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terça-feira, 9 de agosto de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O novo paradigma da comunicação

"Tudo o que passa, passa na TSF". Este é o slogan da única rádio de notícias portuguesa. Uma breve adaptação seria o suficiente para mostrar o peso das redes sociais: "Tudo o que acontece, acontece nas Redes Sociais".

Há já algum tempo que se ouve que o futuro da comunicação são as redes sociais. Cada vez mais esta ideia parece desactualizada. Não é o futuro, mas sim o presente. Há dias, falámos aqui da importância das redes sociais e que até as ditaduras as utilizavam para veicular as suas mensagens e garantir a manutenção do seu sistema política.

Pois agora parece que o efeito foi exactamente contrário. O derrube de Ben Ali na Tunísia teve como base de sustentação a intervenção via rede sociais que permitiu ao país do Magrebe ver-se livre das amarras do regime com várias décadas de existência.

Por isso, já sabe, se quiser fazer uma revolução, deixe-se de músicas do Paulo de Carvalho na rádio e espalhe a sua mensagem pelo Facebook ou pelo Twitter.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Os junkies das novas tecnologias

A partir de agora novas expressões ganham vida, tais como: "Estou a ressacar do Facebook" ou "Sou o António Soares, tenho 42 anos, e sou um viciado no Twitter" ou ainda "Estou há 20 dias sem ir ao MSN mas quero pensar num dia de cada vez para me sentir curado".

O Homem é um animal de hábitos... e de vícios. Pelos vistos as Novas Tecnologias são o vício do Séc. XXI, mas ao menos fazem menos mal à saúde do que outros.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Leões de Porcelana

Cannes Lions Review em Portugal: E um bom exemplo de como NÃO estar no Facebook

Há muito que o Facebook dividiu o seu mundo virtual em “perfis” e “páginas” … Sendo que o primeiro é para pessoas (que têm “amigos”) e o segundo para marcas e organizações ( das quais “gostamos” ou não) … parece óbvio, certo? …

Nem por isso. Não são poucas as marcas, instituições e organizações comerciais que insistem em ter e manter “perfis” quando o seu lugar natural é nas “páginas” … Sendo que ainda se vive um período de “experimentação” nestas “andanças sociais” para a maior parte dos sectores, o mesmo não se pode esperar daqueles que se afirmam como especialistas e profissionais de “comunicação”. Aí esperamos um nível de operatividade diferente, distinto, que compreenda o teor, conteúdo e objectivo da plataforma em que se inserem … Que saibam o que “devem” e “não devem” fazer …

Facto: A “Cannes Lions Review” deveria ter uma “página” no facebook, mas não … tem um “perfil” (http://www.facebook.com/canneslionsreview ) ... Não é uma “pessoa real”, então: deveria ser uma “página”.

Eu, no meu perfil pessoal do facebook, repondi positivamente ao meu convite para o evento “Cannes Lions Night Party”, e fiquei “amigo” do “perfil” acima referido … Deparei-me com um texto sobre a festa que achei penoso, uma escolha de animação que achei de mau-gosto e pior que tudo, achei terrível o facto de uma instituição que é “marcante” no mundo da comunicação não cumprir a mais básica das regras de “engagement” em social media, ocupar o seu espaço devido: o das “páginas” … Como tal fiz um post … Como é meu direito, porque me apeteceu, porque, principalmente, achei “piada” à situação e resolvi partilhar com os meus “amigos” …

Sim o post tem apontamentos de ironia e de “gozo puro e duro” … Mas mais uma vez, o post é meu, pessoal, criado pelo “meu perfil” pelo qual respondo e sou responsável …

Ainda esse “post” não tinha segundos de vida, e já o “perfil: Cannes Lions Review” me tinha “bloqueado” … Como se: “longe da vista, longe de tudo” … Nunca se lembrando que tal acção poderia despoletar uma reacção pior para a “marca” … Uma “crítica” deste género era uma enorme oportunidade para transformar “pr negativo” em “positivo” … Poderia ter recebido uma mensagem pessoal, uma oferta de “esclarecimento”, um contacto prévio … Até me poderiam adverter, que até tinham uma “página” para além do perfil ( em:http://www.facebook.com/pages/Cannes-Lions-Review/155751644451483?ref=ts )

Mas não: acharam que a melhor maneira de lidar com um profissional do sector (que publicamente demonstra que a sua especialização é: Social Media - Senior Planner” ) seria fazer exactamente o que só em “ultima estância” deveremos fazer: “ostracizar” … neste caso, bloquear, encontrar os “posts” em questão e apagá-los …

Para “agravo” e “coerência” na posição, acharam de “bom tom” apagar também o meu “post” da wall do evento … (como se demonstra nas imagens em anexo) …

Espera mais, esperava, mesmo, diferente …




sexta-feira, 27 de agosto de 2010

diaspora* / diáspora

A Wikipédia diz:
O termo diáspora (em grego antigo, διασπορά – "dispersão") define o deslocamento, normalmente forçado ou incentivado, de grandes massas populacionais originárias de uma zona determinada para várias áreas de acolhimento distintas


Dia 15 de Setembro de 2010, chegamos, então à "terra-prometida" ... Não mais iremos cair sob a tirania de problemas de privacidade; não mais teremos de ver as nossas conversas interrompidas (porque sabe-se lá quem está a ouvir); não mais adoraremos falsos ídolos com biografias finchianas ...

Está condenada ao fracasso main-stream, sem dúvida, mas o conceito de uma Rede-Social que abarca o conceito de "open-source" como premissa, não é mais que uma revolução social dentro de uma outra, que a maior parte ainda nem sequer começou a compreender.





Diaspora: Personally Controlled, Do-It-All, Distributed Open-Source Social Network from daniel grippi on Vimeo.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O facebooker


O artigo já tem uns dias, foi publicado no último sábado no i, e descreve, aos olhos do sr. Edson Athayde, a relação dos portugueses com o Facebook. E com a vida em geral.

Embora possa ser verdade, em boa parte, duvido que se substituirmos "portugueses" por "brasileiros", "ingleses", ou qualquer outra nacionalidade, o efeito não seja parecido. Na minha opinião, o resultado é apenas mais um exemplo de uma comunicação que generaliza, inflama, sem necessidade.

Para reflectir que amanhã há mais.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A morte do Rolodex.




(...) Does anyone have access to George Lucas? his PA or agent or friend? Need to film him for a 2 min segment on TCH TV - a special project. We want to see how far we get in contacting him via social network sites - twitter/facebook/asmallworld etc (...)

Era assim que estava a frase abaixo do post fotográfico do The Cool Hunter no Facebook. E de repente, que presenciei in loco, começo a pensar:

E se conseguem mesmo o contacto do mais inacessível dos personagens do estrelato cinematográfico norte-americano? Que pode isto significar como novo paradigma do valor das PR e das Public Affairs enquanto catalisadores e key-holders da "influência"? Ou teremos de começar a avaliar o valor verdadeiro da e-fluência? ... Poderemos de facto estar a viver a massificação da teoria de que estamos todos a apenas 6 passos de distância de qualquer ser humano no mundo? Ou basta chegar ao Kevin Bacon?

Poderá a social-media tornar-se uma enorme lista telefónica? O rolodex do novo milénio? E à escala global?

... Demoraram 17 minutos:

(...) the cool hunter
update - twitter has got us to @philipbloom his cinematographer, who's with him as we speak - we're very close folks (...)




quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Facebook ultrapassa Hi5

De acordo com uma notícia do Briefing, o Facebook ultrapassou pela primeira vez em Portugal, o número de page views do Hi5 no último mês.

Esta notícia é o resultado de um estudo GFK/Briefing, que revela ainda que o Facebook, ao contrário das restantes redes sociais, apresenta valores mais altos de adesão no intervalo entre os 25 e os 34 anos, enquanto as restantes têm maior sucesso na faixa entre os 15 e os 24.

Para as marcas que cada vez mais apostam nestes territórios, este é, sem dúvida, um estudo relevante para adequar as suas apostas de comunicação aos targets-alvo de cada um dos seus produtos e/ou serviços.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Tou a ver se pega


Tentar não custa. Na pior das hipóteses ouvimos "não" como resposta, na melhor conseguimos o objectivo.

Isto vem a propósito deste email original que recebemos na nossa caixa do correio:

"Olá, boa tarde :)

Antes de mais, este mail é a propósito de um post feito pelo/a JC:
http://buzzofias.blogspot.com/2009/05/tou-nostalgico.html.

Basicamente criámos uma página de fãs no Facebook dos nosso tão adorados TOU:
http://www.facebook.com/pages/TOU-DE-VOLTA/186899541633?ref=mf.

E quem somos nós?

Bom.. Basicamente, somos um grupo de 4 alunos do Mestrado em Publicidade e Marketing da ESCS, que está a tentar tirar 20 na cadeira de Publicidade Online. Neste caso, o grupo que obtiver mais fãs de uma página, recebe esse "presente". Escusado será dizer qual é a nossa página.. E que ficaríamos honrados se fossem nossos fãs (e, já agora, um post no Buzzófias?) (ui, mas isto não entra na categoria de posts pagos?) (uuuuhhh posts pagos é que não, posts pagos são tabu!!) (hmmm.. not). :D

Bom, seja de que forma for, agradecemos a disponibilidade.

E JC, sempre podes matar algumas saudades. :)

Muito obrigada.

Com os melhores cumprimentos,
DC (se vocês podem encriptar, também posso?) ^^

--
Tou...de Volta!
Cromo da Bollycao
Pagina Facebook:
http://www.facebook.com/pages/TOU-DE-VOLTA/186899541633?ref=mf"

Aqui fica o nosso contributo. Já somos fãs e eis o post. Dois em um.

Parabéns pela originalidade, pela forma e pelo conteúdo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

From Consumers to Coproducers

O título deste post foi o tema de abertura do 2º dia do Congresso das Comunicações 09, que decorreu em Lisboa, esta quarta e quinta-feira. O Buzzófias teve acesso privilegiado a este evento e, sem dúvida, que este foi o momento mais interessante dos dois dias de Congresso. O painel contou com Richard Allan (Facebook Europa), Brian Levy (HP), a estrela proveniente da Web 2.0. Ana Free e o irreverente Pedro Bidarra (BBDO). O exemplo do sucesso da Ana Free foi o ponto de partida.

A Web 2.0. transformou, sem sombra de dúvidas, o papel dos indivíduos na sociedade. Muitos foram os exemplos dados pelos oradores, de como de meros consumidores, os cidadãos passaram a coprodutores de eventos, produtos, movimentos, etc.

Ana Free é o paradigma dessa transformação. Gravando um conjunto de músicas em vídeo e publicando-os no Youtube e Myspace, tornou-se um fenómeno de sucesso em Portugal e Inglaterra, sem o apoio de qualquer editora.

A Web 2.0 e os social media (redes sociais) podem transformar qualquer um num caso de sucesso e podem ser a plataforma ideal para as marcas comunicarem de uma forma completamente diferente dos formatos tradicionais. Mais próximo, mais emotivo, desde que de forma ponderada, porque caso contrário, como em qualquer relação, acabará por se esgotar rapidamente.

Destaque ainda para a intervenção do Pedro Bidarra. Em breve, todos iremos ouvir falar da proposta completamente louca de fusão entre Portugal e Brasil como uma só nação. O convite à participação de todos está para breve.

Deste último dia de congresso resultou ainda uma ideia-chave. "We are what we share". Este é o paradigma da sociedade web 2.0. As palavras são de Charles Leadbeater, autor do livro We Think, e orador convidado do Congresso. Segundo o autor, o vídeo de 4 minutos da sua autoria, que podem ver em baixo, resume na perfeição o conteúdo do livro e pode ser suficiente, de acordo com o autor, para poderem dizer que leram o livro, mesmo que não o tenham feito.

Aqui fica o vídeo. Fica água na boca para ler o livro.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O acidente da Carris

Há alguns meses, a Galp Energia lançava um site de carpooling, o Energia Positiva, com bastante pompa e com um anúncio televiso de alto gabarito. O site, no entanto, deixava muito a desejar. O investimento parecia ter sido maior no offline que no online; no anúncio que no serviço em si.

Ainda que numa escala diferente, é agora a vez da Carris cometer o mesmo erro. O Movimento Menos Um Carro é uma campanha de sensibilização para a utilização de transportes públicos, apresentando-se na imprensa e internet (site e redes sociais). A propósito do site, descrevem-no como um "ponto de encontro online onde pode aceder a toda a informação no sentido de conhecer o porquê da urgência de uma mudança"; um site que, até ao momento, inclui notícias, alguns testemunhos e um questionário para calcular o Índice de Mobilidade Sustentável.

A pouca atenção à comunicação online salta à vista com outro detalhes. Para responder ao questionário, é necessário um registo (primeiro erro); completado este passo, recebe-se um email com os nosso dados proveniente do endereço menosumcarro@gmail.com - qual empresa de vão de escada, nem usam o próprio domínio para um endereço de email. A integração com redes sociais é, também, apenas fogo de vista. Terminado o questionário, somos convidados a partilhar o resultado no Facebook - mas a única coisa que é partilhada é, literalmente, a palavra "Resultado" e um endereço para o site que mostrará um erro e pedirá para completar o questionário.

Por esta altura já devia ser claro: não basta um link para o Twitter e Facebook para vingar nas redes sociais.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Facebook here we go!

Depois do Twitter aderimos agora ao Facebook. A aposta até já tem umas semanas mas ganhou relevo ontem, dia de aniversário, com dezenas de novos amigos que nos adicionaram, de forma "mais ou menos" espontânea.

São, até este momento, 99 e o próximo ganha a hipótese de fazer algo muito espectacular, por sua conta e risco que nós não temos budget.

Já sabem, se gostarem do que por aqui se escreve, ou por pena, adicionem-nos e sugiram-nos aos vossos amigos, conhecidos, familiares, amantes e animais de estimação.

sábado, 27 de junho de 2009

9


Tim Burton tem novo filme. Chama-se "9" e estreia dia 9 de Setembro (9) de 2009.

Para aumentar a expectativa, um dos personagens utiliza o facebook para revelar pistas sobre o filme. Agora "o cientista" abriu as portas para o seu laboratório onde existe ainda mais informação. 

Forma interessante de promoção, bom exemplo de utilização de redes sociais, promovendo a partilha e a interacção entre os fãs e os personagens do filme.

Ver também os teasers já lançados aqui e aqui.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Does Facebook own us? .2 ou 3


O tira teimas chutado pelo facebook

gosto especialmente da parte

"We still have work to do to communicate more clearly about these issues, and our terms are one example of this"

A comunicação é a base de um rede social, certo?

segunda-feira, 2 de março de 2009

2 b or not 2 b @ facebook?

O Rui Calafate repesca a questão das redes sociais. Não me cabe aqui discutir o impacto das redes sociais no equilíbrio psicológico do individuo. Deixo essa tarefa a pais, psicólogos, sociólogos e outros que tais. A mim interessa-me, sobretudo, a forma como as redes sociais se vão tornando uma ferramenta na vida social consumidores. A mim interessa-me saber quem anda por onde e porquê.

Estar a par das novas tendências, seja a que nível for, é papel fundamental do bom assessor de comunicação. O Facebook (e o linked in e o star tracker, etc) chegou. Está aí e é uma realidade. Mais, é o espaço onde aqueles que não consomem jornais. nem revistas, que preferem a Internet para ver TV e o MySpace para ouvir rádio, andam. E eles, essa grande franja de consumidores, não são poucos. São milhões. Falamos de pessoas a quem a publicidade tradicional não chega e a quem as comuns formas de comunicação não beliscam. É uma nova geração. Com uma linguagem e referências que mudam à velocidade que o modem impõe.

Percebo que para os mais velhos seja difícil entender o poder do mundo "online". Uma linguagem fora dos padrões estabelecidos, ensinados e propagados. Mais: dar nas vistas no mundo online requer mais do que trabalho certinho, atinado, de operários da comunicação. Implica rasgo, inspiração, génio, porque a concorrência é maior e os gatekeepers aos milhares (milhões). Palavras comuns na Publicidade, mas temidas no mundo cinzento das RP a metro do nosso país.

Claro que o contacto pessoal é importante e é bom, pela sobrevivência da espécie, que continue a existir, mas, para uma marca, existir apenas no plano "offline" é ser invisível para as gerações do amanhã.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Água das Pedras HOT


Depois da Pirelli e da Lavazza, também a Água das Pedras decidiu apostar em fotógrafos de renome para compor um calendário sensual. Para quem acompanha as últimas campanhas da marca, envolvendo animações com animais, é uma mudança significativa (é certo que a mais recente já fazia a transição). 

O calendário vai sendo apresentado no site ao do ano, cabendo a Kenton Thatcher assinar a fotografia de Janeiro - Fevereiro.

Interessante ver que esta campanha, à semelhança do que acontece com cada vez mais marcas, opta por uma forte activação Web 2.0. Ou seja, site personalizado, redes sociais, sites de partilha de vídeos e imagens, etc.. São as marcas a perceberem onde estão os consumidores para aí marcar a sua presença. 

Printed blog


Contrariando uma das tendências actuais dos media tradicionais - a aposta forte na Internet, eis que surge o primeiro blog em papel

Será um "jornal" com seis páginas a cores, impresso em gráficas próximas de cada um dos pontos de distribuição (estações de comboio). 

Os blogs e posts a publicar resultam de pesquisas no Facebook, Twitter e outras redes sociais, onde são identificados os autores. Por enquanto só vai estar disponível em Chicago e São Francisco, mas parece um conceito facilmente replicável.

Ler notícia aqui.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Vaticano 2.0


Em poucas áreas Portugal se pode orgulhar de estar na linha da frente. Aparentemente, a religião é uma delas, pecando (perdoai-me a blasfémia) apenas pela timidez.

Depois do Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, ter colocado a mensagem de Natal de 2008 da Diocese online via YouTube - e de se ter apressado a retirá-la antes que alguém a visse - chega agora a vez do Vaticano criar o seu próprio canal no dito site. Segundo as notícias, esta é uma demonstração de abertura às novas tecnologias por parte da Igreja Católica. 

Por isso, receio bem que um dos próximos passos seja recebermos na nossa caixa de correio um email com a mensagem: "O Papa adicionou-te como irmão no Facebook. Clique no link para confirmar."