Quem passou hoje pela Praça de Espanha deu de caras com algumas vacas (bem reais) a pastar, bem no centro da praça. A iniciativa faz parte de uma campanha do Turismo dos Açores e que "traz" a Lisboa alguns elementos característicos das ilhas. Nada como uma boa dose de criatividade para atrair as atenções dos transeuntes e dos media.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Vacas Loucas

Não fosse o Buzzofias saber, exactamente, o que se passou em 2006 e diria, sem espinhas, que se tratava de uma acção de marketing replicada. Como aos nossos ouvidos chegou - em primeira-mão - a história do desaparecimento da vaca do Campo Pequeno (e por razões em nada relacionadas com marketing), arrisco o palpite de que é apenas "coincidência".
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Crónica de uma morte anunciada

Que dificilmente poderia vingar já se sabia dado que o formato paparazzi, puro e duro, vai contra a mentalidade de brandos costumes deste país. Porém, nem o mais ousado dos apostadores arriscaria em tão curto período de vida desta publicação, que nem uma dezena de edições teve.
A questão que se levanta é: Quem tem estas ideias peregrinas de abrir publicações relâmpago, que fecham mais depressa do que abrem?
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sábado, 17 de janeiro de 2009
Burger King 'sacrifica' Whopper Sacrifice
O Burger King terminou abruptamente a campanha Whopper Sacrifice. O motivo? O ultimato feito pelo Facebook para que a aplicação deixasse de avisar os utilizadores que alguém os tinha removido da lista de contactos.
Isto porque, de acordo com o Facebook, a aplicação ia contra as expectativas dos utilizadores, uma vez que a sua política de privacidade torna claro que ninguém é notificado caso seja removido de uma lista de amigos. Por outro lado, o Facebook pode também ter visto como prejudicial a remoção de amigos - afinal, todas as redes sociais vivem dos laços criados entre os utilizadores.

O Facebook deixa assim escapar a oportunidade perfeita para mostrar que grandes marcas conseguem, na sua plataforma, um envolvimento efectivo com os utilizadores - ainda para mais, numa altura em que a rede procura novas formas de publicidade para conseguir acompanhar o crescimento veloz do número de utilizadores.
Para o Burger King, e apesar do fim prematuro, a campanha terá sido um sucesso - não só pelo número de amizades terminadas pelo dito hamburguer (233,906 é o número oficial), mas também pelas inúmeras menções que gerou por todo o lado, levantando até questões sobre a hipocrisia das amizades nas redes sociais.
Isto porque, de acordo com o Facebook, a aplicação ia contra as expectativas dos utilizadores, uma vez que a sua política de privacidade torna claro que ninguém é notificado caso seja removido de uma lista de amigos. Por outro lado, o Facebook pode também ter visto como prejudicial a remoção de amigos - afinal, todas as redes sociais vivem dos laços criados entre os utilizadores.

O Facebook deixa assim escapar a oportunidade perfeita para mostrar que grandes marcas conseguem, na sua plataforma, um envolvimento efectivo com os utilizadores - ainda para mais, numa altura em que a rede procura novas formas de publicidade para conseguir acompanhar o crescimento veloz do número de utilizadores.
Para o Burger King, e apesar do fim prematuro, a campanha terá sido um sucesso - não só pelo número de amizades terminadas pelo dito hamburguer (233,906 é o número oficial), mas também pelas inúmeras menções que gerou por todo o lado, levantando até questões sobre a hipocrisia das amizades nas redes sociais.
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Assim vão os media

Como escrevemos neste post, a agenda de contactos é uma das ferramentas mais importantes de um consultor de comunicação. Mais do que números e emails, deve ter contactos privilegiados (palavra assustadora para alguns), pessoas a quem se trata por tu e que estão disponíveis para ouvir a fonte, sem medos nem pudores.
Ultimamente, para qualquer consultor que se preze, a tarefa de manter a sua agenda actualizada não tem sido fácil, tantas as mexidas e mudanças (diria centenas) nos meios de comunicação social, nos últimos meses. Algumas por bons motivos, outras nem por isso. Certo é que nas redacções se vive um clima de muita incerteza e de grande falta de motivação.
Sendo a boa saúde da imprensa fundamental para o País, temo que este estado de espírito não augure nada de bom.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Apelo ao proibido
Aproveitando o post do dc, aqui fica outro exemplo de criatividade com latex, na minha opinião mais duvidoso.
Eu até sou me adepto do bom humor, no entanto, o limite não devia ser o da legalidade? Pelos vistos, para a Harmony (e para a Fullsix), não.
Eu até sou me adepto do bom humor, no entanto, o limite não devia ser o da legalidade? Pelos vistos, para a Harmony (e para a Fullsix), não.
Afinal, ainda não estamos na Rússia.
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Limpezas de Inverno

Depois do gratuito Sexta ver a sua distribuição cancelada, a Controlinveste informa-nos que tenciona despedir 122 trabalhadores. A ameaça de que 2009 ia ser um ano terrível para a imprensa concretiza-se -- e ainda só chegámos a meio de Janeiro.
Os despedimentos nos media têm recebido um acompanhamento rigoroso, informado e exaustivo nos... media. É verdade que a crise na imprensa é mais grave do que na indústria têxtil ou automóvel? Não. Acontece que os jornalistas são as pessoas no mundo com maior facilidade de acesso ao 'megafone'.
Quando as coisas começaram a ficar más para a malta dos jornais, um grupo de bem intencionados colegas decidiu criar um site que reunisse declarações de jornalistas felizes com o seu emprego. O site Jolly Journalist queria animar a malta recorrendo às virtudes da web 2.0. Dependia de conteúdo gerado pelo utilizador e não era actualizado desde Outubro.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Fetiche com balões?
E porque nem tudo corre bem à primeira, os (hilariantes) out-takes podem ser vistos aqui, no site da Superfad.
A Durex continua assim a provar que sexo e humor podem andar de mão dada.
Adenda - outras campanhas de preservativos que utilizaram a modelação com balões como motivo:
A própria Durex, em 2007

A Tulipan, no ido ano 2000, coincidentemente (ou não) também com figuras animais
Palha fresquinha
Só os incompetentes é que se sentem incomodados com a competência dos outros.
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As coisas que nos enchem de orgulho

O fotógrafo oficial de Barack Obama é luso-descendente e o futuro cão da Casa Branca pode ser Português. Parabéns a ambos.
O melhor emprego do mundo
Quem quiser candidatar-se ao melhor emprego do mundo só tem de ir a este site.São 14.380€ por mês, e a difícil tarefa de viver numa ilha tropical deserta no estado Australiano de Queensland, durante 6 meses. São 12 horas diárias de trabalho, que consistem em dar de comer a peixes, recolher o correio e alimentar um blogue com fotos e partilha das experiências vividas na ilha.
Tudo isto, desfrutando ainda de uma moradia com três assoalhadas e piscina.
Ao que parece a corrida desenfreada ao cargo já começou e, só nas primeiras 24 horas, foram mais de 200 mil os visitantes e de duas centenas de inscrições... vindas de todo o mundo.
Já sabem, se estiverem insastifeitos com o vosso trabalho e a desejar mudar de ares... cliquem no link e candidatem-se, é só fazerem um vídeo criativo de um minuto!
Perfeição
Acção de guerrilha no metro de Berlin.
Com a mesma técnica dos "stickers", coloca-se menus de Photoshop sobre as imagens de anúncios dos novos álbuns de três divas da Pop.
Para lembrar que a "beleza perfeita" está à distância do "programa perfeito".
Com a mesma técnica dos "stickers", coloca-se menus de Photoshop sobre as imagens de anúncios dos novos álbuns de três divas da Pop.
Para lembrar que a "beleza perfeita" está à distância do "programa perfeito".
Publicada por
Francisco Morgado Véstia
à(s)
1/15/2009
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Nike
Taylor Momsen foge dos paparazzis ou isto é apenas mais um excelente exemplo da criatividade da equipa da Nike?
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Steve Jobs ausente da Apple até Junho
Afinal a condição médica de Steve Jobs é mais grave do que se suponha e, para recuperar, Jobs estará de baixa até ao final de Junho.
As acções da Apple caem.

As referências a "Steve Jobs" no Twitter sobem. Desenfreadamente.

Para outro post: o Twitter enquanto ferramenta para sentir o pulso da internet e perceber, em tempo real, o que está a causar buzz.
As acções da Apple caem.

As referências a "Steve Jobs" no Twitter sobem. Desenfreadamente.

Para outro post: o Twitter enquanto ferramenta para sentir o pulso da internet e perceber, em tempo real, o que está a causar buzz.
Palha fresquinha
Se todos vierem contra ti, provavelmente é porque vais em sentido contrário. Ou então é porque estás rodeado de imbecis...
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Blindgossip
Recentemente, deram-me a conhecer um site maravilhoso. Chama-se Blind Gossip e assenta num pressuposto muito simples: os autores lançam boatos sem nunca darem a conhecer sobre quem são os personagens da história. Depois, é ver os comments a choverem, com apostas sobre quem serão os protagonistas...
É que, apesar de nunca se falarem em nomes, a maioria dos followers do blog, sabem exactamente de quem se fala. E as reputações caem. Por mais aparências que se queiram manter.
É que o word of mouth funciona mesmo. Para o bom e, principalmente, para o mau.
É que, apesar de nunca se falarem em nomes, a maioria dos followers do blog, sabem exactamente de quem se fala. E as reputações caem. Por mais aparências que se queiram manter.
É que o word of mouth funciona mesmo. Para o bom e, principalmente, para o mau.
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Quanto vale um amigo?
Para alguns utilizadores do Facebook, uma amizade pode valer cerca de 30 cêntimos - ou antes, um décimo do valor aproximado de um hambúrguer.
A equação é possível graças ao Burger King, que lançou recentemente o Whopper Sacrifice — uma aplicação para o Facebook que encoraja os utilizadores a sacrificarem 10 amigos (isto é, a remover da lista de amigos) a troco de um cupão para um hambúrguer Whopper gratuito.

As últimas campanhas da marca, algo arrojadas, já haviam deixado alguns sobrolhos franzidos - caso da recente Whopper Virgins, uma espécie de Pepsi Challenge terceiro-mundista com um toque Benetton, e hambúrgueres no lugar dos refrigerantes. Mas trocar amigos por um hambúrguer parece não escandalizar os cerca de 20.000 utilizadores que, ao fim de poucos dias, já o fizeram.
As aplicações do Facebook têm vindo a tornar-se uma praga de proporções bíblicas. Vampiros, bolas de neve e quizzes sobre a sétima arte — quem o utiliza sabe bem como é receber pequenos e irritantes convites para adicionar estas e outras aplicações. De facto, a maior parte das aplicações criadas por marcas tenta impor um efeito viral através destes convites, tentando também aumentar e ampliar as interacções entre utilizadores.

As últimas campanhas da marca, algo arrojadas, já haviam deixado alguns sobrolhos franzidos - caso da recente Whopper Virgins, uma espécie de Pepsi Challenge terceiro-mundista com um toque Benetton, e hambúrgueres no lugar dos refrigerantes. Mas trocar amigos por um hambúrguer parece não escandalizar os cerca de 20.000 utilizadores que, ao fim de poucos dias, já o fizeram.
As aplicações do Facebook têm vindo a tornar-se uma praga de proporções bíblicas. Vampiros, bolas de neve e quizzes sobre a sétima arte — quem o utiliza sabe bem como é receber pequenos e irritantes convites para adicionar estas e outras aplicações. De facto, a maior parte das aplicações criadas por marcas tenta impor um efeito viral através destes convites, tentando também aumentar e ampliar as interacções entre utilizadores.
E aí vive a provocação do Whopper Sacrifice: não nos pede que façamos novos amigos, mas sim que digamos adeus a alguns. Com ligeireza, troça com a importância que damos a estes laços virtuais, ao mesmo tempo que dá aos utilizadores - que foram acumulando amigos a mais ao longo do tempo - a desculpa perfeita para limpar as suas lista de contactos. Este foi, aliás, o móbil da campanha: num artigo da Adweek, Jeff Benjamin, director criativo na Crispin Porter + Bogusky (agência responsável por esta campanha e também pela Whopper Virgins), diz que a ideia surgiu quando alguns dos criativos da agência se viram confrontados com o excesso de contactos no Facebook (o próprio Benjamin soma 736 amigos) e pensaram que, de alguma forma, poderia ser divertido eliminar alguns desses contactos.
Claro que muitos dos utilizadores irão sacrificar amigos pelo hambúrguer para logo a seguir voltarem a reatar a amizade. Ainda assim, todos os contactos sacrificados são avisados de que a sua amizade foi trocada por um hambúrger.
Resta assim saber quem irá guardar rancor.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Os gostos dos outros
Barbies das agências de comunicação, pê-erres de pêlo na venta, assessores abelhudos e estagiários reféns da redacção, vale a pena passar os olhos por esta brilhante colectânea de lugares comuns.Alguns excertos do hilariante Stuff Journalists Like (um spin-off do igualmente genial Stuff White People Like):
Press Releases
Majority of press releases end up in a pile of potential stories or go directly in the waste bin. But occasionally a journalist will get a press release that is just too good to pass up.
These press releases are usually for events that offer free food. When journalists gets one of these press releases they will immediately drop everything they are doing, pick up the phone and RSVP to said event.
GoogleAll without leaving the newsrooms, journalists have access to more information than the predecessors ever had. Google makes it possible to trace old stories, follow up on tips, scan through the day’s big headlines and read about the current round of layoffs at newspapers.In fact, when journalists want to read about the death of newspapers, their source of choice is Google News.
Interns
Interns are essentially used as mops to wipe up the day’s dullest news, allowing the professional paid journalists who get paid to focus on items that will wind up in frames and earn them the name recognition they so crave. Interns also allow journalists to pursue time worthy efforts such as griping about the death of newspapers or to write personal blogs.
Lá se foi o dia da semana de que todos mais gostam...
Bastou uma semana para o semanário gratuito Sexta suspender a sua publicação. Foi o primeiro de um ano que se adivinha muito difícil para a imprensa e não só. A Impala também já avançou para despedimento colectivo em algumas das suas revistas.
Aceitam-se apostas... who's next?
Aceitam-se apostas... who's next?
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