nos nomes, falhou-lhe o título de uma obra de Sartre. Para quem queria passar uma imagem de familiaridade, saíu-lhe o tiro ao lado. É como dizer que se é íntimo de fulano e que se é visita da casa da Lapa e na verdade fulano vive no Estoril.

A pseudo-intelectualidade e o name dropping, como Pacheco Pereira tão bem aponta são características de português - os nomes impressionam os pequeninos e o conteúdo nunca impressionou as massas.

A assessoria de um homem que tem ambições de chegar a Primeiro-Ministro passa também por limar estas arestas. Por abafar este instinto natural para o pseudo-conhecimento e dissimular as lacunas culturais e educativas de alguém que almeja sentar-se em jantares de Estado. Há coisas que só o berço dá e a morte tira, já diz a sabedoria da arraia miúda. Mas o que o berço não deu pode um bom assessor tentar disfarçar.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

And the winner is...


Ontem fui surpreendido pela "
notícia" de que a Geórgia ia usar o Festival da Eurovisão (sim, ainda perdura) para "atacar" a Rússia. A canção em causa chama-se “We don’t wanna put in” (lê-se Putin), é interpretada pelos muito famosos Stephen & 3G (segundo fonte familiar dos próprios) e pode vir a ser um verdadeiro cavalo de Tróia pindérico e de gosto duvidoso no campo do inimigo - a final do "evento" realiza-se em Moscovo.

O que me surpreendeu não foi a notícia, mas o critério jornalístico porque de facto isto não é notícia. 

Há muito que o próprio festival da Eurovisão é, não uma arma, mas um atentado, repleto de bombas de 3 minutos (em média), que duram durante horas. Assistir ao espectáculo deve assemelhar-se (com as devidas distâncias) a um frenético bombardeamento sobre Bagdade ou Palestina. Aliás, o que é que Portugal faz lá há mais de 20 anos se não humilhar-nos, atentar contra as nossas tradições, bom gosto e capacidade auditiva?

Srs. jornalistas, mais critério por favor!

Brincadeiras à parte, esta é uma verdadeira e muito criativa acção de marketing de guerrilha, por parte da Georgia. Os objectivos principais estão cumpridos: gerar buzz, colocar o Mundo a falar do acontecimento, inclusive a própria Rússia, e chamar a atenção para o problema que afecta os dois países. Tudo isto com um custo verdadeiramente reduzido. 

Só é pena é que a música seja tão má...


PS: a foto inicial é de Eládio Climaco, para sempre o Sr. Festival da Canção (e Jogos sem Fronteiras)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Errado

Existe uma memória colectiva que visa sobre o nosso conhecimento estético. Sobre a forma como as coisas devem parecer. Mesmo os "erros" ou a noção de "errado", foram amplamente usadas pela arte ao longo da história.

A forma como o "cubismo" operava não era mais que a aplicação estética de um erro de perspectiva que questionava a nossa própria noção e ponto de vista sobre as matérias; ou quando mestres como Grandmaster Flash ou Afrika Bambaataa repensaram o som estranho de um disco riscado e transformaram o barulho do scratch num novo instrumento.

2009. A forma de ver vídeos, mudou substancialmente nos últimos anos. Habituados a ver vídeos e conteúdos visuais na Internet, há muito que nos acostumámos aos seus "erros". Tornaram-se memória colectiva.

Eis agora um vídeo que faz uso de um conhecido erro de streaming de formato FLV. Os famosos "pixeis" e fantasmas de imagens sobrepostas, transformam o novo clip de Kanye West numa experiência surrealista.

Kanye West - "Welcome to Heartbreak"
Director: NABIL



KANYE WEST "Welcome To Heartbreak" Directed by Nabil from nabil elderkin on Vimeo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Piu Piu


Segundo o site do Público, o twitter do deputado do PSD, Pedro Duarte, foi violado!
Sem apelo nem agravo, algum mal-intencionado e maroto hacker, certamente da extrema-esquerda e defensor dessa coisa estranha que é o casamento entre pessoas do mesmo sexo, terá penetrado no twitter do ex-líder da juventude social-democrata, terá escrito um tweet bem puxadinho e ordinareco contra uma das convidadas do Prós & Contras, saindo sem se despedir.

Dizem as más línguas que a desculpa apresentada por Pedro Duarte soa a esfarrapada e que quando o deputado se apercebeu da barbaridade que tinha dito e das reacções que isso provocou - sim porque a twittosfera também se indigna - depressa empurrou as culpas para as vulnerabilidades da plataforma. Ainda para mais, segundo o próprio "tinha uma password bastante simples". Talvez 1234, ou o nome do cão ou do gato... ingenuidade, Pedro!

Se de facto se confirmar a intromissão é muito grave e justificação suficiente para o deputado, que entretanto suspendeu a conta para averiguações, exigir explicações ao próprio Twitter. Até porque à mulher de César...

Independentemente de quem tem razão, na minha opinião, existem demasiadas pessoas a usar o twitter como uma espécie de mIRC moderno, um msg sem fronteiras onde, aparentemente se está a escrever para uns amigos, mas que no fundo, milhares de pessoas podem ler.

Por isso, atenção ao que escrevem hoje, porque há sempre alguém, mal-intencionado, que pode fazer disso uma arma amanhã.

A GAME WE CANNOT LOSE

Minesweeper.
Famoso computer game com vida desde os 80's tem por objectivo desactivar minas.

ONU aproveita o cenário. Traduz e alerta para a cruel realidade.

"Everyday 65 people fall victim of landmines (...)
We need your help to win".






www.mineaction.org

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Does Facebook own us?

"Facebook's terms of service (TOS) used to say that when you closed an account on their network, any rights they claimed to the original content you uploaded would expire. Not anymore:

"You hereby grant Facebook an irrevocable, perpetual, non-exclusive, transferable, fully paid, worldwide license (with the right to sublicense) to (a) use, copy, publish, stream, store, retain, publicly perform or display, transmit, scan, reformat, modify, edit, frame, translate, excerpt, adapt, create derivative works and distribute (through multiple tiers), any User Content you (i) Post on or in connection with the Facebook Service or the promotion thereof subject only to your privacy settings or (ii) enable a user to Post, including by offering a Share Link on your website and (b) to use your name, likeness and image for any purpose, including commercial or advertising, each of (a) and (b) on or in connection with the Facebook Service or the promotion thereof."
"


- Lê-se, no grupo "People Against the new Terms of Service (TOS)", criado recentemente no Facebook.

Os novos termos de uso do Facebook compreendem assim a apropriação, por parte da plataforma, de todo o conteúdo alocado ao perfil dos seus utilizadores, bem como o conteúdo por nós partilhado por links.

Significa isto que:

.1 se eu partilhar este post no Facebook, o conteúdo partilhado no mesmo passa a pertencer ao Facebook ( acho eu). No entanto, não compreendo como é que o Facebook toma para ele este conteúdo dado que o mesmo é publicado numa plataforma que não lhe pertence, o blogger. O mesmo vale para o twitter, websites pessoais, etc.

.2 Podem usar as minhas imagens (pessoais ou não) para efeitos publicitários.

.3 Que medida tão 1.0, para uma rede social que se quer 2.0 - limitar e controlar desta forma o conteúdo mata os ideais de partilha da rede. O facebook é tão relevante quanto as pessoas que dele fazem parte. E se as pessoas deixarem de partilhar o seu perfil, as suas ideias, parvoíces, conteúdo e amizade, a plataforma deixa de ter valor comercial. Duh.

.4 a solução é simples. Caso estes novos termos de serviço continuarem activos, não partilharei mais qualquer tipo de informação naquela plataforma. Inclusivamente retirarei de lá todas as minhas fotografias - que, de resto, posso partilhar via Flickr, plataforma que permite partilhar conteúdos associados a uma licença Creative commons...

.4 Creative commons... helloooo?!?!?!!!!! É o pilar da sociedade 2.0. Ao não a utilizar na sua plataforma, o Zuckerberg está a enviar uma mensagem altamente negativa acerca do facebook: O FACEBOOK NÃO É UMA REDE SOCIAL - isto porque as redes sociais são feitas de conteúdos partilhados e criados por e para os seus utilizadores, não para uma entidade (que nem sequer paga pelos conteúdos!).

.5 Vou mas é passar a falar com os meus amigos em vez de escrever nas suas walls...

.6 Fuck 2.0 - Let's go back to 0.2